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3 de maio de 2012

#FicaaDica: As maravilhas do metrô de São Paulo

Mochilera Ju

Passei recentemente alguns dias em Sampa para o Festival Lollapalooza. Claro, aproveitei pra conhecer melhor a cidade e, durante a viagem, praticamente só precisei andar de metrô. Sinceramente, o metrô de São Paulo é uma coisa mágica, quase um Hogwarts Express (com o perdão da referência nerd a Harry Potter). Com ele, você chega a qualquer lugar com uma eficiência que não se vê no metrô de Recife (nem de longe). Pra quem nunca usou e tem medo de encarar o transporte público, não se acanhe. É fácil e você não fácil se arrepender!

Crédito: Google Images
A linha amarela é novíssima e muito organizada

#FicamAsDicas para usufruir do serviço:

- Mapas do sistema estão disponíveis nas estações (você pode até pegar uma versão de bolso) ou aqui. São várias linhas com muitos pontos de integração, mas é muito fácil transitar por eles. A sinalização é impecável;

- Vai usar muito o sistema? Compre vários tickets de uma vez, assim você evita ter que entrar na fila toda vez que for utilizar;

- No site do metrô, você pode planejar seu trajeto, ver mapas e horários e saber das tarifas para comprar diferentes tipos de tickets. O valor unitário é R$ 3, mas existem bilhetes especiais para integração com ônibus em algumas linhas, para idosos, etc;

- A melhor dica de todas: como o Aeroporto de Guarulhos é uma galáxia muito, muito distante (olha eu nerdando de novo), para chegar na capital, você pode pegar um táxi ($$$), um ônibus especial que para nos principais hotéis e pontos da cidade ($$) ou pegar um ônibus para a estação de metrô de Tatuapé, para ir de lá até onde você precisar ($). A passagem do ônibus custa R$ 4,30 e o ticket do metrô, R$ 3! Isso é que é economia!

2 de abril de 2012

#DoFrevoaoTango: Subte, uma relação de amor e ódio

Mochilera Rafa

Poucos devem saber que estou realizando uma vontade de longa data: fugir dos engarrafamentos, deixar o estresse de motorista de lado e economizar no transporte! Sim, estou falando do Subte, o metrô de Buenos Aires. Diferentemente do Recife (que precisa de investimentos com urgência para ampliar as solitárias duas linhas) e um tanto quanto igual a outras “cidades grandes” (estou incluindo ai São Paulo, Madri, Paris, Barcelona, Nova Iorque, Tóquio...), dá para ir a praticamente qualquer canto da capital argentina circulando por baixo da terra. A parte boa é que pode chegar assim em muitos pontos turísticos daqui, sem se preocupar com que ônibus pegar e onde descer (assunto para outro post). Mas também tem uma ruim: não dá para aproveitar o passeio para ver a cidade pela janela do busão!

Então, hoje, vou contar para vocês como funciona esse querido, que me dá muitas alegrias e também muitas tristezas ao meu dia a dia. O Subte está dividido em seis linhas, que são as que vão precisar para circular: A (azul claro); B (vermelha); C (azul escura); D (verde); E (roxa); H (amarela), que está com obras em andamento há um bom tempo. Olhando rapidamente, podemos arriscar que quatro delas estão meio que “paralelas” e as outras cortam a restante, principalmente a C. Encontrar as estações pela rua não é muito difícil, pois todas estão sinalizadas e, do lado de fora, tem um mapa enorme (meio mal cuidado) para ter noção de onde você está e para onde vai. Bom, à primeira vista, as estações não são muito simpáticas, hein! Digo logo para não levarem um susto (como levei!). Meio velhas, meio abandonadas e sujas, meio tensas quando não tem muita gente circulando ou até MUITA gente andando de um lado para outro. Sim, os veículos não estão tão diferentes quanto!


(Crédito: Subte/Reprodução)
Com seis linhas, o Subte corta a cidade, podendo chegar praticamente em qualquer lugar


Uma viagem custa $2,50 (pesos) e dá para fazer combinações, mudando de estações sem pagar a mais, ou seja, não passe pela catraca, porque ai já saiu e vai precisar pagar por outro bilhete. Por falar nisso, se você achar que realmente vai usar bastante o Subte já compre uma quantidade suficiente para não enfrentar filas. A depender do horário e da estação, elas são meio grandinhas. Dá para pedir uma, duas, cinco e dez viagens em um só bilhete. Se só vai e volta, compra a de duas que já está valendo. Sobrando viagens no dia, não se preocupe, pois pode usar em outros. Agora, nem sempre as bilheterias têm esse bilhete único de viagens. Certo dia, pedi dez viagens e a atendente me vendeu dez bilhetes de uma viagem. Bom, não foi nada agradável andar com aquela “coleção” de passagens de metrô na carteira. Cuidado com eles, pois se desmagnetizam com facilidade e são feitos de papel: molhou, rasgou, lascou! Para acompanhar quantas viagens foram usadas, basta ver o verso do cartão o registro impresso pela catraca eletrônica.


