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11 de julho de 2015

Friozinho e música clássica no Festival de Inverno Campos do Jordão

Mochilando por São Paulo nos próximos dias e amante da música clássica? Faça uma side trip por Campos do Jordão. É que está rolando por lá, até o dia 2 de agosto, o 46º Festival Internacional de Inverno, o mais importante de música clássica da América Latina. A programação do evento é extensa, contando com mais de 70 atrações de orquestras e banda sinfônicas mais importantes do Brasil. Além disso, a agenda conta com apresentações de artistas e grupos convidados nacionais e internacionais. O melhor de tudo é poder prestigiar boa parte da programação, que você pode conferir no site do festival, sem pagar nada. Segundo a organização do evento, a maioria dos concertos são gratuitos.

(Cicero Rodrigues/Divulgação)

18 de maio de 2015

Gastronomia: 7 melhores cafeterias de São Paulo

Uma pausa para tomar aquele cafezinho e repor as energias entre um passeio e outro durante a viagem é sempre bem-vindo. Mas se você for uma mochileira amante da bebida, como nós, não vai se contentar apenas com uma paradinha em uma cafeteria. Quer conhecer várias e degustar os mais diversos sabores. Por isso, a sua próxima mochilada (obrigatória!) é por São Paulo, onde a paixão brasileira pelo café bate mais forte. Por lá, começar o dia sem o famoso café com leite é impossível. Preparamos um roteiro especial com os lugares mais legais para apreciar essa deliciosa bebida na terra da garoa.

(TravelCoffeeBook/Pixabay)
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15 de maio de 2015

10 capitais mundiais da moda

Se você, assim como nós, é uma mochileira apaixonada pela moda, precisa conhecer, pelo menos uma vez na vida, as capitais mundiais da moda. Não falamos apenas pelas compras (a tentação é grande, pois muitas delas abrigam grandes marcas!), mas pela história, a cultura e o povo de cada um desses lugares. Por isso, selecionamos para você as 10 cidades que sempre ditam tendências. Escolha o seu próximo destino e volte com a mochila cheia de estilo.

(Christopher Macsurak/Flickr)
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13 de abril de 2015

5 melhores praias brasileiras para paquerar

Viajar é viver novas experiências e, entre elas, está a possibilidade de conhecer pessoas de diversas culturas. Como uma mochileira, você faz novos amigos que podem durar apenas os dias da viagem ou a vida inteira. E por que não ter uma linda história de amor? Se você está solteira e disposta a viver um romance aventureiro, aposte no nosso clima praieiro. O litoral brasileiro tem lindas praias, gente bonita, clima de paquera e é considerado como o paraíso por muitos estrangeiros. Então, coloque o biquíni na mochila e conheça as 5 melhores praias para paquerar no Brasil.

(Alexandre Macieira/Riotur)
praias brasileiras paquerar

31 de março de 2015

São Paulo: Agenda de shows nos próximos 3 meses

Viajar e ver o seu cantor ou banda favorita é o mesmo que juntar a fome com a vontade de comer. Você pode arrumar a mochila para ver o show e ter a boa desculpa de passar uns dias a mais para turistar. Também pode aproveitar que está passeando pela cidade e por que não curtir a apresentação. Então, se o seu destino for São Paulo no próximo trimestre, separamos uma lista de shows que estão previstos para você programar uma rapidinha pela terra da garoa.

(Divulgação)
shows
Jason Mraz

29 de janeiro de 2015

Carnaval: Caia na folia com as prévias de São Paulo

Fevereiro está aí, batendo na porta e, junto com ele, vem o Carnaval. Para os foliões ansiosos em São Paulo, a animação prévia começa neste fim de semana. Então, se você estiver passando pela capital paulista, aproveite para cair no samba com alguns grupos carnavalescos programados para sair pelas ruas da cidade. A folia vai rolar até o dia 16 de fevereiro.

(Jefferson Pancieri/SPTuris)

23 de janeiro de 2015

#FicaVaiTerBolo: Aniversário de São Paulo

De passagem pela terra da garoa neste fim de semana? A sua programação está garantida. São Paulo comemora 461 anos de história no dia 25, mas a cidade já vai estar no clima de festa a partir do dia 24. Entre na onda de parabéns desfrutando de shows gratuitos espalhados pelas quatro regiões da cidade e de outras atividades agendadas, como passeios guiados gratuitos e programação especial dos museus. Você pode conferir a programação completa no site oficial de turismo da cidade de São Paulo, mas selecionamos algumas atividades que são as pedidas para o fim de semana.

(Visit Brasil/Flickr)
Igreja e Praça da Sé

6 de setembro de 2013

Ninguém ouviu os "gritos" do Museu do Ipiranga

Dia 7 de setembro, data que se comemora a nossa independência, 7 de setembro de 1822. Então, por que não falar sobre um dos mais importantes símbolos da história brasileira e um ponto turístico que para muitos pode passar despercebido ao comparar com tantos outros famosos espalhados pelo País? Estamos falando do Museu Paulista da Universidade de São Paulo (USP), mais conhecido como Museu do Ipiranga, que guarda um grande acervo paulista e, claro, referente à Independência do Brasil.

