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17 de julho de 2015
Argentina: Espetáculo de baleias em El Doradillo
As mochileiras amantes da natureza não podem deixar de conhecer o destino argentino El Doradillo, localizado a pouco mais de 10 km de Puerto Madryn (Chubut). Poucas devem saber, mas por lá entre os meses de junho e outubro as baleias fazem um lindo espetáculo. Devido à estrutura do litoral do lugar, é possível vê-las da areia, bem de pertinho. As baleias se aproximam porque a época e a zona são ideais para reprodução e amamentação das suas crias. Um fotógrafo do jornal argentino Clarín registrou algumas imagens feitas por um drone. Aperte o play e desfrute a beleza desses animais!
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9 de janeiro de 2015
4 dicas para curtir o verão e preservar o meio ambiente
As férias de verão são sempre esperadas com ansiedade pelos mochileiros. Muitos procuram as praias e áreas verdes com lindas paisagens para descansar e recarregar as energias. A natureza proporciona isso a todos os viajantes, mas será que cuidamos dela? Foi pensando nisso que separamos algumas dicas verdes que vão ajudar na preservação do seu destino escolhido. Assim, ele continuará lindo para o próximo verão e para outros mochileiros como você.
(Visit Brasil/Flickr)
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| Guarapari, Espírito Santo |
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1 de maio de 2013
Canadá: Ecoturismo na pequena Squamish
British Columbia (Canadá), província onde fica Vancouver, é cheia de belezas naturais. Entre montanhas e o mar, cada curva na estrada exibe uma paisagem de tirar o fôlego. A 70 km a norte de Vancouver, por exemplo, fica a cidade de Squamish, pequenininha e pacífica, mas que vale a visita daqueles mochileiros que gostam do turismo de aventura. Passamos por lá e contamos detalhes do passeio.
(Imagens: Nigini Abilio)
| O desafio de Squamish é o The Chief |
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18 de julho de 2012
#CocoEMaple: Ponte suspensa de Capilano
Mochilera Ju
Uma das grandes atrações turísticas de British Columbia fica em North Vancouver (que é uma cidade à parte coladinha em Vancouver, é só atravessar uma ponte pra chegar lá). Aproveitei um dia lindo verão, a disponibilidade de uma ótima companhia e fui ver o que há de bom na Capilano Suspension Bridge pra mostrar a vocês.
O parque fica pertinho do centro, mas é uma área de conservação de floresta fantástica. A atração principal, é claro, é a ponte suspensa construída em 1889 que passa por cima do rio Capilano, a 70 metros de altura, e tem 137 metros de comprimento. A gente pensa logo no infame jogo do Domingão do Faustão, "A Ponte do Rio que Cai". A sensação, claro, é totalmente diferente. Pra começar, a ponte balança, sim, mas nem tanto. Nem dá medinho, não, no máximo um friozinho na barriga às vezes. Até vi uma senhorinha que chegou no fim da ponte se acabando de chorar, mas acho que ela tinha mesmo é muito medo de altura. Ou um trauma de infância, quem sabe. Como era um sábado de sol, tinha bastante gente por lá, mas nada que incomodasse.
Imagino como seria atravessar essa ponte com menos gente, mais vento e talvez um pouco de chuva, num dia mais típico daqui (sim, aqui chove muuuito!). Provavelmente seria uma travessia mais intensa, não acham?
Além da ponte suspensa, o parque oferece mais algumas atrações. Dá pra fazer um pouco de arvorismo por uma trilha pelas árvores que inclui mais sete pontes suspensas e descobrir a paisagem e os cheiros de uma floresta bem canadense, alimentar os peixes em um laguinho, aprender sobre a fauna e a flora do lugar com as visitas guiadas. É um programa bem família sim, mas também vale muito a pena pra turistas de todas as idades.
O parque oferece mapas que você pode ir carimbando em estaçõezinhas que ficam todos os pontos-chave. A gente foi na doida e não pegou mapa, se garantindo só nas placas de direcionamento. Resultado: nos perdemos e andamos em círculo um bocado. Mas dizem que se perder é a melhor forma de conhecer bem um local, então tudo bem.
Outra atração legal é a Cliffwalk, uma trilha bem estreitinha construída no penhasco em um dos lados da ponte suspensa, a vários metros de altura. Interessante é observar como a estrutura da trilha dá a impressão de que tudo pode desabar facinho, o que não é verdade, é claro.
