(Estrella Herrera/Gobierno BsAs)
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5 de agosto de 2014
3 agendas culturais imperdíveis de Buenos Aires
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14 de janeiro de 2014
Pesquisa: as cidades mais badaladas do mundo
Baladas. Tem gente que, quando programa a viagem de férias, já pensa em curtir a noite do lugar. Tomar “bons drinques”, cair na gandaia e despertar pela manhã sem saber como chegou no hostel ou hotel. Bom, não é para menos, pois algumas cidades do mundo são conhecidas internacionalmente pelas festas que oferecem aos visitantes e, claro, nativos. Recebemos uma pesquisa realizada, em 2013, pelo Hoteis.com e gostaríamos de saber se você está de acordo.
O estudo aponta que Nova York é a cidade mais badalada e preferida entre os viajantes que desfrutam a noitada. Não podemos falar muito sobre ela, mas não é à toa que, em 2013, os quatro aeroportos da sua região metropolitana – uma das mais populosas do mundo – bateram um número recorde de 111,6 milhões de passageiros. Além disso, tem a Time Square, os teatros da Broadway, o metrô de segunda a segunda – 24 horas por dia –, o Central Park, muita arte, entretenimiento, cerca de 800 idiomas diferentes falados em seu território... Ufa! Ok, estamos convencidas.
Mas para poder se jogar na noite nova-iorquina, o turista precisa desembolsar uma boa grana. Considerada a cidade mais badalada, é lógico que as diárias dos hotéis são bem salgados: mais de R$ 500. Mesmo assim, acho que vale super a pena gastar todos os dólares guardados com suor na cidade que não dorme! Mais um motivo para considerar Nova York como o lugar dos Estados Unidos na top lista de destinos que é preciso conhecer.
Por outro lado, tem uma informação na pesquisa que não concordamos muito: Paris ser a 4° e estar na frente de Madrid e, principalmente, Barcelona. Conhecemos as três e podemos dizer que a noite francesa não pareceu tão empolgante à primeira vista, como a madrileña e catalán. Pedimos desculpas antecipadas aos amantes parisienses, mas aproveitamos muito mais as baladas espanholas, que oferecem boates e festas das mais diversas tribos e bolsos. Resumindo: festa de cum força, potente! Tivemos a sensação das noitadas parisienses serem mais "frias".
E você, o que acha? Já badalou pelas outras cidades apontadas pela pesquisa?
Na verdade, queremos ouvir a sua opinião. Acendemos a fogueira e, agora, alguém ai precisa colocar mais lenha para começar o debate!
O estudo aponta que Nova York é a cidade mais badalada e preferida entre os viajantes que desfrutam a noitada. Não podemos falar muito sobre ela, mas não é à toa que, em 2013, os quatro aeroportos da sua região metropolitana – uma das mais populosas do mundo – bateram um número recorde de 111,6 milhões de passageiros. Além disso, tem a Time Square, os teatros da Broadway, o metrô de segunda a segunda – 24 horas por dia –, o Central Park, muita arte, entretenimiento, cerca de 800 idiomas diferentes falados em seu território... Ufa! Ok, estamos convencidas.
Mas para poder se jogar na noite nova-iorquina, o turista precisa desembolsar uma boa grana. Considerada a cidade mais badalada, é lógico que as diárias dos hotéis são bem salgados: mais de R$ 500. Mesmo assim, acho que vale super a pena gastar todos os dólares guardados com suor na cidade que não dorme! Mais um motivo para considerar Nova York como o lugar dos Estados Unidos na top lista de destinos que é preciso conhecer.
Por outro lado, tem uma informação na pesquisa que não concordamos muito: Paris ser a 4° e estar na frente de Madrid e, principalmente, Barcelona. Conhecemos as três e podemos dizer que a noite francesa não pareceu tão empolgante à primeira vista, como a madrileña e catalán. Pedimos desculpas antecipadas aos amantes parisienses, mas aproveitamos muito mais as baladas espanholas, que oferecem boates e festas das mais diversas tribos e bolsos. Resumindo: festa de cum força, potente! Tivemos a sensação das noitadas parisienses serem mais "frias".
E você, o que acha? Já badalou pelas outras cidades apontadas pela pesquisa?
Na verdade, queremos ouvir a sua opinião. Acendemos a fogueira e, agora, alguém ai precisa colocar mais lenha para começar o debate!
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15 de maio de 2012
#CocoEMaple: Show de Arctic Monkeys: Round 2
Mochilera Ju
Vancouver é uma cidade muito importante do Canadá, principalmente no aspecto cultural. Por isso, atrai muitos shows de artistas que vão causar inveja: esse ano, a cidade vai receber/recebeu shows de Coldplay, Madonna, Nickelback, Jason Mraz, Red Hot Chili Peppers... Pra citar alguns.
Vancouver é uma cidade muito importante do Canadá, principalmente no aspecto cultural. Por isso, atrai muitos shows de artistas que vão causar inveja: esse ano, a cidade vai receber/recebeu shows de Coldplay, Madonna, Nickelback, Jason Mraz, Red Hot Chili Peppers... Pra citar alguns.
Semana passada eu estava agoniadinha, doida pra ir para o show de Arctic Monkeys e Black Keys, mas me segurando por uma questão monetária. Até porque, vi AM há menos de um mês no Lollapalooza, como já comentei com vocês. Mas quando um amigo diz que tem um ingresso extra que não está conseguindo vender, você se compadece da situacão dele e compra, não é mesmo?
