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14 de dezembro de 2012

#DoFrevoaoTango: BsAs não é mais a "queridinha" do brasileiro

Mochilera Rafa

Andar por Buenos Aires, muitas vezes, pode levar o visitante a duvidar se, realmente, está na capital argentina. Basta fazer alguns passeios pela rua Florida, pelo Caminito, pelo bairro da Recoleta – principalmente nas proximidades do cemitério – ou San Telmo aos domingos, quando toda a rua Defensa se transforma em uma feira a céu aberto. Por lá, é impossível não se esbarrar com algum brasileiro ou, até mesmo, com argentinos tentando oferecer algo na base do velho “portuñol”.

Sim, é verdade que Buenos Aires se transformou no destino “queridinho” do brasileiro na América Latina nos últimos anos. Entretanto, esse cenário está mudando. Particularmente, percebi isso durante minha estadia este ano na capital portenha. Cheguei em fevereiro e, por onde andava pela cidade, encontrava brasileiros passando e parando de loja em loja atrás de produtos de bons preços.

Atualmente, não encontro tantos assim e, se chegam a conversar algo comigo, comentam que a cidade não está mais como antes ou que não era bem o que contaram para eles. Logo percebi que algo estava errado, então resolvi investigar nas fontes oficiais. Dito e feito!

Segundo estatísticas do Observatório Turístico da Cidade de Buenos Aires, a quantidade de turistas brasileiros que desembarcam na capital portenha vem apresentando números negativos há pouco mais de um ano. É sobre esse assunto que quero conversar com vocês, tentando explicar, de alguma forma e sem muito economês, o que está passando com o principal mercado turístico de Buenos Aires: o brasileiro.


- Brasil: principal mercado, mas também a maior queda
- Um passado em que o turismo era sinônimo de compras
- Brasileiro troca BsAs por Miami e foge da inflação argentina
- Mesmo cara, BsAs ainda encanta o brasileiro



Crédito: Sitio oficial de turismo. Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires
Buenos Aires: brasileiro já não visita mais a cidade como antes

*A publicação deste post especial teve o objetivo de ser a avaliação final da disciplina Redación Periodística para Medios Digitales, do curso de pós-graduação de Periodismo Digital, na Universidad Abierta Interamericana (UAI).

28 de novembro de 2012

Uruguai: Para ir a Colonia del Sacramento, não tem apenas Buquebus

Quem viaja para Buenos Aires por mais de uma semana, por exemplo, tem a possibilidade e tempo suficiente para explorar o outro lado do Río del Plata. Uma rápida e barata opção é ir até Colonia del Sacramento, uma pequena, simpática e histórica cidade do Uruguai. Um tradicional meio de chegar até lá é de barco, na verdade uma lancha gigante que cruza o rio de forma rápida e segura. Já comentamos antes como é viajar até Colonia pela empresa mais conhecida, Buquebus. Mas existe uma outra opção de chegar ir à cidade uruguaia.


(David Almeida/Flickr)

17 de outubro de 2012

Canadá: Impostos locais podem deixar a viagem mais cara

Nem adianta tentar negar. Sempre que viajamos, o dinheiro acaba sendo uma das maiores preocupações. Tentamos até relaxar e não pensar muito nisso, mas acabamos fazendo umas contas malucas e umas promessas estranhas. Pode até ser bom para os exportadores, mas para nós, meros turistas, o preço alto do dólar canadense não é legal. A moeda costumava ser ligeiramente mais barata do que o dólar americano, mas não é mais bem assim. As duas estão bem empatadinhas, então o que você gastar em dólares canadenses vai custar mais ou menos o dobro do valor em reais.

(Internet)

6 de junho de 2012

#DoFrevoaoTango: BsAs mais cara 2

Mochilera Rafa

Então, vamos continuar com o nosso bate-papo economês que começamos ontem? No #DoFrevoaoTango: BsAs mais cara 1, falamos sobre as barreiras às importações que estão deixando alguns produtos nas lojas da capital argentina mais cara. Uma notícia não muito boa para alguns, não é mesmo? Agora, daremos voz a vocês, turistas que passaram por Buenos Aires e mudaram sua opinião quanto a cidade ser um bom destino turístico de compras. Na verdade,  estou aproveitando o conteúdo que produzi para o curso de pós-graduação (Periodismo Digital – UAI) que estou fazendo aqui, na Argentina. Espero que desfrutem do material (que está nas versões português e español, logo abaixo), porque um depoimento pessoal de quem esteve in loco vale mais que mil palavras escritas.