Pra completar a tarde no parque, dá pra comprar souvenirs, tirar fotos com roupas de época, tomar um sorvete ou comer nos restaurantes que ficam logo em frente.
Surpresa boa que tivemos na hora de pagar o ingresso: os moradores da província de British Columbia, onde fica Vancouver, pagam a primeira entrada e ganham passe livre para o parque por um ano, além de direito a dar desconto a um acompanhante de fora. Pra garantir o benefício, basta mostrar a carteira de identidade ou de motorista da província depois que já tiver entrado mo parque. Quem for de fora mesmo pode me chamar quando estiver planejando ir por lá! Hehehe!
Uma das grandes atrações turísticas de British Columbia fica em North Vancouver (que é uma cidade à parte coladinha em Vancouver, é só atravessar uma ponte pra chegar lá). Aproveitei um dia lindo verão, a disponibilidade de uma ótima companhia e fui ver o que há de bom na Capilano Suspension Bridge pra mostrar a vocês.O parque fica pertinho do centro, mas é uma área de conservação de floresta fantástica. A atração principal, é claro, é a ponte suspensa construída em 1889 que passa por cima do rio Capilano, a 70 metros de altura, e tem 137 metros de comprimento. A gente pensa logo no infame jogo do Domingão do Faustão, "A Ponte do Rio que Cai". A sensação, claro, é totalmente diferente. Pra começar, a ponte balança, sim, mas nem tanto. Nem dá medinho, não, no máximo um friozinho na barriga às vezes. Até vi uma senhorinha que chegou no fim da ponte se acabando de chorar, mas acho que ela tinha mesmo é muito medo de altura. Ou um trauma de infância, quem sabe. Como era um sábado de sol, tinha bastante gente por lá, mas nada que incomodasse.
Fotos: divulgação e Juliana Sauvé
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| A ponte suspensa foi construída há 123 anos. E aí, quem encara? |
Além da ponte suspensa, o parque oferece mais algumas atrações. Dá pra fazer um pouco de arvorismo por uma trilha pelas árvores que inclui mais sete pontes suspensas e descobrir a paisagem e os cheiros de uma floresta bem canadense, alimentar os peixes em um laguinho, aprender sobre a fauna e a flora do lugar com as visitas guiadas. É um programa bem família sim, mas também vale muito a pena pra turistas de todas as idades.
Foto: divulgação
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| A Treewalk é programa pro filhinho, pro papai e pro vovô. |
Fotos: Juliana Sauvé
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| As paisagens lindas são a atração verdadeira do parque |
Outra atração legal é a Cliffwalk, uma trilha bem estreitinha construída no penhasco em um dos lados da ponte suspensa, a vários metros de altura. Interessante é observar como a estrutura da trilha dá a impressão de que tudo pode desabar facinho, o que não é verdade, é claro.
Foto: divulgação
| Cliffwalk: essa estrutura, sim, dá mais medinho |
Pra completar a tarde no parque, dá pra comprar souvenirs, tirar fotos com roupas de época, tomar um sorvete ou comer nos restaurantes que ficam logo em frente.
Surpresa boa que tivemos na hora de pagar o ingresso: os moradores da província de British Columbia, onde fica Vancouver, pagam a primeira entrada e ganham passe livre para o parque por um ano, além de direito a dar desconto a um acompanhante de fora. Pra garantir o benefício, basta mostrar a carteira de identidade ou de motorista da província depois que já tiver entrado mo parque. Quem for de fora mesmo pode me chamar quando estiver planejando ir por lá! Hehehe!
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16 de março de 2012
#OquemeuPEtem: um lugar chamado Bonito
Mochilera Sabrina
Pernambuco é conhecido pela sua riqueza de atrações naturais. O estado é tão diversificado que, somente nele, é possível aproveitar das águas mornas do litoral ao friozinho das cidades altas do Agreste, por exemplo. Aqui, o que não faltam são destinos interessantes pra conhecer.
Um dos mais surpreendentes fica a 130 km do Recife e encanta a todos que passam por lá. Cachoeiras naturais de águas limpas e revigorantes são a principal da cidade de Bonito, no Agreste Pernambucano. Convidamos uma pessoa que foi lá para nos dar todas as dicas para passar um final de semana nesse município. Leiam o relato entusiasmado e vejam as fotos do jornalista Franco Benites e descubram o porquê da cidade ter recebido este nome.