Tudo bem, tudo bem, admito: sucumbi à minha vontade de ir pra o evento.
A experiência de assitir a um grande show aqui é completamente diferente, e é isso que quero compartilhar. Pra começar, as bandas tocaram em um estadio de hockey devidamente aquecido e provido de banheiros limpos e lanchonetes caríssimas ($8.50 por uma cerveja é de lascar) e tudo mais. Ou seja: estrutura não falta. Os ingressos mais caros são para a pista, enquanto que assitir da arquibancada, com lugar marcado, é mais barato, o que contradiz muitas das minhas experiências brasileiras.
Minha gente, assistir a um show de Arctic Monkeys sentada, quietinha para não incomodar o coleguinha desconhecido ao lado é um negócio frustrante. Até porque, eu estava lá pelo show de AM, enquanto a grande maioria estava lá por Black Keys, o que pra mim também é uma inversão meio absurda. Enfim, lá estava eu, me balançando sentada e cantando sozinha enquanto o resto do estádio estava, no máximo, morno. Pelo menos eu pude ver o show muito mais de pertinho do que no Lolla...
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| Perdoem a foto meio ruim, mas dá pra sentir por ela como é o esquema do show |
Beeem de pertinho:
O show de Black Keys, por outro lado, foi muito mais animado, mais cheio de firulas e luzes. Era, afinal, a banda principal da noite, e o público sabia disso. Todo mundo de pé, lotando as arquibancadas, pulando na pista, interagindo com a banda, gritando e assoviando: muito mais parecido com o que se espera de um show de rock.
Crédito: The Vancouver Sun Blog
| The Black Keys estão podendo muito mais no Canadá, com certeza! |
De toda forma, foi uma experiência ótima, apesar de meio diferente do que eu esperava. Quando vierem por aqui, lembrem de olhar a agenda de shows, principalmente na Rogers Arena (esse estádio de Hockey do time local, o famoso Canucks). É bem provável que vá estar rolando alguma coisa muito legal!
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23 de abril de 2012
Lollapalooza & Festivais de Música
Mochilera Ju
Antes que eu me debulhe em elogios e queixas e conte tintim por tintim o que aconteceu, permitam-me resumir: foi cansativo, calorento, friorento, molhado e absurdamente maravilhoso! Aqui, fala uma fã de Arctic Monkeys: Alex Turner, aprenda com nosso amigo Dave Grohl a fazer um show virar um espetáculo. Não que o show do Arctic não seja legal, mas Dave mostrou pra que veio!
Câmbio, cââmbio! Mochilera Ju dando notícias de vida. Estou viva e bem. Cheguei no Canadá semana passada, mas só hoje pude dar uma passada por aqui. Não, hoje não estreia a seção Queijo Coalho com Maple Syrup. As dicas são bem brasileiras... Antes de chegar ao meu destino final, Vancouver, dei uma chegadinha em São Paulo para realizar o sonho da vida e ver Foo Fighters tocando no Festival Lollapalooza. A viagem rendeu muita pauta para post, mas vou começar falando do festival em si.
Crédito: Lollapalooza Brasil
| Realizei sonhos de adolescência no Lollapalooza! |
O Lollapalooza é um festival antigo, que já aconteceu em vários países da América, como Chile e Estados Unidos. Este ano, foi a vez do Brasil pela primeira vez e a edição de São Paulo trouxe bandas que animaram o público, como Foo Fighters (ai, ai...), Arctic Monkeys e mais um monte de outras coisas legais que podiam não ser tão conhecidas, mas foram uma delícia de descobrir. Foram dois dias inteiros no Jockey Club, um espaço enorme que contou com uma estrutura muito boa, apesar de terem havido alguns atropelos logísticos.
Crédito: Laura de Las Casas
| Sílvia, eu e Moreno: sentar para descansar é preciso! |
Antes que eu me debulhe em elogios e queixas e conte tintim por tintim o que aconteceu, permitam-me resumir: foi cansativo, calorento, friorento, molhado e absurdamente maravilhoso! Aqui, fala uma fã de Arctic Monkeys: Alex Turner, aprenda com nosso amigo Dave Grohl a fazer um show virar um espetáculo. Não que o show do Arctic não seja legal, mas Dave mostrou pra que veio!
Crédito: Cambria Harkey | Lollapaloozabr.com
| Era GENTE, viu! E Foo Fighters arrasou! |
No mais, #FicaaDica para quem vai para festivais desse tipo, mesmo que não necessariamente o Lolla:
- Leve uma canga ou algo assim para sentar no chão e relaxar. Ficar em pé o tempo todo vai castigar seus pés;
- Se o show estiver muito cheio, não tente ficar mais ou menos próximo ao palco. Das duas uma: ou aguente ficar pertinho, pertinho, ou assista mais de longe. Quem fica no meio termo acaba vendo tudo só pelo telão;
- Coma antes. As coisas tendem a ser bem caras lá dentro. O mesmo se aplica às bebidas e aos souveniers;
- Festivais bem organizados e grandes, como o Lolla e o SWU, por exemplo, são pontuais. O show vai começar às 3h? Quem chegar às 3h10 perde o começo!;
- Veja a previsão do tempo. Se for chover, leve capa de chuva. Abrir um guarda-chuva no meio de um show é sacanagem com quem está atrás de você;
- Planeje bem sua volta para evitar sair junto da multidão, mesmo que isso signifique sacrificar às últimas duas músicas do show. Imagine 70 mil pessoas tentando pegar táxis, ônibus e metrôs ao mesmo tempo!;
- Se for ao Jockey Club, vá de metrô. A linha amarela que leva à estação do Butatã é novinha em folha e a caminhada até lá não é tão grande;
- Divirtam-se!