(Crédito: Subte/Reprodução)
Você pode escolher os bilhetes de acordo com a quantidade de viagens...

(Crédito: Rafaela Aguiar)
... Acompanhe quantas viagens já deu olhando o registro eletrônico no verso do bilhete

A atenção nos veículos deve ser redobrada! Têm linhas que o sistema não avisa em todas as estações que está parando, então deve ficar de olho para não descer na errada. Apenas as principais que são anunciadas. A dica é ficar contando até chegar onde quer parar e acompanhar o mapa da linha que tem dentro do trem. Ah, as portas não abrem sempre do mesmo lado, ok! Além disso, muito cuidado com os pertences (bolsas, mochilas, sacolas, bolsos). Em horários de picos e em linhas determinadas, o metrô fica LOTADO. Chega ser impossível de se locomover direito. Sim, ocorrem muitos furtos! Cuidado também nas estações que têm combinações, porque a movimentação é muito grande em horários específicos, já que o espaço é pequeno para tanta gente. Você vai ver TODOS segurando as coisas. Então, nem tenha vergonha de imitar. Chamo atenção também para o horário de funcionamento. Durante a semana e aos sábados, abre às 5h e fecha perto das 23h (cada uma varia de horário). Domingo, só abre depois das 8h e fecha um pouco depois das 22h (também varia). Na volta da farra, pegue um taxi.

Ah, agora quero falar sobre o grande problema do Subte que pode afetar o seu passeio e atrapalha muito a rotina dos porteños. Logo de manhã cedo quase que diariamente, tem telejornal dizendo que estação tal está parada para algum tipo de manutenção, funcionando com atraso, ou até nem funcionando porque os funcionários estão protestando por algum motivo. No início deste mês, um faleceu (ainda não soube o motivo) e todos daquela linha pararam para protestar, pedindo melhores condições de trabalho. Bom, eles avisam quando isso acontece e não é o dia todo, apenas por algumas horas. Já fiquei parada dentro do metrô em uma estação por uns 10 minutos ou mais e com o danado andando lentamente. Então, quem puder, liga a televisão num canal local ou numa estação de rádio antes de sair. Entra na internet e dá uma olhada nos principais jornais. Se acontecer com vocês a demora, enquanto esperam, dá para usar a rede Wi-Fi do Subte. Não é lá a maravilha de rede, mas dá para passar o tempo!

Subte na internet
Para quem gosta de planejar a viagem com antecedência, dá uma passada na página do Subte na internet. Não é tão atualizada assim, mas as informações básicas que você precisa estão lá. Pode baixar, em PDF, o plano do metrô, que tem duas versões, inclusive com mapa da cidade com as ruas. Têm também os horários de funcionamento de cada estação, o tempo de trajeto de uma cabeceira para outra e a frequência em minutos de um trem para outro. O ruim é que não tem versão em outras línguas, apenas em espanhol, mas dá para entender.



(Crédito: Subte/Reprodução)
O site do Subte não é tão atualizado, mas tem informações básicas...

... Como baixar o mapa com as linhas e suas estações, além de outras informações

P.S.: Lembra daquele acidente que ficou conhecido como “Tragédia em Once”, em fevereiro, onde mais de 50 pessoas morreram e centenas ficaram feridas? Bom, foi em uma estação, mas não do Subte. Na verdade, foi com um trem de superfície de outra linha. Mesmo assim, o debate sobre a segurança desse meio de transporte ficou mais forte depois disso. Pena que cada um vive jogando a responsabilidade para o outro por aqui...

Serviço:
www.subte.com.ar

5 de março de 2012

#DoFrevoaoTango: Aeroparque ou Ezeiza? Eis a questão...

Mochilera Rafa

Então, meus queridos mochileros, sentiram minha falta?!? Desculpem pela demora do meu retorno ao blog, mas precisei ficar ausente para organizar um pouco da minha vida por aqui: matrícula na universidade, dar entrada no DNI (ainda em andamento!), dar aquela decoração no meu apartamento (coisa que ainda não terminei!) e até mesmo conhecer um pouco da cidade antes de escrever qualquer coisa aqui, não é verdade? Já foram muitos os acontecimentos e estou listando um por um para não esquecer de contar todos os detalhes para vocês. Prometo!! Pois bem, prestes a completar um mês na vida porteña (já!), nada mais do que justo comemorar a data iniciando as atividades da seção #DoFrevoaoTango! Vamos lá?