A cidade de Buenos Aires é considerada como um dos principais destinos para os turistas brasileiros. Isso por estar tão próxima, existir uma logística aérea acessível – com as empresas realizando constantes promoções de voos – e com o real um pouco mais que o dobro do peso argentino. Segundo uma recente pesquisa feita por uma operadora de cartão de crédito internacional com brasileiros que viajaram pelo mundo, nos últimos dois anos, Argentina foi o destino mais procurado (40%), seguido pelos EUA (32%) e França (17%).

(Crédito: Rafaela Aguiar)
Plaza de Mayo: Ponto de encontro dos turistas, principalmente brasileiros

Esse cenário que predomina há uma década pode mudar devido à situação econômica que a Argentina está passando no momento, como as barreiras às importações que estão mais rígidas nos últimos meses, e a inflação. Outro motivo para isso é o dólar mais valorizado e o real um pouco instável. No início de maio, R$ 1 chegou a 2,22 pesos, depois de uma semana, passou para 2,14 pesos e, três dias depois, a 2,09 pesos nas principais casas de cambio de Buenos Aires.

Recentemente, o turista brasileiro que vem à capital argentina percebe que algo está acontecendo. Na realidade, é uma mudança de como os visitantes estão vendo a cidade como destino turístico, deixando de ser apenas turismo de compras para turismo de cultura e lazer. Conversamos com alguns que passaram, há poucos meses, por Buenos Aires e eles nos contam sobre a nova impressão da cidade mais visitada por brasileiros na América Latina.



P.S.: Como foi meu primeiro vídeo editado na pós, favor, desconsiderem os erros de uma iniciante que nunca apareceu diante das câmeras, apenas ficando atrás delas, e que editou apenas textos para ler e não assistir e escutar. Também abstraiam a parte em que dou minha cara à tapa, ok? =D


Versión en español
La ciudad de Buenos Aires es considerada como uno de los principales destinos para los turistas brasileños. Eso por estar tan cerca, haber una logística aérea accesible – con las empresas haciendo promociones constantes de vuelos – y con el real un poco más que el doble de la moneda argentina.

Según una recién pesquisa hecha por una operadora de tarjeta de crédito internacional con brasileños que viajaron por el mundo, en los últimos dos años, Argentina fue el destino más buscado (40%), seguida por Estados Unidos (32%) y Francia (17%).

Sin embargo, ese escenario que predomina desde hace una década puede cambiar debido a la situación económica que Argentina está pasando en estos momentos, como las barreras a las importaciones, que están más rígidas en los últimos meses, y la inflación.

También está la cuestión de un dólar más valorizado y el real un poco inestable. En el inicio de mayo, R$ 1 llegó a 2,22 pesos, tras una semana, pasó a 2,14 pesos y luego llegó, tres días después, a 2,09 en las principales casas de cambio de Buenos Aires.

Hace pocos meses que el turista brasileño que viene a la capital argentina se da cuenta de que algo de raro está ocurriendo. Lo que pasa en realidad es un cambio de como ellos entienden Buenos Aires como destino turístico, dejando de ser sólo de turismo de compras para turismo de cultura y ocio. Conversamos con algunos de ellos que vinieron recién y cuentan sus testigos sobre la nueva impresión de la ciudad más visitada por brasileños en América Latina.

5 de junho de 2012

#DoFrevoaoTango: BsAs mais cara 1


Mochilera Rafa

Sei bem que andei um “pouco” desaparecida por esses dias. Peço desculpas aos leitores, mas adianto que essa ausência ajudou a incrementar um pouco mais o meu repertório para esta seção, ou seja, bom para mim e, principalmente, para vocês. Depois de 20 dias divididos entre duas visitas lá do Recife, consegui parar para conversar um pouco sobre um assunto que poucos estão se dando conta quando passam por Buenos Aires. Claro, se está visitando, a passagem é rápida e ninguém sente, mas quem vem passar uma temporada maior ou morar já percebeu: preços mais altos!