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2 de março de 2012
#OquemeuPEtem: Baladas no arquipélago
Mochilera Sabrina
(Foto: Yone Salles)
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| Fernando de Noronha é muito mais do que lindas paisagens |
Em Noronha não faltam atrações. Mas, não pense que isto é um roteiro. Ao longo da nossa coluna #OquemeuPEtem vamos dando as dicas daquele sonho no meio do oceano. Então, saindo do básico: sol + praia + barco e aproveitando que hoje é sexta ( \o/ ) , a intenção é mostrar o se faz na noite de Noronha, qual a programação e o que as baladas dos ilhéus tem de tão bom que todo solteiro volta encantado. E os casais também!
Para falar melhor, perguntamos a uma cearense que mora no arquipélago de Fernando de Noronha há três anos. Maria das Candeias trabalha como repórter da TV Golfinho (sim, Noronha tem uma TV própria!) e é quase uma ilhéu. Quer saber alguma coisa de lá? Pergunte a ela. Então, aí vão nossas perguntas:
MT – Quem não conhece Noronha, pode imaginar um lugar muito pacato. Mas, sabemos que não é nada disso. Quais as opções de diversão à noite?
Maria - Pra fazer jus a fama de paradisíaca, a Ilha é o lugar perfeito pra paquerar e viver um grande amor. No forró do Bar do Cachorro ou no Espaço Cultural Muzenza, a azaração sempre rola solta na noite da ilha!
Para falar melhor, perguntamos a uma cearense que mora no arquipélago de Fernando de Noronha há três anos. Maria das Candeias trabalha como repórter da TV Golfinho (sim, Noronha tem uma TV própria!) e é quase uma ilhéu. Quer saber alguma coisa de lá? Pergunte a ela. Então, aí vão nossas perguntas:
MT – Quem não conhece Noronha, pode imaginar um lugar muito pacato. Mas, sabemos que não é nada disso. Quais as opções de diversão à noite?
Maria - Sim. Por incrível que pareça aqui tem programação quase todo dia. Na segunda-feira, moradores e visitantes assistem a apresentação do Maracatu Nação Noronha, no Bar do Cachorro. Na quarta-feira, tem forró ao vivo, e no Espaço Cultural Muzenza (antiga pizzaria Feitiço da Ilha) é dia de chorrinho com Nego do Cavaco, Flávio na flauta, Buiú no violão e Almir no pandeiro. Na quinta, o Espaço Cultural Muzenza tem show ao vivo de reggae com Lucas Flôr e Banda. Na sexta, o Bar do Cachorro abre as portas para o tradicional forró pé-de-serra com Daniel Ribeiro e banda. Sábado, tem pop rock com Buiú e banda no Espaço Cultural Muzenza, que no domingo, faz o público conferir muito samba de roda.
MT - Pra dançar, qual a melhor pedida?
MT - Pra dançar, qual a melhor pedida?
Maria - Todo dia é dia de dançar. Sozinho ou acompanhado, aqui, o visitante dança forró, reggae, maracatu, samba ou pop rock.
(Foto: Arquivo pessoal)
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| Maria, ou Candy, como é mais conhecida (de branco e cabelo no ombro), como os amigos na balada noroense |
MT - A Ilha, por se só, é muito romântica. Mas, qual programação noturna você sugere para ir a dois?
Maria - Um jantar romântico em algum dos vários restaurantes charmosos que a Ilha oferece (Pousada Zé Maria, Varanda, Xica da Silva, Mergulhão, Ecologiku's), sair para alguma balada também é uma alternativa, ou se o casal estiver disposto a fazer algo diferente, pode ver as estrelas na praia da Conceição, no Sueste, na Caeiras ou na ponta do Air France. Se a lua for cheia, com certeza a noite será perfeita!
Maria - Um jantar romântico em algum dos vários restaurantes charmosos que a Ilha oferece (Pousada Zé Maria, Varanda, Xica da Silva, Mergulhão, Ecologiku's), sair para alguma balada também é uma alternativa, ou se o casal estiver disposto a fazer algo diferente, pode ver as estrelas na praia da Conceição, no Sueste, na Caeiras ou na ponta do Air France. Se a lua for cheia, com certeza a noite será perfeita!
(foto: Flirck Vicetim)
| Bar Tom Marrom |
MT - Fora as baladas, o que os turistas que vão a Noronha não podem deixar de conhecer?
Maria - Vir à Fernando de Noronha e não fazer um passeio de barco pra ver de perto os golfinhos, não tem graça! Recomendado também dançar um forrozinho no Bar do Cachorro e mergulhar nessas águas cristalinas para conhecer um pouco da diversidade da vida marinha. Quem gosta de uma boa gastronomia, tem a opção de conhecer o Festival Gastronômico da Pousada Zé Maria: frutos do mar, carnes, sushi, saladas, além de sobremesas incríveis, tudo à vontade!
Maria - Vir à Fernando de Noronha e não fazer um passeio de barco pra ver de perto os golfinhos, não tem graça! Recomendado também dançar um forrozinho no Bar do Cachorro e mergulhar nessas águas cristalinas para conhecer um pouco da diversidade da vida marinha. Quem gosta de uma boa gastronomia, tem a opção de conhecer o Festival Gastronômico da Pousada Zé Maria: frutos do mar, carnes, sushi, saladas, além de sobremesas incríveis, tudo à vontade!