Se alguém estiver turistando por São Paulo e quiser aproveitar a data para conhecê-lo, pode não conseguir entrar. O museu está de portas fechadas para uma reforma emergencial. Legal saber que estão cuidando do nosso patrimônio histórico, só tem um “porém”. A situação do prédio de 120 anos é tão caótica – com infiltrações, rachaduras, mofo e reboco caindo – que a obra vai durar anos. Sim, muitos anos para um ponto turístico tão importante estar fechado. A previsão de reabertura é em 2022.

(Imagem: Wikipédia)
Obras emergenciais do museu devem demorar quase uma década

Há mais ou menos três anos, passamos por lá quando estávamos de passeio por São Paulo. De fato, o Museu do Ipiranga tem uma beleza particular e um acervo da história brasileira de tirar o fôlego, além de um lindo jardim e espaço verde. Todos se admiram ao ver bem de perto o quadro Independência ou Morte - “O grito do Ipiranga”, de Pedro Américo, que muitos só conhcem por imagens impressas nos livros da História do Brasil. A tela é enorme e ocupa toda uma parede de uma das salas do museu.

(Imagem: Wikipédia)
"O grito do Ipiranga" é a principal representação da Independência do Brasil

É triste saber que obras como essa (e tantas outras) estão sob a proteção de um edifício esquecido pelo tempo e pela nossa velha conhecida “burocracia governamental”, já que a coordenação do museu é dividida entre os governos municipal e estadual de São Paulo. Além disso, é tombado por três órgãos diferentes. O jeito é torcer para que tudo termine o quanto antes.

O museu recebia cerca de três mil pessoas diariamente. A expectativa e esperança de muitos é que aos poucos o edifício reabra gradualmente. Parece que estão correndo contra o tempo, segundo o jornalista Edison Veiga em seu blog.

Conversamos com uma grande amiga nossa e jornalista Rachel Motta, que no dia da nossa visita ao Museu do Ipiranga estava junto com a gente. Olha só o que ela também acha disso tudo:



3 de maio de 2012

#FicaaDica: As maravilhas do metrô de São Paulo

Mochilera Ju

Passei recentemente alguns dias em Sampa para o Festival Lollapalooza. Claro, aproveitei pra conhecer melhor a cidade e, durante a viagem, praticamente só precisei andar de metrô. Sinceramente, o metrô de São Paulo é uma coisa mágica, quase um Hogwarts Express (com o perdão da referência nerd a Harry Potter). Com ele, você chega a qualquer lugar com uma eficiência que não se vê no metrô de Recife (nem de longe). Pra quem nunca usou e tem medo de encarar o transporte público, não se acanhe. É fácil e você não fácil se arrepender!

Crédito: Google Images
A linha amarela é novíssima e muito organizada

#FicamAsDicas para usufruir do serviço:

- Mapas do sistema estão disponíveis nas estações (você pode até pegar uma versão de bolso) ou aqui. São várias linhas com muitos pontos de integração, mas é muito fácil transitar por eles. A sinalização é impecável;

- Vai usar muito o sistema? Compre vários tickets de uma vez, assim você evita ter que entrar na fila toda vez que for utilizar;

- No site do metrô, você pode planejar seu trajeto, ver mapas e horários e saber das tarifas para comprar diferentes tipos de tickets. O valor unitário é R$ 3, mas existem bilhetes especiais para integração com ônibus em algumas linhas, para idosos, etc;

- A melhor dica de todas: como o Aeroporto de Guarulhos é uma galáxia muito, muito distante (olha eu nerdando de novo), para chegar na capital, você pode pegar um táxi ($$$), um ônibus especial que para nos principais hotéis e pontos da cidade ($$) ou pegar um ônibus para a estação de metrô de Tatuapé, para ir de lá até onde você precisar ($). A passagem do ônibus custa R$ 4,30 e o ticket do metrô, R$ 3! Isso é que é economia!

25 de abril de 2012

Belíssima Paulista & Mercadão


São Paulo tem achados gastronômicos a cada esquina. Nessa última viagem, se destacaram dois que eu não posso deixar de compartilhar! 

A Bella Paulista, que fica na rua Haddock Lobo, na Consolação, não deveria ser chamada de padaria. Pão ali é o de menos. O lugar oferece refeições, pizzas, sanduíches, doces, sucos, produtos importados, tanta, tanta coisa que fica difícil escolher. Ainda assim, TUDO é bom. Experimente o brownie com nozes de lá, por exemplo, e você nunca mais será o mesmo. As pizzas e gelattos seguem a mesma regra.

Como funciona 24h, a Bella Paulista acaba sendo reduto pra quem bate perna por lá no café da manhã, pra quem trabalha por ali na hora do almoço, e para quem fica com aquela fome antes ou depois da balada. O lugar está lotado SEMPRE, então prepare-se para esperar uns minutos por uma mesa ou sentar no balcão. Numa madrugada pós-farra dessas, eu e meus amigos encontramos até a Banda Uó por lá. Ok, isso não é grande coisa, mas eu tinha que compartilhar com alguém.

Crédito: Google Images
Esse balcão de doces é uma perdição!