Isso pode influenciar e muito uma viagem, mas não significa que visitar a capital argentina esteja impossível e caríssima. Na verdade, estamos passando por uma mudança, talvez lenta e não sei ao certo se continuará assim. O destino turístico mais visitado por brasileiros na América Latina (basta caminhar pela Florida por alguns minutos que entenderão o que estou dizendo) está mudando de um roteiro de compras para um mais de cultura, lazer e ócio. Vou dividir esse assunto um tanto economês em dois posts. Hoje, é a vez de falar sobre algo que quase diariamente é assunto nos jornais de BsAs: as barreiras de importações. Qualquer coisa que você imaginar importada está difícil de entrar aqui. Para terem uma ideia, fui aos buscadores do lanacion.com e Clarín.com. Olhem só os resultados:

(Crédito: Reprodução/internet)
Busca do La Nación, aqui e do Clarín, aqui

Então, para explicar que relação tem essas barreiras com as nossas viagens turísticas para a capital argentina e como ela influencia nos nossos bolsos, convidamos o economista e professor da Faculdade Boa Viagem (lá do Recife) Alexandre Jatobá para um rápido bate-papo. Ele conta direitinho para nós o que são as barreiras de importações, o que significa isso para um país, as influências disso no turismo e ainda dá umas dicas para não ser pego de surpresa nessas situações.

                                                                                                                                                                                   (Crédito: Divulgação)
Alexandre Jatobá, economista e professor

O que significa "barreiras de importações"? 
Barreiras às importações são instrumentos de política econômica em que as autoridades impõem dificuldades para a entrada de produtos estrangeiros no país. O instrumento mais utilizado é a tributação sobre bens importados. Então, quando se deseja aumentar as barreiras (ou gerar dificuldades na entrada de produtos estrangeiros), as autoridades elevam os tributos sobre a importação de forma que o preço final do produto importado fique acima do similar nacional. 

Há outras formas de impor barreiras, como subsídios governamentais concedidos às produções nacionais. Nesse caso, o governo subsidia o custo de produção (arcando com parte do custo) de forma que permite ao produtor nacional ter uma redução de custos, que passa parte dessa redução para o preço final do produto nacional, tornando mais vantajoso do que o concorrente importado. Outra forma de impor barreiras é estabelecer cotas de importação, onde as autoridades limitam a entrada de produtos importados. 

Por que um país as utiliza?
Quando um país utiliza as barreiras, geralmente, o objetivo é proteger a indústria nacional contra a concorrência estrangeira. É um instrumento de proteção à indústria local.

Para a Argentina tomar uma decisão como essa, significa que a economia do país não está boa?
Em tese sim. Isso significa que o setor produtivo nacional não consegue produzir com a mesma eficiência (baixo custo e alta produtividade) dos setores produtivos dos outros países.

(Crédito: Rafaela Aguiar)
Florida: Reduto de compras dos turistas brasileiros

Antes, fazer compras na Argentina era um dos principais motivos que impulsionava o turismo brasileiro no país. Travar as importações não prejudicaria essa movimentação turística?
Sim. Com as barreiras às importações, o nível de concorrência na Argentina cai. Com isso, os preços tendem a aumentar e isso afasta o turista. Realmente, estive na Argentina, em setembro do ano passado, e percebi que os preços estavam bem mais altos do que há anos atrás.

Diante desse cenário,  daria alguma dica ou algum conselho para aqueles que pretendem viajar e não ser pego por alguma surpresa financeira?
É preciso pesquisar com várias agências de viagem sobre os custos de transporte e hospedagem e conversar com pessoas que estiveram na Argentina recentemente. Tentar viajar na baixa temporada é outra medida que pode fazer com que se economize. Entretanto, mesmo com os preços mais salgados, viajar para a Argentina tem aproximadamente o mesmo custo que viajar pelo Brasil.


13 de março de 2012

#DoFrevoaoTango: Moeda pra quê te quero!