MT - E para os solteiros? Qual lugar infalível para paquerar e beijar?Maria - Pra fazer jus a fama de paradisíaca, a Ilha é o lugar perfeito pra paquerar e viver um grande amor. No forró do Bar do Cachorro ou no Espaço Cultural Muzenza, a azaração sempre rola solta na noite da ilha!
8 de setembro de 2011
Aproveite a #MIMO para curtir os encantos de Olinda
Mochilera Sabri
A cidade de Olinda (PE) está diferente! Cheia de luzes, músicos, arte, filmes sendo exibidos em telões instalados ao ar livre, concertos, cursos e palestras sobre música e um encontro de sotaques de turistas vindos de todas as partes do Brasil e do mundo. A programação cultural faz parte da 8ª edição da Mostra Internacional de Música em Olinda, que começou a última segunda-feira (05.09) e segue até o próximo domingo (11.09), com um leque de opções para conhecer e desfrutar de diferentes estilos de música, da erudita à eletrônica, entoadas num cenário exuberante: o sítio histórico de Olinda.
(Foto: Sabrina Medeiros by Instagram)
Para os estudantes de música e profissionais, a Mostra traz ainda a “Etapa Educativa”, com a realização de intercâmbio entre os músicos, máster classes, workshops, oficinas de formação de orquestra e o renomado curso de regência, com duração de seis dias. Um dos mais procurados do Festival, o Curso dá oportunidade aos alunos de terem aula com a maior referência nacional na área: o maestro Isaac Karabtchevsky. Paulista, traz na bagagem um currículo de valor imensurável, com destaques para a regência da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre; regência da Orquestra Tonkünstler, em Viena; direção musical da Orchestre National des Pays de la Loire, nas cidades de Angers e Nantes, na França; direção musical do Teatro La Fenice, o principal teatro lírico de Veneza, Itália; direção artística da Orquestra Sinfônica Brasileira. Entenderam porque o curso é tão cobiçado?
A programação da Etapa Educativa, dos concertos, filmes e muito mais pode ser conferida no site da Mimo: WWW.mimo.art.br. O Festival extende sua programação também para o Recife e João Pessoa, mas a maior concentração de atrações é em Olinda.
Se interessou pelo turismo em Olinda? Semana que vem tem post completinho com dicas de barzinhos, restaurantes, hospedagem, festas e turismo na cidade. Aguardem! :D
A cidade de Olinda (PE) está diferente! Cheia de luzes, músicos, arte, filmes sendo exibidos em telões instalados ao ar livre, concertos, cursos e palestras sobre música e um encontro de sotaques de turistas vindos de todas as partes do Brasil e do mundo. A programação cultural faz parte da 8ª edição da Mostra Internacional de Música em Olinda, que começou a última segunda-feira (05.09) e segue até o próximo domingo (11.09), com um leque de opções para conhecer e desfrutar de diferentes estilos de música, da erudita à eletrônica, entoadas num cenário exuberante: o sítio histórico de Olinda.
(Foto: Sabrina Medeiros)
| Pôr do sol no Alto da Sé: fantástico! |
Aproveitei o feriado para ir ver de perto como está a edição deste ano e gostei muito do que vi: muito movimento, público de diversos estilos e idades, organização das apresentações, uma super estrutura e o melhor: todas as atrações são gratuitas! #Atenção: apesar da entrada franca, para entrar nas igrejas e ver os concertos é preciso pegar um ingresso – sem nenhum custo – na Biblioteca Pública, que fica na Praça do Carmo (é pertinho, dá para ir andando). Só tenha cuidado porque a distribuição começa duas horas antes e há um limite de lugares. Acabou, não entra! Tem que ouvir do lado de fora.
#Fica a dica: chegue com umas 2h30 de antecedência do horário do concerto que você quer assistir, porque estacionar na cidade alta é difícil. Siga logo para a Biblioteca para pegar seu ticket e, enquanto espera a apresentação, aproveite para conhecer e jantar num dos deliciosos restaurantes que tem lá por cima. Se prefere um lanchinho, as tapiocas da Sé são as melhores opções. Deliciosas e caprichadas, variam de R$2,00 a R$5,00, conforme o recheio.
#Fica a dica: chegue com umas 2h30 de antecedência do horário do concerto que você quer assistir, porque estacionar na cidade alta é difícil. Siga logo para a Biblioteca para pegar seu ticket e, enquanto espera a apresentação, aproveite para conhecer e jantar num dos deliciosos restaurantes que tem lá por cima. Se prefere um lanchinho, as tapiocas da Sé são as melhores opções. Deliciosas e caprichadas, variam de R$2,00 a R$5,00, conforme o recheio.
(Foto: Sabrina Medeiros by Instagram)
| Nhaccc! Tapioca de Olinda caprichada com côco e queijo :P |
Ao ar livre
Na Mimo, as orquestras e grupos de músicos nacionais e internacionais, acostumados a se apresentar em grandes palcos e teatros do mundo, levam seus concertos para dentro de centenárias igrejas de Olinda, como a da Sé, o Mosteiro de São Bento, Seminário de Olinda, Convento de São Francisco, Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, entre outras – a maioria construída na época da colonização. Recomendo a quem não conhece a cidade se programar para vir nesta época do ano ver uma Olinda mais charmosa e romântica, sem o alvoroço do Carnaval.
| Ladeira do Seminário de Olinda toda iluminada para receber a Mimo |
Os pátios e mercados do sítio histórico e praças do Alto da Sé também viram palco para talentos da música, como o do Gotan Project (França/Argentina), que se apresenta no largo do Carmo, hoje (08.09), às 22h. Para quem prefere filmes à música, é possível curtir o Festival MIMO de Cinema – que também é gratuito – , que exibe curtas e longas-metragens em telões montados ao ar livre, nos pátios da Igreja da Sé e do Seminário de Olinda, que também receberam cadeiras para acomodar o público. Os locais não podiam ser melhores escolhidos: envoltos pelas vistas mais lindas do Alto da Sé, proporcionam um clima muito agradável para relaxar, ver produções de qualidade e sentir o vento no rosto.