A outra maravilha é o Mercado Municipal. Quem bate perna pela 25 de Março pode dar uma esticadinha lá para o almoço e comer aqueeele sanduíche entope-artéria-mas-é-uma-delícia de mortadela. Lá eles levam isso de 'muita mortadela' a sério:

Foto: Eric Moreno
Lanche de mortadela e cerveja: a receita para uma vida saudável

É, galera... não dá pra resistir:


Foto: Eric Moreno
NHOC! E essa mochilera vai engordando...
Além desses pecados gordinhos, o mercado oferece uma variedade de frutas fresquinhas e secas, carnes, peixes, bebidas, sobremesas... comida, comida, comida!

Aliás, fora do mercado, do outro lado da rua, tem ainda uma casa árabe que vende doces de nozes de lamber os beiços pela bagatela de $2,50! Chama-se Ponto Árabe e não tem erro. Esse também vale a visita com certeza!

Conclusão: São Paulo, capital mundial da dieta impossível.

23 de abril de 2012

Lollapalooza & Festivais de Música

Mochilera Ju

Câmbio, cââmbio! Mochilera Ju dando notícias de vida. Estou viva e bem. Cheguei no Canadá semana passada, mas só hoje pude dar uma passada por aqui. Não, hoje não estreia a seção Queijo Coalho com Maple Syrup. As dicas são bem brasileiras... Antes de chegar ao meu destino final, Vancouver, dei uma chegadinha em São Paulo para realizar o sonho da vida e ver Foo Fighters tocando no Festival Lollapalooza. A viagem rendeu muita pauta para post, mas vou começar falando do festival em si.


Crédito: Lollapalooza Brasil
Realizei sonhos de adolescência no Lollapalooza!

O Lollapalooza é um festival antigo, que já aconteceu em vários países da América, como Chile e Estados Unidos. Este ano, foi a vez do Brasil pela primeira vez e a edição de São Paulo trouxe bandas que animaram o público, como Foo Fighters (ai, ai...), Arctic Monkeys e mais um monte de outras coisas legais que podiam não ser tão conhecidas, mas foram uma delícia de descobrir. Foram dois dias inteiros no Jockey Club, um espaço enorme que contou com uma estrutura muito boa, apesar de terem havido alguns atropelos logísticos.


Crédito: Laura de Las Casas
Sílvia, eu e Moreno: sentar para descansar é preciso!

Antes que eu me debulhe em elogios e queixas e conte tintim por tintim o que aconteceu, permitam-me resumir: foi cansativo, calorento, friorento, molhado e absurdamente maravilhoso! Aqui, fala uma fã de Arctic Monkeys: Alex Turner, aprenda com nosso amigo Dave Grohl a fazer um show virar um espetáculo. Não que o show do Arctic não seja legal, mas Dave mostrou pra que veio!

Crédito: Cambria Harkey | Lollapaloozabr.com
Era GENTE, viu! E Foo Fighters arrasou!

No mais, #FicaaDica para quem vai para festivais desse tipo, mesmo que não necessariamente o Lolla:
  • Leve uma canga ou algo assim para sentar no chão e relaxar. Ficar em pé o tempo todo vai castigar seus pés;
  • Se o show estiver muito cheio, não tente ficar mais ou menos próximo ao palco. Das duas uma: ou aguente ficar pertinho, pertinho, ou assista mais de longe. Quem fica no meio termo acaba vendo tudo só pelo telão;
  • Coma antes. As coisas tendem a ser bem caras lá dentro. O mesmo se aplica às bebidas e aos souveniers;
  • Festivais bem organizados e grandes, como o Lolla e o SWU, por exemplo, são pontuais. O show vai começar às 3h? Quem chegar às 3h10 perde o começo!;
  • Veja a previsão do tempo. Se for chover, leve capa de chuva. Abrir um guarda-chuva no meio de um show é sacanagem com quem está atrás de você;
  • Planeje bem sua volta para evitar sair junto da multidão, mesmo que isso signifique sacrificar às últimas duas músicas do show. Imagine 70 mil pessoas tentando pegar táxis, ônibus e metrôs ao mesmo tempo!;
  • Se for ao Jockey Club, vá de metrô. A linha amarela que leva à estação do Butatã é novinha em folha e a caminhada até lá não é tão grande;
  • Divirtam-se!

25 de janeiro de 2012

Parabéns, São Paulo! _o/

Mochilera Rafa

Hoje, vai ser uma festa. Bolo e guaraná. Muitos doces pra você. São Paulo, é o seu aniversário. Vamos festejar e os amigos receber. Pois bem, a terra da garoa completa 458 aninhos de muita história e, nada mais do que justo, comemorar a data fazendo um pouco de turismo pela cidade, porque o presente é mais nosso do que dela. Isso me fez lembrar o comentário de uma pessoa quando disse que estava trocando os santos São João por São Paulo: “Vais fazer o quê lá, numa cidade em que o povo só faz trabalhar e cheia de engarrafamentos?” Irada, respondi que, como já tinha certa simpatia pela cidade, queria parar e conhecê-la de verdade, porque todas as vezes que fui antes era sempre correndo a trabalho, voltando logo na manhã do dia seguinte. Fui e não voltei satisfeita... Não deu tempo de conhecer tudo o que a aniversariante de hoje tem a mostrar, ficando aquele gostinho de quero mais!