Mochilera Rafa

Só em dois momentos da minha vida que fazia e faço de tudo para tê-las a qualquer custo: na minha infância e aqui, em BsAs. Falo das moedas! Quando criança, queria todas para por no meu cofrinho e comprar aquelas coisas gostosas de comer ou até um brinquedo legal. Depois dessa fase, queria distância das danadas, pois as considerava como incômodas. Quando o troco era todo em moeda, então, nem se fala. Fazia de tudo para trocar por notas. Hoje, necessito delas loucamente para andar de ônibus, ou colectivos, como os chamam aqui. Relembro meu momento de infância quando meu porta-moedas do Barrio Chino está bem pesadinho e fazendo barulhinhos. Por isso, decidi compartilhar com vocês o meu drama diário com las monedas. Esse é um assunto de extrema importância, porque é útil para todos os turistas que precisarem andar de ônibus e não serem pegos de surpresa com o motorista bem “simpático” dizendo: “Solamente monedas!!”


(Crédito: Google Imagens)
Moeda, voltei a te amar loucamente. Nunca me deixe abandonar você!


Essa é uma das diferenças entre o Brasil e Argentina que mais me chamou a atenção. Nas 33 linhas de ônibus que circulam por BsAs, não existem os cobradores. Tudo você terá que resolver com o motorista. Ao embarcar, precisa dizer qual o seu destino para que ele lá aperte o botão num painel que tem a sua frente para tarifar o valor correto da distância. Para os locais, tem o SUBE (Sistema Único de Boleto Eletrónico), um cartão magnético que serve para os colectivos e o subte (metrô). Tipo o VEM, para os pernambucanos. Quem não tem, só na base das moedas. Você as coloca no valor indicado na maquininha (lectoras de monedas) que fica logo depois do motorista. Se for o valor a mais, ela lhe dá o troco. Ainda emite um recibo do valor pago. Ah, mas você deve estar se perguntando por que estou fazendo esse drama todo para algo tão simples. Rá, pode até parecer simples, mas vamos ao dia a dia.

Para que entendam, são moedas de um, cinco, dez, 25 e 50 centavos e de um e dois pesos. Agora, vamos aos problemas! Já peguei lectora de monedas que não aceitava a de dois pesos. Algumas vezes, a máquina estava com problemas, então tive que esperar outro ônibus. Os motoristas não são pacientes para explicar o procedimento (tive que aprender na tora!). Como o valor do destino varia, é sempre bom estar com uma boa variedade de moedas. Se a fila do embarque está grande e, para piorar, chovendo, é bom já estar com todas as pratas na mão separadas, porque o povo fica nervoso (inclusive o motorista). Ah, ainda tem um tempo específico para por as moedas nas lectoras. Passando, tem que pedir aos motoristas que indiquem novamente o destino para o sistema e muitos não refazem a ação felizes.


(Crédito: Google Imagens)
A lectora do meio foi a que mais encontrei nos colectivos


Agora, vem o problema MAIS CRÍTICO: a falta de moedas circulando! Sempre tentei ao máximo facilitar o troco. Agora, estou sendo mega chata. Quando perguntam se tenho moedas, digo que não, porque das vezes que pedia o troco em pratinhas também diziam que não tinham. Em muitos estabelecimentos, nos últimos dias, vi uns avisos nos caixas dizendo para facilitar o troco porque as moedas estavam em falta. Um dia, fiquei sem o suficiente para pegar o colectivo até a minha estação do subte. Fui ao posto aqui perto de casa comprar uns bombons para pegar moedas de troco. Lógico, a caixa não me deu. Tive que ir andando as oito quadras até a estação de metrô, porque já estava na minha hora e ficar de canto em canto pedindo para trocar era perda de tempo. Vocês não têm ideia do quanto desejo o meu DNI na mão para tirar esse danado do SUBE para facilitar minha vida por aqui! Enquanto isso, estou na luta por moedas!!!

Sabendo disso, pessoal, não menosprezem as pobres moedinhas quando estiverem turistando por aqui. Deixem que elas pesem na sua bolsa ou bolso, façam barulhos e as amem loucamente até o fim da viagem!!

P.S.: Por mais uma vez, fiquei ausente nos últimos dias. Tenho uma desculpa e justificativa plausíveis. É que uma caravana do Recife, mais especificamente do bairro de Santo Amaro, baixou aqui em BsAs: Ed,Charles e Cintia Ruas e Lívia França. Esse foi o primeiro grupo de amigos brasileiros que tive o prazer de ciceronear pelas ruas porteñas. Graças a eles também conheci mais a cidade, turistando e me divertindo com as divertidas situações pelas quais passaram. Ainda não posso me considerar como uma boa guia, mas espero que a minha companhia tenha sido uma boa. Agora, estou só no aguardo de outra caravana, a de Aracaju, com os queridos Catarina Cristo e Rodrigo Amaral. Contando os dias!! _o/


(Crédito: Rafaela Aguiar)
Os "culpados" pela minha ausência! Foi super feliz, gente!