Quero começar falando de algo que pode parecer básico, mas muita gente não sabe e acaba sendo pego de surpresa: o DESEMBARQUE! Para chegar a Buenos Aires, você pode desembarcar em um de seus dois aeroportos da região, que, para entender melhor, os comparo com os de Guarulhos e Congonhas, ambos de São Paulo. O Aeropuerto Internacional Ministro Pistarini de Ezeiza – mais conhecido como Ezeiza – é o mais importante da Argentina. Está a uns 22 quilômetros da cidade de Buenos Aires, ou seja, esse o comparo com Guarulhos. Já o Aeropuerto Jorge Newbery – mais conhecido como Aeroparque – está dentro de Buenos Aires, a noroeste, só a dois quilômetros do centro, ou seja, tipo Congonhas.


(Créditos: AA 2000)
Ezeiza está para Guarulhos, assim como...


...Aeroparque está para Congonhas!


Então, na hora de comprar a passagem, fiquem de olho quanto a escolha. Por isso, vou contar o que aconteceu comigo para facilitar a chegada de vocês aqui. Uma semana antes do meu embarque, com tudo certinho, a companhia aérea me liga para informar que o meu voo sofreu modificações. O correto seria sair do Recife por volta das 11h, chegar em Guarulhos (SP) às 16h (horário de verão) e embarcar para Buenos Aires às 18h e pouca. Só que o trecho SP/BUE, via Aeroparque, foi cancelado e queriam me transferir para Ezeiza. Bati o pé e informei que só queria desembarcar no aeroporto que tinha escolhido anteriormente. Então, a solução foi embarcar às 9h do Recife, fazer conexão no Galeão (RJ), que durou quase cinco horas, para desembarcar no Aeroparque.

Fiquei muito revoltada, porque queria e muito facilitar a minha chegada para que fossem me buscar. Depois de alguns dias, meio que entendi o motivo do cancelamento do voo da companhia aérea. Achei no site do jornal Clarín.com uma matéria que explicava tudo: a atual movimentação de passageiros não é compatível ao seu tamanho, porque, além dos voos regionais, atende os mais diversos internacionais. Segundo o texto, cerca de 600 a mil turistas dividem o espaço reduzido, com duas das 14 portas de embarque. Além disso, muitas companhias (locais e internacionais) transferiram seus voos de Ezeiza para o Aeroparque com o objetivo de não perder passageiros (concorrência, meus queridos!), ou seja, um sistema estrangulado. Talvez, por isso, tenham cancelado o meu voo original! Se quiserem ler a matéria toda, vejam aqui.


(Crédito: Reprodução da internet)
Ao que parece, o sistema do Aeroparque está estrangulado


Escolher por Aeroparque tem lá sua vantagem logística: estar dentro da cidade, gastar menos com taxi e poder chegar no aeroporto com mais tranquilidade. Entretanto, o cenário não me parece muito favorável, pode reservar algumas surpresas e não tem uma grande variedade de horários. Mesmo assim, vale arriscar, tá? Já soube de gente, recentemente, que desembarcou e embarcou no Aeroparque na maior tranquilidade e ainda foi passagem de promoção. Se os voos de Ezeiza forem mais interessantes, comprem os bilhetes, mas conscientes de que vão desembolsar uma grana que pode chegar a $200 (pesos) na corrida do taxi por um trecho – esse valor varia bastante a depender do seu destino final, ok? Em compensação, Ezeiza tem uma infraestrutura maior para os passageiros.

No site da gestora Aeropuertos Argentina 2000 (AA 2000), vocês podem encontrar informações importantes sobre os voos, de todos os aeroportos argentinos, saber quais linhas aéreas operam aqui, como fazer câmbio, como chegar e sair deles, entre outros dados.


(Crédito: Reprodução da internet)
No site do AA 2000, tem informações que podem ajudar bastante


#Ficaadica
Bem rapidinho, mas de uma relevância importantíssima para todos! Se vocês já não vierem com pesos argentinos (mais provável), terá que fazer câmbio em um dos aeroportos. Não recomendo fazer de muita grana, porque acaba saindo caro. Então, a dica é trocar apenas o suficiente para a corrida do taxi. Por falar nisso, peguem APENAS os taxis credenciados do aeroporto, chamado de remises. No site da AA 2000, você encontra os credenciados. Essa indicação foi reforçada por um próprio taxista que peguei por aqui para uma corrida, que disse: “Eles passam dinheiro falso e tem taxímetros adulterados”. Bom, melhor evitar, não é mesmo? Sim, têm ônibus sim, mas não acho tão indicado. Conversei com algumas pessoas por aqui quanto a isso e todas recomendaram taxi, por ser mais rápido e seguro. As linhas existentes vocês encontram também no site da AA 2000. Pelo que vi, parece que eles fazem aqueles circuitos que rodam, rodam, rodam e demoram horas para chegar ao destino. Isso carregando maletas não é muito indicado, não é mesmo?

Serviço:
http://www.aa2000.com.ar/

10 de janeiro de 2012

Atenção, você vai alugar um carro!