Então, está por São Paulo por esses dias ou vai ainda? Bota aquele sapato mais confortável e vai bater perna pela cidade, que está 24 horas (praticamente) “ligada na tomada”. Tem o que fazer de manhã, tarde e noite, de segunda a segunda. A minha sugestão é, antes de sair do hotel, ou até mesmo antes de desembarcar lá já fazer um resumão do seu roteiro: Compras? Farra? Passeios diversos? Assim, fica mais fácil de organizar cada dia e não perder as oportunidades que a cidade oferece. Também fique atento às programações de teatro, exposições, shows, festas e boa diversão. Ah, mas a homenagem das Mochileras de Tacón não termina aqui. Como disse, a cidade comemora aniversário, mas o presente é nosso! Daí, vamos sugerir alguns cantinhos da capital paulista para visitar num fim de semana. Pega papel, caneta e se prepare para anotar tudo. Vamos lá?


(Crédito: Rafaela Aguiar)
Parabéns, "Sum" Paulo: Vista do Edifício Itália, outra dica de visita

Que tal começar com um café da manhã bem paulista? Corra para a padaria mais próxima para comer aquele pão na chapa e café com leite espertos. Bom, tem padaria para todos os bolsos e gostos. O ideal é ir com bastante fome, porque tem é delícias esperando por você! Então, depois do café reforçado, hora de bater perna. Suba e desça a Avenida Paulista, pois por ela você encontra um monte de coisas para fazer, como compras (inclusive de eletrônicos chingue-lingues), visitar o Masp, a Casa das Rosas, o Parque Trianon. Vale também dá uma passada no bairro de Pinheiros e visitar, nos sábados, a feira que tem na Praça Benedito Calixto. Lá, você encontra diversas barraquinhas com antiguidades lindíssimas. Uma boa para fazer aquela compra baratinha e descolada. Por falar nisso, a feira é bem cultural e tem apresentações artísticas na praça de alimentação. Algo bem cult.

Preferindo algo mais popular, o ideial é ir ao Mercadão. Ver aquela movimentação de gente vendendo e comprando aquelas delícias que estão expostas. Para entrar no clima, vá até a parte de cima onde tem os bares, para comer aquele sanduíche com mortadela (alguém pode me trazer ou mandar um pra mim?) e os pastéis diversos de lamber os dedos. Das vezes que fui, praticamente disputei uma mesa a tapas, mas comi e MUITO. É a pedida para o almoço de sábado, podendo ser antes de passar lá pela 25 de Março, que fica nas proximidades. Por falar em compras, vale também dar uma passada na Zé Paulino, uma rua que fica no bairro do Bom Retiro, ontem tem diversas lojas que vende no atacado ou no varejo no esquema de quantidade mínima de peças. Aproveita que está por lá e dá uma passada no Parque e na Estação da Luz. Ah, no Museu da Língua Portuguesa também. Passagem obrigatória! Por falar em museu, tem um que considero importante, até para conhecermos um pouco da história brasileira: o Museu do Ipiranga. Lá, também tem um parque lindo. Eita, não podemos esquecer do Parque do Ibirapuera para fazer aquele passeio e piquenique gostosos.


(Crédito: Arquivo pessoal)
Mercadão: Vai um sanduíche com mortadela ai? 

(Crédito: Rafaela Aguiar)

Parque da Luz: Um cantinho verde para dar aquela paradinha 

Bom, chegou a noite. A gastronomia paulista é muito fora do comum (de gostosa) e se encontra de tudo um pouco. Hum... que tal passar no Bexiga e comer aquelas delícias italianas, hein? Também pode ser uma opção de início de noite os bares da Madalena. Um início que pode se estender às noitadas, não é mesmo. Um cantinho para farra que gosto muito é a Rua Augusta, que já é movimentada por si só. Ou seja, se quiser, fica de bobeira na rua mesmo! Quem quiser algo mais light pode optar por peças de teatros ou aquele cineminha mais descolado. Sei que tem tantos outros lugares para se visitar em São Paulo. Esse rápido roteiro foi só para dar um gostinho do que a cidade tem para fazer e mostrar que os paulistas não trabalham apenas. Ok, pode até parecer romantismo demais falar da cidade dessa forma, mesmo sendo suspeita de comentar qualquer coisa, mas é isso mesmo e defendo até o fim: “Sim, São Paulo não é só para trabalhar não! Visite e comprove”.

Alguém ai tem mais alguma sugestão do que fazer na cidade? Conta! =)

Confira o que já falamos de São Paulo:
Oásis, quer dizer, parques em São Paulo
- #Ficaadica: Que tal um pão na chapa e um lanche bem esperto baratinho?
- #Estasdebroma: Não duvide da capacidade da sua mãe!
- #Amyfeelings: em Londres, ela escolheu Camden Town. E se fosse brasileira?