25 de outubro de 2011

#Ficaadica: Lembre-se do ROAMING antes de fechar a mala!

Mochilera Rafa

Durante minhas andanças virtuais diárias atrás de informações pra minha rotina de trabalho, encontrei uma história no Gigablog – Blog da Redação de UOL Tecnologia – que me chamou a atenção e que vale a pena ser comentada aqui. O assunto é sabido por muitos, mas, ao que parece, não é tão popular assim como se imagina. A gente pode nem achar que sim, mas ele faz e muito parte da lista de planejamento antes de pegar a estrada, embarcar num cruzeiro ou avião: o ROAMING, também conhecido como taxa de deslocamento do uso de celular, seja ele nacional ou internacional. Esse ROAMING pode muito bem ser o perfeito aliado durante uma viagem, mas também o grande vilão quando chegar ao fim de uma. 

Pois bem, a história é a seguinte: uma norteamericana, que costumava receber sua conta com um valor mensal médio de US$ 175, teve uma surpresa, na verdade uma desesperadora surpresa. Um dos boletos chegou com o valor de US$ 201 mil. Repetindo: US$ 201 MIL! Imagina você descobrir que, de fato, foi gasto esse valor e não houve erro por parte da operadora?!? Quando li a história, fiquei de cara, porque foram necessárias 43 páginas para impressão do detalhamento da conta. Vocês estão curiosos para saber o que danado essa mulher tanto falou no celular, né?


Seguinte, a tal moça tem dois irmãos que são deficientes auditivos e usam os aparelhos para enviar SMS e acessar vídeos na rede. Ai, os meninos viajaram para outro país, passando duas semanas fora. Rá, esqueceram de desativar o tal do roaming de dados internacional, minha gente! No fim das contas, os irmãos da norteamericana enviaram DUAS MIL mensagens de textos e baixaram DIVERSOS vídeos. Daí, vocês já tiram o valor da conta.


(Crédito: Google Image)

Pode até pagar de gatinha na viagem, mas levar o celular é correr o risco de ter AQUELE gasto na conta

Vocês devem estar se perguntando se a norteamericana desesperada pagou a bolada. Bom, depois de uma mobilização da história na televisão, a operadora reduziu a conta para US$ 2,5 mil, dando seis meses para o pagamento. Ah, queridos leitores, não vão pensando que todo mundo tem essa sorte e consegue tal feito. Vai viajar e quer levar o celular a tira colo, tudo bem. Só que é preciso se lembrar do ROAMING antes de ligar o aparelho assim que desembarcar ou chegar ao destino final. Não estou vetando o uso, mas alertando do gasto. Na minha última viagem para a Europa, o meu celular ajudou e MUITO em alguns momentos, mas paguei um pouco caro por isso no fim do mês. 


Então, se for viajar, entre em contato com sua operadora para saber qual o valor cobrado do ROAMING, lembrando que o internacional SEMPRE é mais CARO que o nacional. Para usar o aparelho em outros países, é preciso também solicitar à empresa o desbloqueio, pois vão usar a rede de outra operadora internacional. A dica é deixar o celular para caso de urgências e de necessidades extremas. Sabe aquelas moedinhas que sempre ficam de bobeira na bolsa? Use nos telefones públicos (sempre lembrando que muitos engolem suas pratinhas e não são bem apresentáveis, mas dão pro gasto!) ou compre um cartão telefônico, se for usar muito em ligações internacionais.