(Foto: Sabrina Medeiros by Instagram)
| Festival Mimo de Cinema: filmes ao ar livre em frente à Igreja da Sé |
Para os estudantes de música e profissionais, a Mostra traz ainda a “Etapa Educativa”, com a realização de intercâmbio entre os músicos, máster classes, workshops, oficinas de formação de orquestra e o renomado curso de regência, com duração de seis dias. Um dos mais procurados do Festival, o Curso dá oportunidade aos alunos de terem aula com a maior referência nacional na área: o maestro Isaac Karabtchevsky. Paulista, traz na bagagem um currículo de valor imensurável, com destaques para a regência da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre; regência da Orquestra Tonkünstler, em Viena; direção musical da Orchestre National des Pays de la Loire, nas cidades de Angers e Nantes, na França; direção musical do Teatro La Fenice, o principal teatro lírico de Veneza, Itália; direção artística da Orquestra Sinfônica Brasileira. Entenderam porque o curso é tão cobiçado?
A programação da Etapa Educativa, dos concertos, filmes e muito mais pode ser conferida no site da Mimo: WWW.mimo.art.br. O Festival extende sua programação também para o Recife e João Pessoa, mas a maior concentração de atrações é em Olinda.
Se interessou pelo turismo em Olinda? Semana que vem tem post completinho com dicas de barzinhos, restaurantes, hospedagem, festas e turismo na cidade. Aguardem! :D
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5 de setembro de 2011
Telefônica Sonidos: Turismo pela música da América Latina
Mochilera Rafa
Quem disser que turismo não tem nenhuma relação com festivais de música está completamente enganado. Há alguns dias (não escrevi antes porque uma tosse chata não me permitia fazer muita coisa), estive em São Paulo para o Telefônica Sonidos – Festival Mundo Latino, mais especificamente para assistir o show da mexicana Julieta Venegas, que fazia parte da programação. Confesso que não estava lá muito empolgada com a proposta do festival. A ideia mesmo era matar a vontade de assistir a uma apresentação da minha cantora latina preferida. Toda uma logística foi montada, inclusive financeira, para realizar esse desejo. Não me arrependo de ter investido um centavo, não apenas pelo fato de tê-la visto cantar, mas porque acabei conhecendo a diversidade da cultura latina.
O Telefônica Sonidos aconteceu entre os dias 24 e 27 de agosto, no Jockey Club de São Paulo. Julieta estaria na programação do dia 26, uma sexta (beleza, fim de semana em São Paulo!). Então, compro ingresso, passagem e reservo hotel. No dia, a cantora mexicana dividia palco com a nossa ilustre Marisa Monte. Ótimo, já que ambas gravaram uma música juntas! Mas e essa “mistureba” que também tocariam no mesmo dia: Juan Formell y Los Van Van + Carlinhos Brown e Los Amigos Invisibles + Seu Jorge?!? Primeiro, logo pensei: “o que Carlinhos Brown tem a ver com um festival de música latina?!?”Segundo: “amigos ‘invisibles’ de quem?!?” Bom, li e reli a proposta do festival que é fazer, pela segunda vez, encontros inéditos entre artistas brasileiros e latinos. Achei ótimo, mas também não procurei saber de muita coisa. O negócio mesmo era ver Julieta Venegas!
Começa o primeiro show da noite e, junto com ele, a primeira surpresa. Juan Formell y Los Van Van sobem ao palco e apresentam o melhor da música cubana. Mesmo sem saber um trecho das músicas que eles tocaram, a batida dos “cubanos, los españoles africanos” era contagiante. Depois, entendi a participação de Carlinhos Brown. Juntar os batuques dos povos que têm no sangue a origem africana pulsando nas veias foi perfeito! Não, ele não cantou “olha, olha a água mineral”, graças ao bom santo dos músicos (sem preconceitos, ok?). Em seguida, veio a esperada Julieta Venegas. Sem comentários... Quem já a ouviu cantar alguma vez sabe perfeitamente o que passei. Sua simpatia, meiguice e carisma contagiam a todos!! Cantei loucamente todas as músicas, novas e antigas. Quando Marisa Monte subiu ao palco e começaram a cantar “Ilusión”, todos enlouqueceram. Dá só uma conferida no vídeo (histórico) que fiz lá no Flickr.
Logo depois, veio a segunda surpresa do festival para mim. Foi “amor musical” a primeira vista. Los Amigos Invisibles trouxeram da Venezuela uma apresentação bastante irreverente, bem louca mesmo. Eles misturam dance music com tantas outras coisas que é preciso filar: funk, acid jazz e bossa nova. Tinha até uns comprades venezuelanos que baixaram lá no show cantando loucamente. Além da boa música, o destaque vai para o tecladista da banda que, com um visual "a la Restart", fez uma performance inigualável no palco, ao ponto de ficar só de calça verde e lencinho no pescoço dançando loucamente e tocando (no frio). Ah, sem esquecer da intimidade que ele mostrou com o teclado.... (a censura não me permite detalhar aqui!) Ai, veio Seu Jorge com sua voz rouca e romântica para acalmar os ânimos da galera venezuelana.