Serviço:
http://www.cidadedesaopaulo.com

5 de setembro de 2011

Telefônica Sonidos: Turismo pela música da América Latina

Mochilera Rafa

Quem disser que turismo não tem nenhuma relação com festivais de música está completamente enganado. Há alguns dias (não escrevi antes porque uma tosse chata não me permitia fazer muita coisa), estive em São Paulo para o Telefônica Sonidos – Festival Mundo Latino, mais especificamente para assistir o show da mexicana Julieta Venegas, que fazia parte da programação. Confesso que não estava lá muito empolgada com a proposta do festival. A ideia mesmo era matar a vontade de assistir a uma apresentação da minha cantora latina preferida. Toda uma logística foi montada, inclusive financeira, para realizar esse desejo. Não me arrependo de ter investido um centavo, não apenas pelo fato de tê-la visto cantar, mas porque acabei conhecendo a diversidade da cultura latina.


(Crédito: Rafaela Aguiar)

Fui por um show e acabei me encantando pelo festival todo

O Telefônica Sonidos aconteceu entre os dias 24 e 27 de agosto, no Jockey Club de São Paulo. Julieta estaria na programação do dia 26, uma sexta (beleza, fim de semana em São Paulo!). Então, compro ingresso, passagem e reservo hotel. No dia, a cantora mexicana dividia palco com a nossa ilustre Marisa Monte. Ótimo, já que ambas gravaram uma música juntas! Mas e essa “mistureba” que também tocariam no mesmo dia: Juan Formell y Los Van Van + Carlinhos Brown e Los Amigos Invisibles + Seu Jorge?!? Primeiro, logo pensei: “o que Carlinhos Brown tem a ver com um festival de música latina?!?”Segundo: “amigos ‘invisibles’ de quem?!?” Bom, li e reli a proposta do festival que é fazer, pela segunda vez, encontros inéditos entre artistas brasileiros e latinos. Achei ótimo, mas também não procurei saber de muita coisa. O negócio mesmo era ver Julieta Venegas!

Começa o primeiro show da noite e, junto com ele, a primeira surpresa. Juan Formell y Los Van Van sobem ao palco e apresentam o melhor da música cubana. Mesmo sem saber um trecho das músicas que eles tocaram, a batida dos “cubanos, los españoles africanos” era contagiante. Depois, entendi a participação de Carlinhos Brown. Juntar os batuques dos povos que têm no sangue a origem africana pulsando nas veias foi perfeito! Não, ele não cantou “olha, olha a água mineral”, graças ao bom santo dos músicos (sem preconceitos, ok?). Em seguida, veio a esperada Julieta Venegas. Sem comentários... Quem já a ouviu cantar alguma vez sabe perfeitamente o que passei. Sua simpatia, meiguice e carisma contagiam a todos!! Cantei loucamente todas as músicas, novas e antigas. Quando Marisa Monte subiu ao palco e começaram a cantar “Ilusión”, todos enlouqueceram. Dá só uma conferida no vídeo (histórico) que fiz lá no Flickr. 


(Créditos: Rafaela Aguiar)
O batuque dos "cubanos, los españoles africanos" contagiou
Julieta fue "Original"...

Logo depois, veio a segunda surpresa do festival para mim. Foi “amor musical” a primeira vista. Los Amigos Invisibles trouxeram da Venezuela uma apresentação bastante irreverente, bem louca mesmo. Eles misturam dance music com tantas outras coisas que é preciso filar: funk, acid jazz e bossa nova. Tinha até uns comprades venezuelanos que baixaram lá no show cantando loucamente. Além da boa música, o destaque vai para o tecladista da banda que, com um visual "a la Restart", fez uma performance inigualável no palco, ao ponto de ficar só de calça verde e lencinho no pescoço dançando loucamente e tocando (no frio). Ah, sem esquecer  da intimidade que ele mostrou com o teclado.... (a censura não me permite detalhar aqui!) Ai, veio Seu Jorge com sua voz rouca e romântica para acalmar os ânimos da galera venezuelana.


(Crédito: Rafaela Aguiar)
Uma mistura de ritmos dos Amigos Invisibles

Passado a maratona de shows, cheguei a conclusão de que queria ter ido para o festival inteiro, mesmo tendo no dia seguinte Victor & Leo! Foi no fim que comecei a entender o verdadeiro objetivo do festival e me encantei quando descobri que fiz um rápido turismo pela América Latina sem sair de “casa”. Isso mesmo, porque turismo não é apenas botar a mochila nas costas e sair por ai zanzando pelos cantos e conhecendo pontos turísticos. É também conhecer a cultura, a música de cada lugar!


#Ofestival
Turismo a parte, gostaria de deixar registrado aqui o meu elogio para a organização do Telefônica Sonidos. Desde o dia que comprei os ingressos, comecei a acompanhar o festival pelo Twitter e Facebook, onde eles davam algumas dicas e trocavam ideias com a galera que ia para os shows. No site, fizeram um mapa da estrutura, onde estava o que, como chegar até lá, dos hotéis próximos, além de outras informações sobre as bandas, programação, notícias, enfim. No local, não teve tumulto algum para entrar, apesar da fila enorme de carros para entrar no Jockey Club (bem que a galera poderia ir de taxi ou ônibus... cada qual com seu cada qual!). Bom, fico agora na expectativa do próximo festival. Será que vou poder ir?!? =)

30 de agosto de 2011

#Ficaadica: Que tal um pão na chapa e um lanche bem esperto baratinho?