Há uma saudável "ditadura" para os brasileiros quando o assunto é turismo. Quem mora no Nordeste, quer porque quer conhecer Buenos Aires, Rio de Janeiro ou Fernando de Noronha. É quase uma regra. Se você já não fez isso, certamente um amigo ou familiar tomou o rumo de um desses destinos. Para os habitantes de Pernambuco, a "ditadura" impõe que se conheça Bonito, cidade do Agreste. Nas conversas sobre para onde ir em um fim de semana de folga, era comum que ouvisse de algum amigo: "vai conhecer as cachoeiras de Bonito".
No final de fevereiro, as vésperas do nosso aniversário de namoro, eu e minha namorada Vanessa, "cruzamos a fronteira". Não, Bonito não fica tão longe assim do Recife. Está distante a cerca de 1h30 de carro, mas deixamos de habitar o lado de cá da cerca - daqueles que recebem mil recomendações sobre a cidade - para finalmente ingressar no grupo que um belo dia vai recomendar: "vai conhecer as cachoeiras de Bonito".
É possível ir de carro ou ônibus (excursões) para passar apenas um dia perambulando pelas cachoeiras da zona rural de Bonito. Os passeios podem ser feitos com guias cadastrados na prefeitura da cidade. Eu e Vanessa fomos de carro no sábado e preferimos voltar no domingo, fazendo tudo sem guia. Quem escolhe essa alternativa, pode optar por hotéis-fazenda ou pousadas no centro da cidade. Nesse caso, é preciso percorrer cerca de 20 km para chegar à cachoeira mais próxima.
Véu da Noiva encanta
Nossa primeira parada foi na cachoeira mais conhecida de Bonito, a Véu da Noiva. Vou economizar na descrição do local, pois as fotos fazem isso melhor do que eu. Como as cachoeiras ficam em propriedades particulares, e a Véu da Noiva não foge à regra, é preciso pagar uma taxa por pessoa. No topo da cachoeira, há instrutores de rapel para quem preferir descer os 18 metros da queda d´água com mais emoção.
Deixamos o rapel de lado e fomos até a base da cachoeira por uma escadaria bastante irregular. Não, esse não foi o caminho mais fácil. Há trechos com degraus (precários) de madeira e o percurso também exige habilidades de montanhistas para superar algumas rochas. Como recompensa, a chance de tomar um banho de água limpa e revigorante (além de bastante fria). Uma vez dentro da água, cuidado com o lodo.
Pernambuco é conhecido pela sua riqueza de atrações naturais. O estado é tão diversificado que, somente nele, é possível aproveitar das águas mornas do litoral ao friozinho das cidades altas do Agreste, por exemplo. Aqui, o que não faltam são destinos interessantes pra conhecer.
Um dos mais surpreendentes fica a 130 km do Recife e encanta a todos que passam por lá. Cachoeiras naturais de águas limpas e revigorantes são a principal da cidade de Bonito, no Agreste Pernambucano. Convidamos uma pessoa que foi lá para nos dar todas as dicas para passar um final de semana nesse município. Leiam o relato entusiasmado e vejam as fotos do jornalista Franco Benites e descubram o porquê da cidade ter recebido este nome.
Há uma saudável "ditadura" para os brasileiros quando o assunto é turismo. Quem mora no Nordeste, quer porque quer conhecer Buenos Aires, Rio de Janeiro ou Fernando de Noronha. É quase uma regra. Se você já não fez isso, certamente um amigo ou familiar tomou o rumo de um desses destinos. Para os habitantes de Pernambuco, a "ditadura" impõe que se conheça Bonito, cidade do Agreste. Nas conversas sobre para onde ir em um fim de semana de folga, era comum que ouvisse de algum amigo: "vai conhecer as cachoeiras de Bonito".
No final de fevereiro, as vésperas do nosso aniversário de namoro, eu e minha namorada Vanessa, "cruzamos a fronteira". Não, Bonito não fica tão longe assim do Recife. Está distante a cerca de 1h30 de carro, mas deixamos de habitar o lado de cá da cerca - daqueles que recebem mil recomendações sobre a cidade - para finalmente ingressar no grupo que um belo dia vai recomendar: "vai conhecer as cachoeiras de Bonito".