(Crédito: Google Image)

Telefone público: Solução para aquelas moedinhas que sempre sobram na bolsa

Ah, se for passar muito tempo, tipo um mês ou mais em um país (num intercâmbio), aconselho comprar um aparelho pré-pago. Basta apresentar o passaporte e um comprovante de residência. Fiz isso durante minha temporada em Madri. Foi a felicidade para minha mãe, que podia me ligar a qualquer hora (ela esquecia do fuso horário! hunf...), e para mim também, pois facilitava na hora de combinar as salidas de marcha com os amigos do curso. Nesse caso, a operadora que escolhi me ofereceu um pacote com desconto para ligações pro Brasil. Outra dica é usar a internet, claro. Nos dias de hoje, hotéis, albergues, restaurantes, bares, cafés... oferecem wifi, desde que consuma algo. Usem emails, MSN, Skype, Gtalk, Facebook, Twitter... Meios para se comunicar sem gastar muito é que não faltam! =)

28 de junho de 2011

#Ficaadica

Exterior - Nem o reajuste do IOF para compras no cartão de crédito no exterior adiantou. Essa semana, o Banco Central anunciou que os brasileiros bateram um novo recorde em gastos realizados fora do país. Apesar de sabermos que isso pode ser prejudicial para o Brasil, pois ajuda a piorar as contas externas do país, não temos como negar que o dólar baixo torna o consumo algo ainda mais tentador.

As roupas e calçados de grife são geralmente os itens mais procurados lá fora. Com preços absurdos por aqui, nos EUA e alguns países da Europa é possível encontrar peças famosas por valores bem mais acessíveis. O que acontece é que, muitas vezes na ânsia de comprar, se esquece que o manequim daqui é diferente das peças de lá. Se não tiver experiência nas comprar ou não souber o número correspondente, é capaz de você ter que provar a loja toda para descobrir o que é um manequim 38 em outro país – fora que você perder um tempão e deixar de conhecer os atrativos da cidade.

Imagine ganhar um desses e não entrar no seu pé?

O mesmo vale para quem encomenda roupas ou calçados aos amigos/família que está lá fora, mas se decepciona quando chega a peça e não cabe. Imagina ganhar um autêntico Louboutin (foto acima) e ele ficar três vezes maior que o seu pé? Hihii (Para os homens que não conseguem entender esse desespero, um par dessa marca em SP custa cerca de R$ 3mil). Assim, para ninguém perder o city tour procurando aquela promoção dentro da loja ou se desesperando com a encomenda que veio errada, colocamos três tabelas de conversão para vocês levarem dentro da mala. Tomem nota!

Roupas


Mulheres

(Fonte: Mochileiros.com)





Homens

(Fonte: Mochileiros.com)

Calçados
(Fonte: Portal 180)

13 de fevereiro de 2011

“Rebajas”, eu te amo!: Melhores épocas para comprar na Espanha

Promoção e desconto são duas palavras bem conhecidas e desejadas por qualquer mochileiro, inclusive por nós. Há alguns anos, uma nova passou a fazer parte desse grupo seleto: rebajas! Segundo o dicionário espanhol Señas, essa palavra significa “a diminuição ou redução, especialmente em uma quantidade ou um preço”. Para nós, é muito mais que isso: gastar bem menos euros e entupir a mala de coisas bonitas e super baratas. Viajamos algumas vezes para a Espanha em períodos diferentes e aproveitamos por casualidade as rebajas madrileñas, que lotam ruas e lojas do coração comercial de Madri.

(Rafaela Aguiar)
Verdadeira declaração de amor às rebajas

28 de janeiro de 2011

Paris tem muamba? Tem, sim senhor!

É fácil ouvir por aí gente comparando o Brasil com outros países da Europa. Dizem que o Velho Continente é primeiro mundo, tudo é mais organizado, as pessoas são mais educadas, que não existe pobreza ou violência. No Brasil, então, não existe respeito e tem o tal “jeitinho brasileiro” que todo mundo conhece e faz. Quando arrumamos as malas e viajamos mundo afora, é quando percebemos que os brasileiros estão muito bem, obrigada. 

(Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)
Paris também tem o seu lado B

3 de janeiro de 2011

O que significa "Tocar El Gordo" na Espanha

Se você está passando por Madri (Espanha) dias antes do Natal, por exemplo, pode presenciar algo bem curioso. Não fique assustado se, no dia 22 de dezembro, encontrar as principais avenidas da cidade, como Gran Vía, com pouca movimentação. Normalmente, o horário comercial local começa depois das 9h, mas existe um motivo especial para explicar o "desaparecimento" dos madrilenhos nessa data. Basta ligar a televisão para descobrir: sorteio da Lotería de Navidad.

(Divulgação)
Bilhetes são concorridos todos os anos sempre na mesma data