Passado a maratona de shows, cheguei a conclusão de que queria ter ido para o festival inteiro, mesmo tendo no dia seguinte Victor & Leo! Foi no fim que comecei a entender o verdadeiro objetivo do festival e me encantei quando descobri que fiz um rápido turismo pela América Latina sem sair de “casa”. Isso mesmo, porque turismo não é apenas botar a mochila nas costas e sair por ai zanzando pelos cantos e conhecendo pontos turísticos. É também conhecer a cultura, a música de cada lugar!
#Ofestival
Turismo a parte, gostaria de deixar registrado aqui o meu elogio para a organização do Telefônica Sonidos. Desde o dia que comprei os ingressos, comecei a acompanhar o festival pelo Twitter e Facebook, onde eles davam algumas dicas e trocavam ideias com a galera que ia para os shows. No site, fizeram um mapa da estrutura, onde estava o que, como chegar até lá, dos hotéis próximos, além de outras informações sobre as bandas, programação, notícias, enfim. No local, não teve tumulto algum para entrar, apesar da fila enorme de carros para entrar no Jockey Club (bem que a galera poderia ir de taxi ou ônibus... cada qual com seu cada qual!). Bom, fico agora na expectativa do próximo festival. Será que vou poder ir?!? =)
(Crédito: Rafaela Aguiar)
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| Fui por um show e acabei me encantando pelo festival todo |
O Telefônica Sonidos aconteceu entre os dias 24 e 27 de agosto, no Jockey Club de São Paulo. Julieta estaria na programação do dia 26, uma sexta (beleza, fim de semana em São Paulo!). Então, compro ingresso, passagem e reservo hotel. No dia, a cantora mexicana dividia palco com a nossa ilustre Marisa Monte. Ótimo, já que ambas gravaram uma música juntas! Mas e essa “mistureba” que também tocariam no mesmo dia: Juan Formell y Los Van Van + Carlinhos Brown e Los Amigos Invisibles + Seu Jorge?!? Primeiro, logo pensei: “o que Carlinhos Brown tem a ver com um festival de música latina?!?”Segundo: “amigos ‘invisibles’ de quem?!?” Bom, li e reli a proposta do festival que é fazer, pela segunda vez, encontros inéditos entre artistas brasileiros e latinos. Achei ótimo, mas também não procurei saber de muita coisa. O negócio mesmo era ver Julieta Venegas!
(Créditos: Rafaela Aguiar)
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| O batuque dos "cubanos, los españoles africanos" contagiou |
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| Julieta fue "Original"... |
Logo depois, veio a segunda surpresa do festival para mim. Foi “amor musical” a primeira vista. Los Amigos Invisibles trouxeram da Venezuela uma apresentação bastante irreverente, bem louca mesmo. Eles misturam dance music com tantas outras coisas que é preciso filar: funk, acid jazz e bossa nova. Tinha até uns comprades venezuelanos que baixaram lá no show cantando loucamente. Além da boa música, o destaque vai para o tecladista da banda que, com um visual "a la Restart", fez uma performance inigualável no palco, ao ponto de ficar só de calça verde e lencinho no pescoço dançando loucamente e tocando (no frio). Ah, sem esquecer da intimidade que ele mostrou com o teclado.... (a censura não me permite detalhar aqui!) Ai, veio Seu Jorge com sua voz rouca e romântica para acalmar os ânimos da galera venezuelana.
(Crédito: Rafaela Aguiar)
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| Uma mistura de ritmos dos Amigos Invisibles |
Passado a maratona de shows, cheguei a conclusão de que queria ter ido para o festival inteiro, mesmo tendo no dia seguinte Victor & Leo! Foi no fim que comecei a entender o verdadeiro objetivo do festival e me encantei quando descobri que fiz um rápido turismo pela América Latina sem sair de “casa”. Isso mesmo, porque turismo não é apenas botar a mochila nas costas e sair por ai zanzando pelos cantos e conhecendo pontos turísticos. É também conhecer a cultura, a música de cada lugar!
#Ofestival
Turismo a parte, gostaria de deixar registrado aqui o meu elogio para a organização do Telefônica Sonidos. Desde o dia que comprei os ingressos, comecei a acompanhar o festival pelo Twitter e Facebook, onde eles davam algumas dicas e trocavam ideias com a galera que ia para os shows. No site, fizeram um mapa da estrutura, onde estava o que, como chegar até lá, dos hotéis próximos, além de outras informações sobre as bandas, programação, notícias, enfim. No local, não teve tumulto algum para entrar, apesar da fila enorme de carros para entrar no Jockey Club (bem que a galera poderia ir de taxi ou ônibus... cada qual com seu cada qual!). Bom, fico agora na expectativa do próximo festival. Será que vou poder ir?!? =)
Marcando:
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18 de abril de 2011
Se esse albergue falasse....
Mochilera Sabrina
Sempre quando vou viajar e digo que vou me hospedar num albergue muita gente me olha como se eu fosse doida. É como se eu quisesse colocar em risco a minha segurança, higiene, ou como se eu vivesse a síndrome do Peter Pan – já que albergue, para muitos, é coisa de adolescente. Vou dizer, tenho 30 anos (não precisam espalhar isso!) e cada vez que chego em um desses albergues tenho a certeza que escolhi o lugar mais legal da cidade para ficar. Conhecer pessoas de toda a parte do mundo, ouvir vários idiomas, participar de festas interessantes e viver experiências inusitadas. Tem idade pra isso? Se você acha que está fora desse perfil, pare a leitura por aqui. Mas se esse cenário te atrai, vou contar uma coisa: conheci, nos últimos dias, o mais interessante e divertido de todos os albergues.
