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13 de abril de 2015

5 melhores praias brasileiras para paquerar

Viajar é viver novas experiências e, entre elas, está a possibilidade de conhecer pessoas de diversas culturas. Como uma mochileira, você faz novos amigos que podem durar apenas os dias da viagem ou a vida inteira. E por que não ter uma linda história de amor? Se você está solteira e disposta a viver um romance aventureiro, aposte no nosso clima praieiro. O litoral brasileiro tem lindas praias, gente bonita, clima de paquera e é considerado como o paraíso por muitos estrangeiros. Então, coloque o biquíni na mochila e conheça as 5 melhores praias para paquerar no Brasil.

(Alexandre Macieira/Riotur)
praias brasileiras paquerar

23 de março de 2015

#FicaVaiTerBolo: Aniversário de Florianópolis

Hoje é o aniversário do segundo destino brasileiro mais visitado por turistas estrangeiros, a Ilha da Magia. Estamos falando de Florianópolis (SC), uma cidade que encanta qualquer visitante com suas mais de cem praias de belezas singulares, além de um centro repleto de atividades e atrativos culturais. Se está por lá, selecionamos alguns lugares da ilha que você deve dar uma passadinha para comemorar a data.

(Vist Brasil/Flickr)
florianópolis santa catarina
Ponte Hercílio Luz

11 de novembro de 2011

#EspecialFloripa: A volta

Mochilera Ju

Domingo, último dia, era dia de partir. Sabendo que precisava chegar ao aeroporto às 15h, tendo acordado tarde e estando o dia cinzento de novo, acabei "lagartixando" pelo albergue até dar a hora de ir embora. Quando estava a caminho do aeroporto, o danado do sol abriu e eu amaldiçoei São Pedro por pregar essa peça em mim!

(Crédito: Juliana Sauvé)
São Pedro não gosta mesmo de mim. Esta foi foto do sábado

Como sabia que iria passar várias horas no Rio esperando a conexão, decidi despachar minha mala pra não ter que ficar carregando para cima e para baixo. Dessa vez fui cuidadosa: não perdi nenhum voo! Sempre de olho no meu portão de embarque.

Ao pousar no Aeroporto dos Guararapes (Recife), tive uma sensação inédita que só pode ser traduzida pelos versos cantados por Alceu Valença: "Voltei, Recife! Foi a saudade que me trouxe pelo braço!". Inédita, porque nem pernambucana eu sou! Mas voltar pra casa também é uma delícia.

Resumindo a viagem: Floripa é linda de viver, mas é necessário energia e tempo pra aproveitar tudo o que ela pode oferecer. Uma boa companhia e planejamento prévio também ajudam muito a curtir qualquer viagem. Como eu não tinha nem energia, nem companhia e nem planejamento, acabei não tendo a melhor experiência. Então, #FicaMaisUmaDica: Não se viaja para descansar. Vai viajar? Descanse um pouquinho antes. Assim, você chega no seu destino revigorado e pronto pra fazer de tudo!

#FicamAindaMaisDicas:
1. Não esqueça de levar a máquina fotográfica. Não tem? Peça emprestado. Esqueci de levar esse item essencial e acabei usando a câmera do celular, que não é lá essas coisas. Por isso, só tenho uma foto dessa viagem:


(Crédito: Juliana Sauvé)
Uma belezura tomando chá de cadeira no aeroporto do Rio

2. Lembre-se que comida de aeroporto custa uma fortuna. No Rio, vi uma coxinha desmilinguida, dessas que você chora pra dar R$ 2 numa lanchonete e acha um absurdo por ser R$ 3,50 no shopping. No Tom Jobim, R$ 4,90. Refrigerante em lata: R$ 5, por favor. Assim, é melhor trazer alguma comida na bagagem de mão.

3. Peça dicas aos moradores da cidade que vai conhecer. Eles dão as melhores ideias de o que fazer e onde comer, se você for sem planejamento como eu.

E você? Tem mais dicas a dar sobre a capital-ilha mais linda do Brasil?

10 de novembro de 2011

#EspecialFloripa: Os passeios

Mochilera Ju

Tenho um fascínio pelos centros urbanos, parecido com a atração que a mochilera Rafa tem por metrôs. Pra mim, ali é que se encontra a alma de uma cidade, onde as coisas acontecem e não sinto que visitei de fato algum lugar sem antes ter estado no centro. Então, no sábado de manhã, segundo dia, quando estava meio nublado em Floripa, foi para lá que eu fui. As paisagens são lindas e dá pra ver a Ponte Hercílio Luz, um dos cartões postais da cidade.