Mochilera Rafa

São Paulo (SP), Brasil –
É sabido por todos a fama dos paulistas por gostarem de uma padaria. De manhã, logo cedo, de domingo a domingo, sempre encontramos gente nas mais diversas espalhadas pela terra da garoa. Das mais simples às mais sofisticadas. Do simples pão na chapa com aquele cafezinho esperto ao croissant de derreter na boca. Sem esquecer que tem opções para todos os bolsos. Bom, padaria a parte, vim falar, na verdade, de uma lanchonete que fica na rua Augusta, um dos redutos mais boêmios de São Paulo. Por esses dias, falamos um pouco dela por aqui. Então, conheci o BH Lanches, descendo a rua pela calçada da direita, fica logo no início, vindo da Paulista.


(Crédito: Rafaela Aguiar)
Com uma pimentinha... ui!

Um dia, cheguei por lá para um almoço/lanche. Optei com uma coxinha e um suco (no cardápio, eles avisam que a água usada é duplamente filtrada. Olha ai!). Gente, pode parecer exagero, mas foi uma das melhores coxinhas que comi. Que o Rei das Coxinhas (Gravatá-PE) me desculpe, mas essa do BH está pau a pau. O tempero é delicioso e o preço ó: R$ 2,90. Tem outras comidinhas lá, inclusive almoço. Com um bom lanche, por exemplo, duas pessoas não gastam no geral mais que R$ 20, dependendo do que pedir, claro. Ah, lá também dá para tomar aquele café esperto, bem paulistano. Outro dia, pedi um pão na chapa de lamber os dedos melecados de manteiga... ui!


Quer saber o melhor? O BH Lanches funciona 24 horas, ou seja, perfeito para quem está saindo daquela boa balada da Augusta, para recarregar as energias. Ótimo também para quem está apenas passeando pela Paulista e procurando um lugar com comidinhas gostosas e baratas.


(Crédito: Rafaela Aguiar)
Vai um pão na chapa e um cafezinho bem baratinhos?



Serviço:
BH Lanches
Rua Augusta, 1533 – Consolação – São Paulo
Contato: 11 3283.3653
Metrô: Consolação

17 de agosto de 2011

#Estasdebroma: Não duvide da capacidade da sua mãe!

Olá, mochileros! O Estás de broma de hoje não se passa durante uma viagem, mas durante duas. A autora é a nossa “mochilera caçula”, a designer Juliana Sauvé, que, como qualquer boa turista, tem bastante história pra contar. E assim como outras experiências que já mostramos aqui, essa envolve metrôs. Parece que tudo pode acontecer sobre trilhos...veja só:

Em 2009, viajei com meus pais e com algumas outras pessoas para Nova York. Decidimos resistir às tentações do tradicional Yellow Cab nova-iorquino e fomos encarar o metrô para nos locomover por Manhattan. Pode até parecer um plano simples, mas seria uma grande aventura: o metrô de Nova York é bem confuso e os trens mudam de itinerário às vezes sem mais nem menos, o que é comunicado aos passageiros através de um sistema de som que já deve ser patrimônio histórico da cidade.

Mas, tudo bem. Se perder durante uma viagem, é normal. O importante é estarmos todos juntos, certo? Certo. Vamos pegar o metrô pela primeira vez perto do nosso hotel para ir até o MET, o belíssimo Museu Metropolitano de Arte, que fica no Central Park. Entram os nossos acompanhantes, entra meu pai, entro eu e as portas se fecham. Aí escuto, meio abafado, chamarem meu nome. Minha mãe ficou do lado de fora!!

Minha mãe é uma figura, toda assustada, daquele tipo que buzina para um pedestre sair do meio da rua a 50 metros de distância. Mas eu também me desesperei: era nosso primeiro passeio pela cidade e a bichinha não fala inglês direito... Tanto ela bateu no vidro da porta, que alguma alma caridosa que estava no comando do metrô abriu para ela entrar. Ufa! Só isso já rendeu histórias e risadas para o resto da viagem (não que esse tenha sido o único atrapalho dessa viagem, claro. Isso é história para mais tarde)

em São Paulo...
No início de 2011, viajamos só eu e minha mãezinha para São Paulo. Objetivo: claro, compras. Meio de transporte: claro, metrô. Pegamos o metrô na estação da Consolação, fazendo integração em Paraíso para ir pra a Luz ou para a Sé várias vezes. Um belo dia, nós voltávamos da 25 de Março cheeeias de pacotes e sacolas. Eis que, dessa vez, quem fica pra trás sou eu.
Fiquei preocupada, claro!! Será que ela iria saber fazer a integração? Será que ia conseguir chegar ao hotel? E esse celular que não dá sinal dentro da estação? Ai, meu Deus, ai meu Deus! Mandei vários torpedos com instruções na esperança que ela recebesse e fui pra o hotel. Assim que tive sinal de rede, liguei para ela. Estava tranquilamente sentada na frente do hotel e rindo da minha cara porque eu fiquei pra trás. É toda desenroladinha, essa minha mãe.