Acabo de voltar de férias da Argentina e digo que umas das coisas que mais me impressionou por lá foi o hostel – nome como albergues são conhecidos lá fora. Cheguei de madrugada na capital, Buenos Aires (BsAs), sem saber o que me esperava. Quando o taxista nos largou em frente ao MilHouse Avenue, confesso que me assustei. No endereço, estava um portão preto pichado, num prédio antigo. Quando a porta se abriu, no entanto, meu receio acabou num click. Um lindo salão, colorido, cheio de cartazes em inglês – parecia uma universidade americana –, um barzinho e uma sinuca atrás da recepção nos deram boas vindas. Funcionários super simpáticos nos atenderam e falavam até em português (!).
Preenchemos uma ficha (como acontece em todo albergue) e recebemos uma programação intensa de festas que aconteceria ali mesmo, todos os dias, no salão onde fomos recebidos (!!!). E o melhor: de graça! “Estou no lugar certo!”, pensei. As tarifas variam de acordo com o quarto que você escolher e o café da manhã está incluído no preço. Reservamos um quarto duplo, com banheiro privativo, que era enorme e com decoração antiga bem bonita. O banheiro era grande, com banheira (que só serve para pisar) e chuveiro quentinho. Tem toalhas e lençóis, mas isso foi o ponto negativo de lá. Não achei que estavam muito limpas. Como sei que a maioria é assim (aí é que está a diferença do hotel), sempre levo os meus.
Os charmosos corredores do prédio antigo e quartos
Na manhã seguinte, a mesa de sinuca vira a do desayuno (café da manhã), com ceral, leite, frutas, doce de leite, manteiga, pão quentinho, café, suco e chá. Se quiser ovos, presunto, queijo tem a opção de pedir por fora no barzinho (que de manhã vira uma lanchonete). No último andar, um espaço cheio de verde e bambus criam um clima de piscina, com direito a um mirante da cidade. No porão, há mais um salão, sala para televisão, sofás e um terraço ao ar livre.
Como chegamos no sábado, logo no primeiro dia à noite foi o dia da boate. DJ’s, muitas luzes, música muito boa, drinks elaborados, muito chopp e clima de paquera tomaram conta do salão que tomamos café da manhã. Para curtir, bastar colocar o chinelo e descer. As festas são para os hóspedes desse e do outro MilHouse que fica perto. Foi uma noite divertidíssima, regada a Quilmes (cerveja delícia de lá!) e muito bate-papo (tirei todo o atraso do espanhol e meu namorado do inglês). Ficamos uma semana por lá e teve teve de tudo: happy hour, música ao vivo, aulas de tangos e olimpíadas para bêbados. Mas, a "cachaça" tem que ficar lá embaixo. Não é permitido subir para os quartos com bebidas e comidas. Acho certo, senão vira zona e ninguém dorme né?
Muitos fazem dessas festas um esquenta para as grandes boates de BsAs, pois lá no hostel também são vendidos os ingressos e eles indicam a melhor balada para cada dia da semana. Quem não gosta muito dessas farras, pode aproveitar também as atividades diurnas. Toda manhã, eles escrevem a programação do dia, como tour de bike ou a pé pelos principais pontos e indicam o que é melhor para fazer naquela data. Pensam em tudo!
Dentro do MilHouse, tem ainda computador à vontade, cabines de telefones, wi-fi, telão, todas as refeições para quem não tiver a fim de sair (pagar à parte), mapas, lockers de graça e uma agência de viagens que vende roteiro e passeios no país. Impressionado? Pois é, só estando lá para saber o que é aquele lugar. Eu recomendo e digo mais, passei ali dias divertidíssimos!
Mas antes de sair trocando seu hotel quatro estrelas por um desses, saiba que você tem que pesquisar sobre o local e ir desprendido, já que ali você não encontra o mesmo conforto e facilidades de um hotel (como lençóis e toalhas limpas e cheirosas). Antes de ir, é indispensável visitar o http://www.hostelworld.com/, site onde é possível encontrar albergues em todo o mundo. O diferencial desse site está nas notas e comentários que as pessoas fazem sobre cada hospedagem. Eles avaliam itens como segurança, limpeza, preço, serviço, etc. É importante buscar o máximo de informação antes de ir. Uma vez, em Valência (Espanha), caí na maior cilada porque fui sem pesquisar direito.... mas, isso é história para outro post.
E aí? Ficou empolgado para deixar o hotel de lado na próxima viagem?
Serviço:
MilHouse Avenue
Av.de Mayo, 1245, Centro - Buenos Aires - Argentina
http://www.milhousehostel.com/ (tarifas e reservas online)
Sempre quando vou viajar e digo que vou me hospedar num albergue muita gente me olha como se eu fosse doida. É como se eu quisesse colocar em risco a minha segurança, higiene, ou como se eu vivesse a síndrome do Peter Pan – já que albergue, para muitos, é coisa de adolescente. Vou dizer, tenho 30 anos (não precisam espalhar isso!) e cada vez que chego em um desses albergues tenho a certeza que escolhi o lugar mais legal da cidade para ficar. Conhecer pessoas de toda a parte do mundo, ouvir vários idiomas, participar de festas interessantes e viver experiências inusitadas. Tem idade pra isso? Se você acha que está fora desse perfil, pare a leitura por aqui. Mas se esse cenário te atrai, vou contar uma coisa: conheci, nos últimos dias, o mais interessante e divertido de todos os albergues.