Mochilera Rafa

“Vem chegando o verão. O calor no coração....” Bom, o verão já começou faz é tempo, principalmente pelas bandas de cá. Essa estação do ano misturada ao mês de janeiro e fevereiro, férias e carnaval, respectivamente, só dá para pensar em... VIAJAR. Então, para quem vai arrumar as malas e pegar a estrada, quero dar umas dicas sobre ALUGUEL DE CARROS. O turista que faz isso quer mais liberdade para sair desbravando o lugar que escolheu para conhecer do jeito e na hora que quiser. Ah, mas algumas coisas devem ser levadas em consideração antes de tirar o veículo da garagem de uma locadora. Para isso, vou contar uma história para vocês que vai servir de um bom exemplo.

No ano passado, eu e mais três amigos, do Recife, nos juntamos e criamos a #caravanAJU, na qual pegamos a estrada para visitar um casal de amigos nossos que moram em Aracaju (SE). Devido à quantidade de pessoas e da dificuldade lá de locomoção por taxi e ônibus, decidimos alugar um carro. Como escolhemos o feriado da Semana Santa, foi bem complicado conseguir com locadoras veículos disponíveis. Eis que, depois de várias tentativas da nossa amiga, encontramos uma. Pegamos um carro popular, 1.0, quatro portas e com ar. Não sei absolutamente nada de carro. Acho que só o básico do básico, mas, como já tinha alugado outras vezes, tomei a frente e pedi para todos fazerem um mutirão e procurar todo e qualquer arranhão, amassado e afins já existentes no veículo. Solicitamos que o funcionário anotasse tudo e nos fornecesse uma cópia dessas informações, coisa que ele não queria dar.

(Crédito: Adelmo Vasconcelos)
A #caravanAJU ficou de olho em tudo, mas imprevistos acontecem...

Rodamos pela cidade durante o feriadão e nos divertimos, mas, como felicidade de pobre dura pouco, surgiu o problema. No dia da entrega do carro, a locadora estava fechada. Pois é, fechada, mesmo tendo veículo a ser devolvido. Conseguimos falar com o dono pelo celular, que nos disse para entregar no dia seguinte, pois ele estava viajando (?), já que era fim de semana de feriado. Diante do estresse, ficou resolvido que nossa amiga que mora em Aracaju entregasse o carro. Só que vem o questionamento fatal: “se não tivéssemos nossos amigos lá, como faríamos, já que estávamos com voo marcado para embarque e retornarmos para casa (lê-se Recife)?” O certo era ter alguém lá esperando na hora combinada para a entrega do carro. Muito menos nos foi avisado que estaria fechado. Enfim, isso foi um desrespeito ao consumidor!

Não estou querendo dizer que as locadoras agem de má fé, mas é importante estarmos atentos a essas coisas para não estragarem a viagem tão desejada e planejada. Por isso, segue uma lista de observações que considero importante na hora de alugar um carro:

- Não deixe para alugar carro de última hora;
- Faça pesquisa de preço;
- Veja qual tipo de veículo se encaixa no seu orçamento e na sua viagem;
- Bote na ponta do lápis as vantagens de quilometragem livre ou não;
- Acrescente no seu planejamento financeiro da viagem a gasolina;
- Tire todas as suas dúvidas com a locadora como vai funcionar o contrato antes de sair com o carro;
- Verifique se tem seguro e as formas de pagamento;
- Olhe todo o veículo por dentro e por fora. Seja chato e demore o tempo que precisar. Peça para anotar e uma cópia das informações;
- Dirija com cuidado. Lembre-se: qualquer coisa que acontecer com o carro, quem paga é você;
- No dia da entrega, não deixe o tanque cheio. É o mesmo que perder dinheiro.


Então, depois disso, que tal pegar a estrada para uma praia bem bacana nessas férias? =)

19 de setembro de 2011

Turismo no metrô

Mochilera Rafa

Recebi, no último fim de semana, um email da minha querida amiga jornalista Dulce Reis (@dulcereis), sugerindo um vídeo que me tirou o fôlego e fez relembrar das minhas aventuras na tão querida Cidade Luz, Paris. Na verdade, o tal vídeo despertou um certo sentimento que estava adormecido, já que pelas minhas bandas (Recife-PE) eu não consigo alimentá-lo com uma certa frequência, quer dizer, nunca (no decorrer do post, vocês vão entender). Pode parecer coisa de uma pessoa perturbada do juízo (talvez seja), mas tenho uma paixão pelos metrôs. Sim, METRÔS. É, isso mesmo, fiquem rindo, mas deixem só explicar o motivo que vocês vão me entender, e quem sabe, até concordar comigo, ou se apaixonarem também por ele.

Bom, o vídeo que Dulce me enviou foi o “Sub City Paris”, no qual mostra poeticamente o metrô dessa cidade tão inspiradora. Vou esperar vocês darem uma olhada nele antes de falar qualquer coisa sobre o assunto. Leva quase três minutinhos. Clica aqui para assistir e volta (...)



