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15 de maio de 2015

10 capitais mundiais da moda

Se você, assim como nós, é uma mochileira apaixonada pela moda, precisa conhecer, pelo menos uma vez na vida, as capitais mundiais da moda. Não falamos apenas pelas compras (a tentação é grande, pois muitas delas abrigam grandes marcas!), mas pela história, a cultura e o povo de cada um desses lugares. Por isso, selecionamos para você as 10 cidades que sempre ditam tendências. Escolha o seu próximo destino e volte com a mochila cheia de estilo.

(Christopher Macsurak/Flickr)
moda viajar destinos

23 de dezembro de 2011

As tradições de Natal no mundo


Mochilera Sabri



Seja em cidades das Américas ou da Europa, Ásia , África, o Natal é sempre comemorado, em cada lugar da sua maneira, com a sua cultura. Assim, já que a esta hora o clima natalino já invandiu nossos corações, resolvemos separar algumas fotos de decorações e costumes de Natais pelo mundo. Vem com a gente! 

Itália: o Natal italiano é bem iluminado como o nosso, mas ganha na religiosidade da celebração e tradições católicas. Lá, e no restante da Europa, eles têm a tradição de montar grandes presépios em casa e fora dela. A árvore, diferentemente da ansiedade brasileira, é montada apenas na véspera da festa. Na mesa, além do Peru, eles costumam também caprichar num bom cabrito assado. O panetone não é invenção só dos italianos daqui não. Os italianos legítimos também costumam comê-lo nesta época, assim como outros doces típicos.


(Foto: Internet)
O Coliseu, em Roma, fica ainda mais bonito nessa época de Natal

Portugal: A celebração do Natal começa para os portugueses depois da missa do Galo, no dia 24, à meia-noite. A ceia é preparada com bacalhau (claro!), legumes, rabanadas, broas de mel e frutos secos colhidos no outono. É também natural comer doces acompanhados de vinho verde ou tinto. Um deles é o Bolo Rei, um bolo típico que traz um presente dentro, como homenagem aos Reis Magos. 


França: As casas são adornadas com presépios e árvores de Natal com bolas de cristal. Em Já na região de Provence é comum usar bonecos de argilas pendurados nas árvores. Na mesa, não podem faltar boudin blanc, um tipo de embutido de cor clara, peru assado e patê de fígado de ganso. Os doces preferidos dessa época são o La bûche de Noël, um pastel em forma de tronco coberto de chocolate e recheio de creme ou trufa e a Galette des Rois, uma rosca de creme de amêndoas. 

                                                                           (Foto: Internet)

A Champs Elysses, em Paris, decorada para o Natal

Espanha: O período natalino começa para os espanhóis no dia 22/12, com o sorteio da Loteria de Natal. Os Reis Magos são os responsáveis pela distribuição dos presentes. A ceia é composta de aves, mariscos, tortas e doces árabes com mel. 

Índia: Troca de presentes, festas e música natalinas fazem parte da ceia dos cristãos que moram na Índia. As árvores são decoradas com mangas e bananas e lanternas de óleo. 


                                                                                         (Foto: Rafaela Aguiar)
Em Barcelona, na Espanha, a decoração natalina é caprichada
                                                                                 (Foto: Internet)

Bananeiras viram árvores de Natal na Índia

China: O natal é festa pegada de empréstimo do Ocidente, pois a maioria da população não é cristã. O Natal começou a chamar a atenção da maioria da população chinesa em função da decidida entrada da China no mercado de decorações natalinas. Aquelas peças delicadas encontraram imediata identificação com o espírito chinês. A troca de presente já é também uma ação comum neste época.
                                                                         (Foto: Internet)
Na China, a decoração dos shoppings seguem a tendência do mundo ocidental
Fonte: Uol



Com essas lindas imagens a gente aproveita para desejar a vocês, queridos leitores, um Natal de muita luz, alegria e união na família. Seja lá onde você for passar esse dia tão especial, sozinho ou acompanhado, seguindo as tradições ou conhecendo novos costumes, queremos agradecer pelas visitas, comentários e sugestões, sempre. Que Papai Noel traga, para nós todos, ainda mais viagens e descobertas em 2012.