(Crédito: Divulgação)
Um das maiores pontes pênseis do mundo, a Hercílio Luz foi fechada para carros, mas ainda é ponto turístico

Entre ambulantes, camelôs e lojas, comprei souvenirs e senti a cidade como ela é de verdade. Na frente do Mercado Municipal, por exemplo, a gente sempre encontra alguma coisa interessante acontecendo. Nesse dia, foi um malabarista passando por um círculo de facas:

(Crédito: Juliana Sauvé)
O centro da cidade e duas atrações: o Mercado Municipal e os florinopolitanos

À tarde, decidi ir à praia. Voltei para o albergue, bati um papo com o pessoal, troquei de roupa, coloquei protetor solar e parti para a Praia Mole, uma das mais badaladas para a prática de surfe. No meio do caminho, começou a chover. "Ok, tudo bem, sem problemas. É só uma nuvem. E o vento frio também não espanta ninguém", pensei eu. Esse era o estado da praia quando cheguei:


(Crédito: Juliana Sauvé)
Praia Mole mortinha por causa da chuva em pleno sábado à tarde. Triste fim...

#Ficaadica: Está em Floripa e está fazendo sol? Corra para a praia. Não adianta pensar que no dia seguinte o céu vai estar lindo e que a praia pode ficar para depois. São Pedro lá é um cara de humor volátil. Também, por isso, é bom estar de mala preparada tanto para o frio quanto para o calor.

Desistindo da causa, achei melhor voltar para o albergue pôr um moletom e conversar potoca com os outros hóspedes. À noite, fomos todos para um restaurante mexicano (com o criativo nome de O Mexicano) dançar ao som de um DJ que gostava de tocar Ricky Martin e Ragatanga. Não durei muito e acabei voltando cedo para dormir, com o coração doendo por não ter conseguido aproveitar melhor o dia.

9 de novembro de 2011

#EspecialFloripa: O transporte

Mochilera Ju

Como falei no primeiro post, minha viagem já começou meio errada, com a perda de um voo. Felizmente, consegui chegar a Floripa meia hora antes da entrevista de seleção de mestrado que fui fazer na UFSC (que os florianopolitanos chamam estranhamente de "úfsqui"). Resultado: Falei com os professores cansada e meio sujinha, mas deu tudo certo e cumpri meu dever. Dali em diante, estava livre para explorar a cidade. Como era feriado e a universidade estava fechada, não pude explorar minha possível futura instituição de ensino, então segui de ônibus para o centro e, dali, ir para o albergue.

O sistema de transporte público de Floripa me pareceu ser bem descomplicado. Fui para todo lado de ônibus, o que acaba economizando uma grana. Táxi nunca é barato, né?


(Crédito: Juliana Sauvé)
Em Floripa, até de ônibus a gente vê paisagens lindas
#Ficaadica: Apesar de descomplicado, andar de ônibus não é barato: as passagens custam R$ 2,90. Contudo, é possível fazer integração em diversos terminais espalhados pela cidade e, se você obtiver um cartão pré-pago, as passagens saem a R$ 2,60. No terminal do Centro, é possível comprar um passe para turistas que custa R$ 3, no qual você pode colocar qualquer quantia e recarregar em qualquer terminal. Fui pra todo canto com R$ 25 sem medo de ser feliz!

Apesar de estar um lindo dia de sol, estava cansada de aventuras e cheguei ao albergue, tomei banho e capotei. À noite, dei um passeio pela lagoa em busca de um lugar para jantar e ver a rua. Opções para comer e se divertir não faltam, só me faltava a companhia. Acabei voltando para o albergue pra conversar com os outros hóspedes no bar de lá mesmo. Ainda me chamaram pra sair, mas nesse dia não deu: pijama e cama. Boa noite!

8 de novembro de 2011

#EspecialFloripa - Da hospedagem à mala

Mochilera Ju

Dando continuidade ao nosso especial da semana, vamos aos próximos passos para planejar uma viagem não planejada...

Passo dois: Um teto

Confesso que o conforto de um hotel é uma delícia. Não dá mesmo para negar. Dessa vez, quis fazer diferente, aliviar as despesas, arriscar conhecer gente nova e procurar um albergue.

Uma boa pedida em Floripa é se hospedar no centro: longe do vuco-vuco turístico e no meio do vai e vem do dia a dia da cidade. De lá, é possível chegar em qualquer lugar e há diversos hotéis e pousadas, mas apenas um albergue. Mesmo tentando reservar com algumas semanas de antecedência, não tive sorte com esse: já estava lotado! Contudo, existem vários outros na cidade, principalmente ao redor da Lagoa da Conceição, um dos principais pontos turísticos da cidade, que não pode deixar de conhecer.

Foi num desses que encontrei meu pouso, no Lagoa Hostel (que eu encontrei pelo Hostel World), comandado por gente muito atenciosa e solícita. Albergue é albergue e não dá pra exigir banheiros impecavelmente limpos e quartos tranquilos, mas o lugar era bem organizado e lá encontrei pessoas amigáveis e animadas com quem dividi boas horas de conversas e risadas. O clima é bem descontraído e recomendo pra qualquer um que vá visitar a ilha.