(Crédito: Reprodução)
Já fez turismo pelo metrô? É uma boa oportunidade de conhecer um pouco mais da cultura do lugar


Então, assistiram? O que acharam? Perfeito, não é. Quando viajo e, naquele lugar tem um sistema de metrô, faço questão de andar por ele. Sim, podemos considerá-lo como um meio de transporte público mais eficiente, principalmente quando ele proporciona chegar a qualquer lugar da cidade onde esteja usando apenas um bilhete. Já passei pelo de Madri, Paris, Barcelona, Roma, São Paulo... Lógico, cada um tem suas qualidades e defeitos. Alguns mais bonitos e limpos, outros sujos e perigosos, tem aqueles mega lotados na hora de pico e até tranquilos ao ponto de tirar um bom cochilo. Mas todos têm algo em comum: as pessoas!

É lá embaixo onde conhecemos um pouco mais o povo daquele lugar que visitamos. Sabemos como eles se comportam, como se vestem, se são apressados e estressados, se estão indo trabalhar ou voltando de uma boa balada, se tomaram café ou almoçaram, se estão apenas passeando ou indo fazer a feira da semana, se são educados ou individualistas, se estão apaixonados ou brigados, se são casados ou solteiros, o que gostam de ler e se leem algo, quantos filhos têm, o que gostam de comprar e o que vendem. Quando “turistei” por aqueles metrôs (parando alguns momentos e observando, enquanto os veículos não chegavam), posso dizer que passei por uma das experiências mais fantásticas das viagens, pois aprendi um pouco mais do cotidiano de cada um. Porque fazer turismo não é apenas visitar os pontos mais famosos e pronto. Sou da filosofia de que, para “turistar” de verdade, tem que voltar para casa sabendo do POVO daquele lugar.



(Crédito: Arquivo pessoal)
Desbravando o metrô de Madri na última viagem pra Zoropa, com Lala


Você já fez algo parecido? Um “turismo antropológico”? Conta para nós!

#Ficaadica
Pegar o metrô, de fato, em algumas cidades, é a melhor forma de um turista circular. Só precisam ficar atentos a duas coisas básicas: segurança e entender o sistema. Se estiverem com malas, fiquem grudadas a elas. Não tirem o olho, sério. O mesmo para bolsas e bolsos de calças e casacos. Sempre desconfie de quem estiver ao seu lado. Na maioria dos países, o metrô é o lugar onde as histórias de furtos são famosíssimas. Além disso, muitos sistemas são complicadíssimos, então procurem logo, assim que chegar, um mapa de todo o metrô. Se possível, antes de sair do hotel, façam uma programação, vejam a estação mais próxima de onde vão, porque dá para se perder fácil lá por baixo!


P.S.: Ah, quando falei que aqui, em casa, não ando de metrô, é que o sistema recifense não é dos melhores, além de não atender de forma eficiente a demanda da cidade. Sem falar que o metrô não é subterrâneo, já que Recife está abaixo do nível do mar e não se pensou nesse tipo de transporte como alternativa para atender o caos do futuro, ou melhor, de hoje.

P.S.2: Gente, pedimos desculpas a todos pela ausência na última semana. A partir de hoje, voltamos com todo gás, após passarmos alguns dias "mazeladas" com alguma enfermidades. Prometemos compensar o tempo perdido nos próximos posts. =)

29 de agosto de 2011

Bondinho de Sta Teresa: uma tragédia anunciada

Mochilera Sabri

Sempre quando eu conversava com alguém sobre viagem ao Rio de Janeiro, dava (e ainda dou) ênfase ao passeio em Santa Teresa, à beleza do lugar, os barzinhos lindos e deliciosos, o clima descolado da pessoal que mora por lá, e claro: o charme de se chegar lá de bondinho. Inaugurados em 1877, os bondes ainda funcionam e são os principais meios de transporte para o bairro, que fica lá no alto.

Apesar de eu ter ido mais de uma vez a Santa Teresa através desse veículo e até recomendar o passeio para muita gente, nunca me senti segura naquele transporte. As duas vezes que fui, adorei, mas não deixei de ter medo. Quem foi alguma vez a turismo, sabe do que estou falando.

E meu medo não era à toa: neste sábado, infelizmente o bonde descarrilou, matando cinco pessoas (entre elas o maquinista) e deixando mais de 50 feridas (!!!). Aí você pensa: “Como assim 50? E ali cabia isso tudo?” Não, não cabia. E é por isso mesmo que você sabia que aquilo era uma tragédia anunciada, mas que as autoridades fingiam não enxergar.