(Foto: Arquivo pessoal)
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| Entenderam porque o lugar se chama Bonito? |
É possível ir de carro ou ônibus (excursões) para passar apenas um dia perambulando pelas cachoeiras da zona rural de Bonito. Os passeios podem ser feitos com guias cadastrados na prefeitura da cidade. Eu e Vanessa fomos de carro no sábado e preferimos voltar no domingo, fazendo tudo sem guia. Quem escolhe essa alternativa, pode optar por hotéis-fazenda ou pousadas no centro da cidade. Nesse caso, é preciso percorrer cerca de 20 km para chegar à cachoeira mais próxima.
Véu da Noiva encanta
Nossa primeira parada foi na cachoeira mais conhecida de Bonito, a Véu da Noiva. Vou economizar na descrição do local, pois as fotos fazem isso melhor do que eu. Como as cachoeiras ficam em propriedades particulares, e a Véu da Noiva não foge à regra, é preciso pagar uma taxa por pessoa. No topo da cachoeira, há instrutores de rapel para quem preferir descer os 18 metros da queda d´água com mais emoção.
Deixamos o rapel de lado e fomos até a base da cachoeira por uma escadaria bastante irregular. Não, esse não foi o caminho mais fácil. Há trechos com degraus (precários) de madeira e o percurso também exige habilidades de montanhistas para superar algumas rochas. Como recompensa, a chance de tomar um banho de água limpa e revigorante (além de bastante fria). Uma vez dentro da água, cuidado com o lodo.
Uma queda pode ser fatal. Reserve fôlego para a subida. É divertido e cansativo na mesma medida. Ainda no sábado, fomos à cachoeira Barra Azul. De todas, foi a melhor para tomar banho. Ao contrário da Véu da Noiva, que conta com um bar, essa oferece uma módica barraquinha. Estava vazia quando chegamos e pudemos desfrutar de um pequeno paraíso só nosso. Para chegar até a parte do banho, use a corda de apoio. Na descida, vacilei e levei minha primeira queda. Por sorte, os efeitos se resumiram a uma dor passageira no punho.
Em seguida, foi a vez de conhecer a Cachoeira do Mágico, cuja entrada também é paga. Há uma área específica para camping se o desejo for um pouco mais de aventura. E por falar em aventura, durante um passeio pelo lugar, nos deparamos com uma serpente de porte médio, que passou na frente de Vanessa. Tomamos um susto, mas a cobra tava mais a fim de achar um lugar entre as folhas. Tratamos de nos acomodar em uma mesa ao ar livre para curtir a parte gastronômica. Foi na Cachoeira do Mágico onde dei meu segundo vacilo. Dessa vez, a natureza cobrou um preço maior com cortes e arranhões nas costas.
No domingo, um pouco já enfadados e com as pernas bastante doloridas por tanto sobe-e-desce, fomos ao Ecoparque. Trata-se de um clube de campo mais organizado e isso fica claro na entrada pelo preço cobrado. O lugar tem rapel, arvorismo, trilhas, tirolesa, restaurante e piscina. De todas as propriedades que visitamos, foi a que encontramos mais gente e isso não é necessariamente bom. Às vezes, o silêncio e a tranquilidade ajuda a aproveitar melhor o passeio.
Cuidado nunca é demais
Marinheiros de primeira viagem, eu e Vanessa investimos em uma bolsa térmica com bebidas na hora de explorar a Véu da Noiva. Esqueça isso. Escalar rochas com um peso nas costas vai exigir um sacrifício desnecessário. No máximo, leve água, pois a hidratação não pode ser relegada a segundo plano. Protetor solar também é item obrigatório. Se você é do tipo que se diverte mais se tiver bebida e comida por perto, não esquente: os bares oferecem de tudo um pouco a preços honestos.
Dentro do veículo, tenha atenção na estrada. Ela é bem asfaltada, mas é muito (bote muito nisso) sinuosa e não permite vacilos. Dirija por você e pelos outros, pois certamente há quem encha a lata de álcool e pegue no carro depois. Não sei como é a vida de quem fica nos hotéis-fazenda, mas no centro da cidade há opções modestas de janta. Nada muito caro, mas nenhuma comida muito refinada (para quem gosta). Nossa pedida foi a Pizzaria Zucca´s, indicada pelo pessoal da nossa pousada. Lá, fomos atendidos pela própria dona, que circula por entre as mesas para saber se tá tudo bem.
Procuramos um forró para dançar, mas não achamos. Então, o cansaço pode bater e a combinação ar-condicionado + cervejinha (ou vinho) + petiscos + mais um amor ao lado talvez seja o melhor negócio à noite. Nós recomendamos!