(Crédito: Juliana Sauvé)
Café da manhã coletivo no Lagoa Hostel

Independentemente do tipo de hospedagem que você precisar, o importante é ter isso garantido com antecedência, para não correr riscos de dormir na rua e nem ter que pagar uma fortuna por acomodação em época de alta temporada.

Passo três: Planejar sua viagem
É nessa hora que você pesquisa as baladas, os lugares must-see, o que fazer, onde comer. Essa etapa é importantíssima. É isso que vai te deixar planejadinho pra não desperdiçar seu tempo na viagem, que também vai pelos ares assim que você chega ao destino. O que eu planejei para essa foi: nadinha (fora umas coisas práticas envolvendo o mestrado). Vamos ver no que vai dar.

Passo quatro: A mala
Para passar só três dias, não precisa levar muita coisa. É até bom levar uma bagagem pequena pra poder ir com você no avião e não precisar despachar nada. Ninguém merece a angústia de esperar sua mala aparecer na esteira. Sim, dê uma olhada na previsão do tempo para não passar frio e nem calor e não esquecer os essenciais: roupa de banho e de baixo, protetor solar, produtos de higiene pessoal, maquiagem, perfume, tacones...

Na bolsa, ainda levei um travesseirinho pra ajudar a dar aquela cochilada no avião, um livro e minha inseparável música. O albergue pedia para que os hóspedes levassem toalha de banho, então isso também entrou na mala. No mais, não dá pra esquecer dos documentos e de dinheiro (sim, eu já esqueci de levar dinheiro/carteira/cartão a uma viagem. Não é agradável!).

7 de novembro de 2011

#EspecialFloripa - Como planejar viagem não planejada

Mochilera Ju


No meio de uma rotina que me tira de casa às 8h para voltar só às 22h, 23h, precisei me planejar para viajar a Florianópolis (SC). Objetivo: a minha entrevista de mestrado de 15 minutos de duração, que logo virou uma ótima desculpa para quebrar a rotina e dar uma mochilada. O grande problema foi a minha falta de tempo em planejar esse fim de semana, e, por isso, acabei tendo que improvisar tudo.

Assim, me propus um desafio: superar meu cansaço de dias de trabalho frenéticos e aproveitar essa mochilada ao máximo! De quebra, ir registrando cada passo pelo blog, pra vocês viajarem comigo e ainda aproveitarem as dicas que vou dando no desenrolar dessa minha folguinha. Alguns posts, como este, escrevi durante a viagem. Outros ficaram para depois e serão postados aqui esta semana!

(Crédito: Juliana Sauvé)
Escrever posts no aeroporto é uma ótima forma de esperar a hora do voo


Primeiro passo: As passagens
Descobri a data quando precisaria estar em Floripa só três semanas antes. Geralmente, quanto antes se compra as passagens, mais baratas elas vão ser. Por isso, o preço exorbitante do trecho Recife-Florianópolis quando pesquisei: de R$ 450 a R$ 600 a mais barata, dependendo da hora do voo. Acabei comprando com milhagens, mas quem tiver mais tempo hábil pode pesquisar em sites que oferecem o serviço de busca do "melhor preço", como o Submarino Viagens e o Decolar, que também buscam as melhores ofertas de hospedagem.

Também vale a pena ficar de olho nas promoções que volta e meia aparecem pra fazer a gente cair na tentação de largar tudo e viajar. Para saber delas em primeira mão, aconselho seguir os perfis de Twitter @voecomdesconto e @passagensaereas, fora os das próprias companhias, que estão sempre divulgando trechos promocionais e promoções.
Na hora de escolher o voo, optei por decolar em uma hora ingrata (2h25 da matina) para poder chegar em um horário mais folgado para não perder o compromisso à tarde. É que imprevistos acontecem, voos atrasam, são cancelados... É sempre melhor prevenir.

Em viagens com conexão, também é prudente dar um espaço de pelo menos uma hora entre um voo e outro, pelos mesmo motivos. Foi o que fiz nessa minha conexão em Guarulhos (SP), de onde comecei a escrever este post, mas nem assim funcionou: em meio ao caos de vários voos saindo do mesmo portão de embarque, não anunciaram o meu. Inocente, achei que o voo tinha atrasado um pouco. Ledo engano: perdi o voo mesmo. O jeito foi me desenrolar e ir para Congonhas (SP) pegar um outro voo que, se Deus ajudar, vai me fazer chegar lá a tempo.

#Ficaadica: Não desgrude os olhos do seu portão de embarque e não confie nas chamadas sonoras, para não cometer o mesmo erro que eu.
(Crédito: Juliana Sauvé)
O buruçu no portão de embarque em Guarulhos que me fez perder o voo

Também é bom ver a duração total das viagens com conexão. Entre Recife e Floripa, dependendo do horário e local de conexão que escolhesse, o tempo de trânsito variava entre cinco ou dez horas! Por isso, é bom procurar um equilíbrio: nem conexōes apertadas demais nem aquelas que deixam a gente de castigo no aeroporto por horas a fio!