(Foto: Juliana Sauvé)
Ju e sua mãe desenrolada

25 de julho de 2011

#Amyfeelings: em Londres, ela escolheu Camden Town. E se fosse brasileira?

Mochilera Sabri

(Foto: O Globo)
Para nós e a grande parte do mundo Amy Winehouse era uma figura muito estranha. Não falamos pelos seus atos e sim pelo seu visual, que muita gente só tinha coragem de imitar durante o Carnaval. Mas, em Camden Town (Londres), o estilo de Amy era apenas mais um na multidão de moradores e visitantes alternativos que se vestem e vivem do jeito que estão a fim, sem serem julgados ou olhados com espanto pelos que vivem por lá.  

O bairro é uma zona de comércio conhecida pelos restaurantes, estúdios de tatuagens, pubs e muita música, onde nascem os novos talentos para o mundo. Por lá, clubbers, punks, góticos, hyppies e outras tribos se misturam aos turistas que se encantam com tanta excentricidade e colorido. Camden ficou popular principalmente pelos seus mercados, como o Camden Lock, fundado nos anos 70, que vende de artesanato e antiguidades à comida. Além dele, há vários outros mercados que merecem uma visita e atraem milhares de turistas: Camden Market Stables (moda alternativa), Camden Market, Camden Lock Vila e o Inverness Street Market.


Quem passa por Camden percebe que Amy era até discretinha

Como chegar 
O jeito mais delicioso de chegar ao bairro é num passeio de barco pelo Canal Regent's, de Little Venice a Camden Lock (o mercado). No trajeto é possível ver paisagens de uma Londres além dos cartões postais, passando pelo parque Primrose Hill e o Zoológico. Uma espécie de Veneza londrina, ou comparando com a América do Sul, um passeio como o do Delta del Tigre (Argentina). O canal é navegável através do inteligente sistema de comportas e a viagem levar cerca de 50 minutos. Aqui é possível ver num aplicativo como funciona.

(Crédito: Wikipedia)
Canal Regent's: jeito mais pitoresco de chegar a Camden Town

Quem quer ser mais rápido e prático podem pegar um metrô. São oito estações do centro até a de Camden Town (Northern Line). A estação fica de esquina com a Camden  Road, avenida por onde você pode andar 14 minutos e chegar à Camden Square, parte nobre onde Amy morou e faleceu.
 

 (Imagem: Google Maps)
Trajeto de como chegar da Estação Camden Town à rua em que Amy Winehouse morava

O bairro pode ser visitado diariamente, mas durante a semana pode ser que você encontre algumas lojas fechadas. Por outro lado, no final de semana os turistas invandem o lugar! Assim, se quiser se envolver mais no ritmo de Camden, vá num dia mais tranquilo e curta cada detalhe, das grafitagens às comidas de ruas.

A Camden brasileira
Sem saber que falávamos em Londres, muitos podiam ler o texto acima e pensar que estávamos falando da Rua Augusta, em São Paulo. Cenário onde se encontram diversos tribos brasileiras, a Augusta reúne as melhores baladas, a ferveção da rua, os dacings GLS e as casas de prostituição em um só lugar, no coração da capital paulista. Ali  como em Londres - é possível também encontrar punks, góticos, clubbers, emos, cosplayers, turistas, burguesinhos, fashionistas, etc. Um lugar altamente democrático, onde grupos e estilos convivem pacificamente. 

A Augusta já foi um reduto dos endinheirados, porém com o tempo se tornou a zona de prostituição de São Paulo. Nos anos 90, o lugar passou a atrair o rock alternativo, as boates, os hotéis, os barzinhos e muita gente interessante e famosa. Dizem que a mudança mais recente foi a inauguração do Club Vegas, já nos anos 2000, transformando a Augusta em point.

Vocês concordam com essa comparação? Conhecem um ou outro? Conta pra gente!

13 de julho de 2011

São Paulo: 3 parques para visitar durante um fim de semana

Muitos e muitos prédios. Trânsito caótico. Gente andando para cima e para baixo olhando o relógio. Metrôs lotados na hora do rush. Agitação por 24 horas. É assim que muitos definem São Paulo, a maior capital brasileira e a mais cosmopolita (considerada por nós). Mas no meio dessa “selva de pedra”, tem verde e muito verde, ou melhor alguns "oásis" no meio de tanto concreto. Em uma pesquisa rápida, descobrimos que são 32 parques municipais, sendo que 14 possuem lagos. É um número de dar inveja, além de não imaginar que a cidade teria essa quantidade. Como são muitos, listamos para você três dos parques que visitamos durante um rápido passeio nosso pela cidade.

(Visit Brasil/Flickr)
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12 de junho de 2011

#FelizDiadosNamorados

Enfim, chegou o dia mais romântico do ano! Durante a última semana, fizemos uma campanha para homenagear o #DiadosNamorados, na qual solicitamos que  os casais apaixonados enviassem fotos românticas de suas viagens. Ficamos contentes e agradecemos a todos por responderem o nosso pedido.