São os votos das Mochileras de Tacón.

15 de junho de 2011

#Estasdebroma: Canja de galinha e cuidado nunca são demais

A seção "Estás de broma" dá um tempo no seu lado divertido hoje e traz uma história que serve como alerta para muitas mulheres que viajam sozinhas para países onde a cultura é pouco conhecida. Aliás, a nossa ideia é reunir aqui casos que mais parecem brincadeira, sejam eles engraçados ou perigosos.

A autora desta semana é a administradora pernambucana, Ana Addobbati, que fala com toda a experiência de quem morou na Ásia por mais de um ano, a trabalho. Além de muita cultura e amigos, ela trouxe na bagagem dicas valiosas da China. Hoje, Aninha (como é conhecida) ri de várias situações. Mas, essa história poderia ter acabado mal...


Esse ano estive em São Paulo para um curso na área de Marketing Internacional. Na sala, vários estudantes e profissionais, a maioria com alguma vivência no exterior. Chegou-se ao tema: É seguro para as mulheres viajarem por aí sozinhas? Cada um que dê seu relato.

O professor citou o caso de uma aluna que foi a negócios para Angola. A universitária chegou a ouvir do taxista conselhos para que não saísse do hotel caminhando sozinha. Achando um exagero, resolveu dar uma volta na ensolarada Luanda. Não tardou para que um homem a arrastasse para uma obra para estuprá-la. A sorte foi que, a poucos metros, um taxista a avistou e a seguiu, já prevendo que algo de ruim fosse acontecer. O motorista ofereceu uma boa quantia em dinheiro para o cara em troca da liberdade da moça e assim, conseguiu libertá-la e evitar o pior.

# Ficaadica: Ouvir sempre os conselhos dos moradores locais. Mesmo que soem improváveis, bizarros, o que seja.


Foge, foge Mulher Maravilha!
Algo semelhante me ocorreu na China. Quando morava em Wuhan, cidade do Interior que ainda se acostumava com a presença estrangeira, meus colegas chineses me diziam para tomar cuidado e evitar sair à noite sem um chinês ao lado. Achei exagero porque, como se sabe, na China, não há armas de fogo. Sendo assim, não haveria assaltos. Considerei apenas a possibilidade de não sair sozinha, afinal, mulher é sempre mais vulnerável. 



Ana morou na China por mais de um ano e teve que se adaptar aos costumes asiáticos

Eis que marquei de sair para jantar com uma amiga canadense. Era inverno dos brabos. Saímos do hotel em que morávamos vestidas dos pés à cabeça. Tomamos um táxi na porta do meu hotel em direção a um restaurante onde iríamos jantar. Eis que dois chineses em um carrão trancaram nosso automóvel e quiseram entrar a todo custo. Minha amiga conseguiu trancar a porta, eu consegui chutar o chinês com o salto da minha bota. O taxista não entendia nada, a gente menos ainda. Mandei o motorista nos levar até um bar, onde meus amigos estavam. Não queria que eles soubessem onde eu morava. Os chineses ainda nos seguiram, mas daí tiveram de dar satisfações aos meus amigos talibãs. Salva pelos homens-bomba!



Nas horas de perigo, uma bota de salto alto pode virar uma boa arma

Quando comentei com os meus colegas chineses, eles só disseram: “Eu avisei”. A história de andar com um chinês ao lado era para evitar esse tipo de assédio. Não importa como eu estivesse vestida ou me portando, a imagem da mulher ocidental nos grotões da China é a de disponível. Hollywood demais na cabeça de uma sociedade conservadora.

Depois dessa, aplico o questionário de “segurança” aonde vou. Sem questionar, nem subestimar as dicas de quem vive no local e sabe exatamente o que se deve e não se deve fazer. Marreta é chapéu de mané. Não dá para bancar o esperto.


Mulheres: se não têm super poderes, ouçam sempre os conselhos dos moradores locais