(Fotos: Arquivo pessoal)
Em seguida, foi a vez de conhecer a Cachoeira do Mágico, cuja entrada também é paga. Há uma área específica para camping se o desejo for um pouco mais de aventura. E por falar em aventura, durante um passeio pelo lugar, nos deparamos com uma serpente de porte médio, que passou na frente de Vanessa. Tomamos um susto, mas a cobra tava mais a fim de achar um lugar entre as folhas. Tratamos de nos acomodar em uma mesa ao ar livre para curtir a parte gastronômica. Foi na Cachoeira do Mágico onde dei meu segundo vacilo. Dessa vez, a natureza cobrou um preço maior com cortes e arranhões nas costas.
No domingo, um pouco já enfadados e com as pernas bastante doloridas por tanto sobe-e-desce, fomos ao Ecoparque. Trata-se de um clube de campo mais organizado e isso fica claro na entrada pelo preço cobrado. O lugar tem rapel, arvorismo, trilhas, tirolesa, restaurante e piscina. De todas as propriedades que visitamos, foi a que encontramos mais gente e isso não é necessariamente bom. Às vezes, o silêncio e a tranquilidade ajuda a aproveitar melhor o passeio.
(Foto: Arquivo pessoal)
Cuidado nunca é demais
Marinheiros de primeira viagem, eu e Vanessa investimos em uma bolsa térmica com bebidas na hora de explorar a Véu da Noiva. Esqueça isso. Escalar rochas com um peso nas costas vai exigir um sacrifício desnecessário. No máximo, leve água, pois a hidratação não pode ser relegada a segundo plano. Protetor solar também é item obrigatório. Se você é do tipo que se diverte mais se tiver bebida e comida por perto, não esquente: os bares oferecem de tudo um pouco a preços honestos.
Dentro do veículo, tenha atenção na estrada. Ela é bem asfaltada, mas é muito (bote muito nisso) sinuosa e não permite vacilos. Dirija por você e pelos outros, pois certamente há quem encha a lata de álcool e pegue no carro depois. Não sei como é a vida de quem fica nos hotéis-fazenda, mas no centro da cidade há opções modestas de janta. Nada muito caro, mas nenhuma comida muito refinada (para quem gosta). Nossa pedida foi a Pizzaria Zucca´s, indicada pelo pessoal da nossa pousada. Lá, fomos atendidos pela própria dona, que circula por entre as mesas para saber se tá tudo bem.
Procuramos um forró para dançar, mas não achamos. Então, o cansaço pode bater e a combinação ar-condicionado + cervejinha (ou vinho) + petiscos + mais um amor ao lado talvez seja o melhor negócio à noite. Nós recomendamos!
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2 de junho de 2011
#Ficaadica
Fernando de Noronha, PE/Brasil – Passeio interessante é o que não falta nesse arquipélago. Mas, tem um que muita não conhece ou esquece de ir: “a hora do lanche” dos tubarões. As pousadas não avisam muito, mas é algo bem interessante de ver. E o melhor, de graça! Quando estive lá descobri por acaso, vendo o aglomerado de pessoas olhando para o mar.
O “lanche” acontece por volta das 17h, ao lado direito do porto de Noronha, em frente a uma casinha de pescadores. Os barcos chegam com a pescaria do dia e começam a tratar os peixes, separando partes que não aproveitam para consumo. Ali, o cheiro já começa a atrair grandes pássaros (que descem para comer na sua mão) e também já é possível notar uma movimentação diferente no mar. Os pescadores pedem silêncio para começar o que mais parece um ritual e, mais ou menos às 17h30, eles começam a entrar no mar para jogar “as guloseimas”. É aí que você vê como os bichões estão pertinho!! Os grandes tubarões aparecem rapidamente e quase saem da água para pegar a comida, como cachorros adestrados. Fantástico!
Arraias gigantes também chegam e, quando as ondas quebram, é possível ver o tamanho delas e também a quantidade de animais que estão ali esperando os peixes. Se quiser, você pode pedir para jogar também. é Só é bem difícil conseguir fotografá-los, devido a luz baixa e a água turva. Mas vale muito a pena viver esta experiência. Não deixe de ir! Encontrei até uns vídeos na internet. Olha esse aí: http://ow.ly/58B7w
(Crédito: trilhamundo.com.br)
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