(Foto: internet)
Lá em cima, você lembra como um cinto de segurança é importante

As duas vezes que fui, a fila para o passeio era grande. Como são poucos bondinhos, você esperava bastante. Quando o pessoal começava a entrar, lotando os bancos, a empresa chamava quem queria ir em pé. Muita gente, cansada de esperar, passava correndo e topava ir pendurada no veículo. Outros, que já estavam acostumados (como moradores) até preferiam ir em pé mesmo. Na primeira vez que andei, fiquei super tensa por ver até crianças penduradas para o lado de fora, com o bonde em velocidade, mas nem o maquinista e o cobrador falavam nada. Pelo caminho, muitas pessoas subiam e desciam também, às vezes com o carro até em movimento.

Outra coisa que me incomodou foi a falta de cintos. Quando você passa por cima do Arqueoduto da Lapa, você sente falta deles na hora. Imagino que no último sábado, o bondinho saiu assim: lotado. E aliado à falta de manutenção (que eu imaginava que era feita, por se tratar de um meio de transporte tão popular do RJ), deu-se no desastre.

                                                                                               (Foto: Bruno Agostini)
Bondinho de Santa Teresa: sempre lotado

Uma tristeza! Primeiro, pelas vítimas (ali, podia estar eu ou você). Segundo, pelo turismo que parece não ser levado a sério ainda no Brasil. Terceiro, porque tudo isso poderia ser evitado, se fosse bem cuidado e operado com mais segurança. E esse não é o primeiro acidente (Em junho, um turista morreu ao cair lá de cima do arco, e nada foi feito. Fora muitos outros que aconteceram antes). Quarto e último, porque isso mancha a cidade do Rio de Janeiro e do País lá fora.

O desabafo vem para reforçar (até para mim mesma) que precisamos ter cuidado redobrado em lugares desconhecidos. Turista é afoito por natureza, acha que tem sempre um “anjo da guarda mochileiro” por perto. Mas, infelizmente, não é assim. Conheça tudo, mas não se arrisque em lugares que você não sente firmeza. Pra que ir em pé? Pra que ir mais alto? Pra que ir de madrugada? Pra que ir por um lugar menos indicado? Pela trilha mais perigosa? Seguro, morreu de velho.

#Dica básica: Pergunte sempre aos moradores da cidade (de confiança, como recepcionistas de hotéis) o que não se deve fazer, onde não se deve ir, como não se deve andar. Eles sempre terão as melhores informações. E respeite seus medos, não se arrisque! Quem sabe se aquele turista que caiu lá de cima tivesse ouvido alguém local, que falasse sobre o perigo de andar ali pendurado, sobre os acidentes anteriores, sobre a possível falta de manutenção do bonde, sobre a realidade brasileira no quesito segurança...o acidente não poderia ter sido evitado? :(


Obs: Já falamos sobre cuidados na viagem aqui, através da experiência de duas leitoras. Uma, aconteceu na China e a outra no Rio Grande do Sul. Relembre.

27 de junho de 2011

#100anosdemachupicchu: Uma tosca viagem de trem

Mochilera Rafa

Como iniciado anteriormente, vamos dar continuidade a nossa homenagem aos 100 anos do descobrimento da cidade de Machu Picchu (Peru), a serem completados em julho. Neste post, vou contar a vocês como foi minha viagem de trem até a cidade sagrada e como também faz parte da atração turística da cidade. 

Eram 7h05, um frio de doer os ossos e lá estava eu, descendo da van da empresa de turismo na estação Ollantaytambo, no Valle Sagrado, para embarcar ao meu destino: Machu Picchu. Com minha mochilinha nas costas, embarquei em um vagão, no qual uma mesa de quatro pessoas foi dividida. Descobri que era um nativo (guia turístico), um venezuelano e, para variar, um brasileiro. Foi um desespero passar quase três horas ouvindo aquele cidadão falando um portunhol terrível com os outros sobre o Brasil. O que salvou a viagem e calou a boca da figura foi o serviço de bordo, sim o trem tinha comissários para lhe atender e a comida (que estava boa!) fazia parte do bilhete turístico comprado para a viagem.


(Crédito: Arquivo pessoal)
É muita vontade de viajar de manhã cedo com um friiiiiio


O atendimento do pessoal é de primeira. Os comissários eram super organizados, bilíngues e simpáticos. O vagão que peguei foi bem legal, pois era meio que panorâmico. Tinha janela até no teto. A parte mais interessante da viagem é você perceber, ao longo do caminho, a mudança do clima e vegetação da região. De um terreno meio seco e árido, com várias plantações de milho, para uma vegetação amazônica e aparentemente úmida, com enormes árvores. Além disso, você também conhece as diversas faces do rio Urubamba, que margeia quase todo o caminho até Machu Picchu. Ele começa bem tranquilo e calmo, para terminar agitado e com uma correnteza de botar medo. Isso porque, apesar de a gente não sentir, estamos descendo dos quase 3,5 mil metros de altitude (Cusco) para 2,4 mil metros (Machu Picchu), então já deu para entender, não é mesmo?