Escolher a  foto mais romântica para representar essa data não foi tarefa muito fácil, porque todas tinham lindas histórias. Então, as
mochileras Rafa e Sabri fizeram uma escolha juntas e entraram em um acordo, não levando em consideração o local, mas o conjunto da foto mais “apaixonada” (a composição e a história). A favorita para o dia foi do casal Ed e Lívia. Mesmo assim, postamos, aqui, todas as fotos que recebemos para os outros casais também.

Mas a gente pergunta: Para você, qual é a mais romântica da galeria? Selecione a sua também, deixando um comentário. Também queremos saber a sua opinião!  =)

#FelizDiadosNamorados!





Ed Lívia 
Viagem: Valladolid – Espanha (Europa)
Foi especial porque... quando conheci Lívia, ela já estava de viagem marcada para a Espanha (intercâmbio de um ano em Valladolid). Quando começamos a namorar, faltavam 42 dias para sua viagem e ela, ciente da separação iminente, não quis apostar no relacionamento. Pedi-lhe apenas para conquistá-la todos os dias até sua viagem. Assim fiz (acho). Durante esse período, uma proposta de trabalho na Europa surgiu, mas só contei para ela no aeroporto: "Lívia... Chego em dois meses por lá. Ligue quando chegar na Espanha". Um boa maneira de deixar ela curiosa, não? Cheguei de surpresa e em dezembro voltamos a nos abraçar. Pelo reencontro, momentos felizes, amigos que fizemos... Valladolid é uma cidade que se tornou parte integrante e inesquecível em nossa história.





Ingra Jonathan
Onde: Vale de Bad Lauterberg  (Harz) – Alemanha (Europa)
Foi especial porque... o lugar é, de fato, muito especial, rodeados por montanhas. Deixamos para ir lá depois do Natal, quando o inverno está bem rigoroso aqui na Alemanha, porque nessa época dá para andar de carrinho de neve. É lindo! Passamos um dia inesquecível, até porque foi o começo do nosso namoro.






Alessandra Marcelo
Onde: Rio de Janeiro – RJ (Brasil)
Foi especial porque... comemoramos o Dia dos Namorados. Estávamos longe das nossas cidades (Recife e Porto Alegre) e só nós. Foi um momento muito bom e cheio de cumplicidade. Pelo sorriso, dá para ver o quanto curtimos a viagem.






FabianaFábio
Onde: Buenos Aires – Argentina (América do Sul)
Foi especial porque... passamos quase todo o mês de férias longe um do outro. Eu fui estudar espanhol em Córdoba, na Argentina, e ele quis ir ao Rio de Janeiro. Depois de exatos 30 dias separados, nos reencontramos no aeroporto de Buenos Aires. Aquele momento foi mágico, assim como os quatro dias que passamos juntos na cidade portenha. Na foto, estamos em Puerto Madero, nosso bairro favorito lá.





BiancaLeo 
Onde: Nova York – EUA (América do Norte)
Foi especial porque... curtimos o Brazilian Day juntos, além de ter sido um dos nossos primeiros passeios. Oficializou nosso namoro, que mais tarde virou casório e um filho lindo!







AlineDaniel
Onde: Londres – Inglaterra (Europa)
Foi especial porque... consolidou nosso namoro, pois nos conhecemos no Recife. Passamos um mês juntos e ele voltou para lá, onde mora. Após quatro meses longe, fui visitá-lo e fiquei por dois meses. Foi incrível! Mal posso esperar pela minha segunda visita à cidade.






DeniseCláudio 
Viagem: Ouro Preto – MG (Brasil)
Foi especial porque... apesar de sempre ir para lá visitar a família do maridão, o clima gostoso do friozinho, com direito a lareira, vinho e um excelente papo sempre rendem muitos beijos de boca, juras de amor eterno e o desejo de um filho...






FrancoVanessa
Onde: Praia de Maracaípe – PE (Brasil)
Foi especial porque... foi um dos nossos primeiros passeios. Voltamos ao Recife felizes pelas horinhas de cumplicidade longe de tudo e todos.








FláviaRinaldo
Viagem: Natal – RN (Brasil)
Foi especial porque... aproveitamos um feriadão para viajar e sair do estresse da cidade grande. Então, foi só curtição a dois, visitando várias praias, boates e pontos turísticos da cidade. Voltamos renovados!






FernandaMorais
Viagem: São Paulo – SP (Brasil)
Foi especial porque... fomos comemorar seis anos de namoro e, para completar, assistimos ao show do U2. PERFEITO!








NatáliaJorge
Onde: Rio de Janeiro – RJ (Brasil)
Foi especial porque... passamos o Réveillon na Cidade Maravilhosa!








NiltonAna Paula*
Onde: Cachoeira do Caracol (Canela) – RS (Brasil)
Foi especial porque... foi o lugar onde comemoramos a nossa lua-de-mel.
*Devido a dimensão da foto, o aplicativo usado para edição foi diferenciado.






AnnaHélio
Onde: São Miguel dos Milagres – AL (Brasil)

Foi especial porque... além do lugar ser lindo e ideal para quem está apaixonado, foi nossa primeira viagem juntos, um divisor de águas na nossa relação. Esta foto transmite toda a paz das nossas almas naqueles dias.






MaíraFelipe
Viagem: Viña del Mar – Chile (América do Sul)
Foi especial porque... foi nossa lua de mel antecipada!