Ida à parte... Vamos falar da volta. Embarquei no meio da tarde, por volta das 15h. Já não fazia tanto frio. Encontrei o venezuelano da ida, mas não embarcamos juntos. Não imaginava o quanto essa separação foi desesperadora! Foi a partir daí que a viagem começou a se tornar hilária. No meu vagão, todos os passageiros eram senhores e senhoras americanos. Eu era a única jovem e que falava espanhol no local. Fiquei desesperada quando uma das senhoras que dividia a mesa comigo teve a “brilhante” ideia de conversar comigo em inglês. Nossa, me desesperei. Para completar, o comissário de bordo tentou ser simpático demais comigo e tive que aguentar diversas gracinhas peruanas ao longo da viagem (hunf...). Bom, novamente, o serviço de bordo, momento para todos se distraírem.

Passei a viagem toda ouvindo os passageiros conversarem em inglês. Quando já estava ficando enlouquecida com isso, eis que uma música bem peruana começa a tocar no sistema de som do vagão. De repente, do nada, surge uma figura completamente fantasiada e cheio dos brebotos pendurados, inclusive uma llama filhote. Gente, nada de preconceito, mas foi a apresentação mais tosca que já vi em minha vida. Morri de vergonha alheia. Até hoje, não consegui descobrir que apresentação foi aquela, na qual o “dançarino” andava de um lado para outro no vagão, no ritmo da música, e convidando uma das passageiras gringas para dançar. Graças, eu estava no cantinho da janela, bem quietinha e gravando tudo, claro!


(Crédito: Rafaela Aguiar)
Susto com a apresentação folclórica no meio da viagem


Ah, mas a situação tosca não para por ai. Após a apresentação folclórica, uma música dance dos anos 90 começa a tocar. Dos bastidores, saem os comissários de bordo vestindo casacos e acessórios feitos a base de lã de alpaca. Não acreditei e me perguntei várias vezes. Sim, era um desfile de moda! Fiquei de cara no chão e comecei a rir. Novamente, vergonha alheia. As figuras paravam e posavam para as fotos, assim como também para os passageiros poderem tocar no produto. Logo após o desfile, eles voltam com um carrinho com todas as roupas apresentadas, inclusive com uma maquininha de cartão de crédito. Eficiente, não! Curiosa nada, fui perguntar o preço de um casaco e quase cai para trás: US$ 100! E os gringos americanos compravam desesperadamente. Por que tem turista que gosta dessas coisas, hein? Vôte! Para completar a viagem, no desembarque, ainda tive que ouvir do tal comissário de bordo: “Você está viajando sozinha? Procurando namorado?”. Tudo bem, ok! Depois dessa, digo que foi a viagem mais tosca que fiz na minha vida!


(Crédito: Rafaela Aguiar)
Turista confirmando se realmente era lã de alpaca

#Ficaadica
Quando viajei, a compra do bilhete de trem estava incluída no pacote turístico que fiz para Cusco-Machu Picchu. Bom, o preço individual (ida e volta) custou um pouco mais de US$ 100 (era que constava no bilhete, na época). Além disso, a agência peruana (foi minha prima que lá comprou) me vendeu o serviço “Vistadome”, da Perurail, que tive direito a tudo isso. Então, existem outros preços para a viagem, pois os nativos também usam bastante o transporte. Aconselho a procurarem com as agências de viagens se está incluído e se realmente vale a pena comprar individual ou dentro de um pacote (passagem, hospedagem e passeios), como foi no meu caso.

Confira mais fotos da viagem no álbum Cusco/Machu Picchu lá no Flickr.

Serviço:
www.perurail.com 

30 de maio de 2011

Que avião que nada, vá de barco!

Mochileira Sabri

Quando estava organizando minha última viagem para a Argentina, uma das minhas maiores dúvidas era qual a segunda cidade que eu poderia conhecer num espaço de oito dias. Como eu já conhecia Buenos Aires, queria aproveitar para conhecer outro país também. Decidi pensar em algo mais perto como o Uruguai e aproveitar a facilidade de chegar lá rapidinho: de barco! As cidades escolhidas foram: Colônia Del Sacramento e a capital, Montevidéu (depois dedicarei um post para cada uma, aguardem!)

Para comprar as passagens para meus próximos destinos, fui à loja do Buquebus (Buque = barco + bus = ônibus), que fica em Puerto Madero, dentro do terminal fluvial. Como era dia de semana, o movimento não estava tão grande. Mas se você pretende fazer a viagem durante o final de semana, se programe para comprar com mais antecedência, pois corre o risco de não encontrar lugar (pode comprar pela internet: www.buquebus.com). As empresas Ferry Turismo e Cacciola fazem esse serviço, mas não as conheci.


(Crédito: Mochileras de Tacón)
Terminal fluvial do Buquebus (Puerto Madero)

O lugar me surpreendeu! Lindo, moderno e extremamente organizado. Melhor que muito aeroporto brasileiro. Dentro, tem uma agência de viagem que oferece muitas combinações de roteiros para diversos destinos, inclusive para o Sul do Brasil. Comprei minhas passagens do ferry rápido, que em uma hora está em Colônia (tem também o ferry lento - três horas para chegar) e preferi ficar por lá um dia para depois comprar uma passagem à parte para Montevidéu (sai ônibus a cada meia hora na rodoviária de Colônia).

A volta comprei o combinado ferry rápido + ônibus de Montevidéu para Buenos Aires. Existem também a opção de ferry rápido direto de lá para a capital argentina (três horas de viagem), que dá o mesmo tempo de viagem, mas sai um pouquinho mais caro e não tem todos os horários. O lado bom é que você compra as passagens em peso e, dependendo do câmbio, o preço sai bom. Hoje, fiz a simulação nos mesmos dias e horários que fiz e ficou R$100 ($254,99) a ida para Colônia e a volta sai por R$119,93 ($305,78), na opção de ferry + ônibus de Montevidéu.

(Crédito: Mochileras de Tacón)
Limpo, funcional e moderno, o Buquebus tem até espelho d´água 

O embarque
É preciso chegar uma hora antes para o check-in. A bagagem de mão passará por um raio-x e – com estamos saindo do país – você também passa por uma imigração. Como em qualquer país da América do Sul, você pode apresentar o passaporte ou carteira de identidade (atualizada, por favor!). Também é preciso entregar aquele papel que a imigração argentina te dá quando você entra no país (que você preenche no avião). Você só sai com ele, assim como só volta para o Brasil com ele. Então, pela Nossa Senhora das Boas Viagens, não o percam!!

A viagem
Confesso que subestimei a qualidade do ferry que faz essa travessia pelo Rio de La Plata. Achei que seria como aquelas balsas que fazem a travessia do Rio para Niterói. Assim como o terminal fluvial parecia um aeroporto, o “barquinho” parecia um avião. As poltronas eram iguais, telões que passavam filmes, comissários e vídeos que explicam como usar o salva-vidas em caso de acidentes. Tinha ainda lanchonete e  uma área com mesinhas. Lá embaixo, era a "garagem", pois esse ferry funcionava como balsa para transportar veículos de um país por outro. Excelente estrutura!

A única coisa negativa que achei foi o fato de não ter lugar marcado! Se você não chega cedo, não consegue ficar na janela. Mas pode andar, tirar foto em pé, comer em pé e o melhor: aproveitar ao free shop! Uhuuu! Sim, isso mesmo, tem um dentro do barco só pra você! O ferry é bem grande e a viagem não balança quase nada. É rápida, tranquila e passa a sensação de ser bem segura. Na chegada lá do outro lado, você faz a imigração novamente e recebe outro papel (também não perca esse!), que será recolhido na sua volta à Argentina ou a qualquer outro país.


(Crédito: Mochileras de Tacón)
Mesinhas para quem quer ir comendo ou tomando um café

A volta
Como falei acima, na volta preferi pegar o ferry rápido + bus por conta do horário, pois precisava estar em Buenos Aires às 12h e o primeiro ferry direito entre as cidades, aos sábados, sai depois do meio-dia. Na rodoviária de Montevidéu, procurei a fila do Buquebus (fica alguém fardado chamando os passageiros e na frente do portão de embarque). Na hora exata, começou o embarque para o ônibus, numa viagem que duraria quase três horas até Colônia. Só sugiro que programem essas viagens para chegar antes do anoitecer, pois como passamos por vários trechos de favelas, acho mais seguro.

Quando descer, pergunte direitinho qual é o seu, para não perdê-lo, pois, quando você desce do ônibus, se mistura com as dezenas de turistas que chegaram e que vão embarcar em vários horários. Lembre-se que você vai fazer outro embarque. Peguei um outro tipo de ferry na volta e era ainda mais bonito que o outro. Parecia um cruzeiro, com escadas douradas, um enorme free shop e opções de primeira classe luxuosa, no primeiro andar. O ponto negativo é que se não chegar logo podem correr o risco de viajar em pé.

A chegada foi tranquila e é lindo ver Buenos Aires se aproximando. Depois de pegar as malas e fazer a imigração, fui atrás de um câmbio para trocar o peso uruguaio. O único do terminal estava fechado, pois, aos sábados, só funciona até meio-dia. Acreditam?!? Então, vai outra dica: se der tempo, troque logo na saída, pois se acontecer de você chegar sem peso argentino e o câmbio estiver fechado, você não vai ter como pagar o táxi. Querem saber o que fiz? Guardei minhas malas no locker de lá (que é super caro, $15 por volume!) e fui andando até a Florida trocar dinheiro. Ufa! Tudo é experiência, né?


(Crédito: Mochileras de Tacón)
Barquinho?!? Não substime o ferry boat do Buquebus

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