Acabo de voltar de férias da Argentina e digo que umas das coisas que mais me impressionou por lá foi o hostel – nome como albergues são conhecidos lá fora. Cheguei de madrugada na capital, Buenos Aires (BsAs), sem saber o que me esperava. Quando o taxista nos largou em frente ao MilHouse Avenue, confesso que me assustei. No endereço, estava um portão preto pichado, num prédio antigo. Quando a porta se abriu, no entanto, meu receio acabou num click. Um lindo salão, colorido, cheio de cartazes em inglês – parecia uma universidade americana –, um barzinho e uma sinuca atrás da recepção nos deram boas vindas. Funcionários super simpáticos nos atenderam e falavam até em português (!).
| A recepção e seus cartazes de boas vindas |
Preenchemos uma ficha (como acontece em todo albergue) e recebemos uma programação intensa de festas que aconteceria ali mesmo, todos os dias, no salão onde fomos recebidos (!!!). E o melhor: de graça! “Estou no lugar certo!”, pensei. As tarifas variam de acordo com o quarto que você escolher e o café da manhã está incluído no preço. Reservamos um quarto duplo, com banheiro privativo, que era enorme e com decoração antiga bem bonita. O banheiro era grande, com banheira (que só serve para pisar) e chuveiro quentinho. Tem toalhas e lençóis, mas isso foi o ponto negativo de lá. Não achei que estavam muito limpas. Como sei que a maioria é assim (aí é que está a diferença do hotel), sempre levo os meus.
Os charmosos corredores do prédio antigo e quartos
Na manhã seguinte, a mesa de sinuca vira a do desayuno (café da manhã), com ceral, leite, frutas, doce de leite, manteiga, pão quentinho, café, suco e chá. Se quiser ovos, presunto, queijo tem a opção de pedir por fora no barzinho (que de manhã vira uma lanchonete). No último andar, um espaço cheio de verde e bambus criam um clima de piscina, com direito a um mirante da cidade. No porão, há mais um salão, sala para televisão, sofás e um terraço ao ar livre.
| Delicioso "desayuno" para recarregar as energias |
| Mochilera Sabrina após degustar o "desayuno" argentino |
Como chegamos no sábado, logo no primeiro dia à noite foi o dia da boate. DJ’s, muitas luzes, música muito boa, drinks elaborados, muito chopp e clima de paquera tomaram conta do salão que tomamos café da manhã. Para curtir, bastar colocar o chinelo e descer. As festas são para os hóspedes desse e do outro MilHouse que fica perto. Foi uma noite divertidíssima, regada a Quilmes (cerveja delícia de lá!) e muito bate-papo (tirei todo o atraso do espanhol e meu namorado do inglês). Ficamos uma semana por lá e teve teve de tudo: happy hour, música ao vivo, aulas de tangos e olimpíadas para bêbados. Mas, a "cachaça" tem que ficar lá embaixo. Não é permitido subir para os quartos com bebidas e comidas. Acho certo, senão vira zona e ninguém dorme né?
| De dia, tem café da manhã gostoso para os hóspedes... |
| ...à noite tem música boa, drinks, chopp e clima de paquera |
Muitos fazem dessas festas um esquenta para as grandes boates de BsAs, pois lá no hostel também são vendidos os ingressos e eles indicam a melhor balada para cada dia da semana. Quem não gosta muito dessas farras, pode aproveitar também as atividades diurnas. Toda manhã, eles escrevem a programação do dia, como tour de bike ou a pé pelos principais pontos e indicam o que é melhor para fazer naquela data. Pensam em tudo!
Dentro do MilHouse, tem ainda computador à vontade, cabines de telefones, wi-fi, telão, todas as refeições para quem não tiver a fim de sair (pagar à parte), mapas, lockers de graça e uma agência de viagens que vende roteiro e passeios no país. Impressionado? Pois é, só estando lá para saber o que é aquele lugar. Eu recomendo e digo mais, passei ali dias divertidíssimos!
Mas antes de sair trocando seu hotel quatro estrelas por um desses, saiba que você tem que pesquisar sobre o local e ir desprendido, já que ali você não encontra o mesmo conforto e facilidades de um hotel (como lençóis e toalhas limpas e cheirosas). Antes de ir, é indispensável visitar o http://www.hostelworld.com/, site onde é possível encontrar albergues em todo o mundo. O diferencial desse site está nas notas e comentários que as pessoas fazem sobre cada hospedagem. Eles avaliam itens como segurança, limpeza, preço, serviço, etc. É importante buscar o máximo de informação antes de ir. Uma vez, em Valência (Espanha), caí na maior cilada porque fui sem pesquisar direito.... mas, isso é história para outro post.
E aí? Ficou empolgado para deixar o hotel de lado na próxima viagem?
Serviço:
MilHouse Avenue
Av.de Mayo, 1245, Centro - Buenos Aires - Argentina
http://www.milhousehostel.com/ (tarifas e reservas online)
Marcando:
Argentina,
Buenos Aires,
entretenimento,
hospedagem
14 de abril de 2011
Um show muy "Bono"
Mochilera Sabrina
Nessa quarta-feira (13), foi a última oportunidade de ver o incrível espetáculo do U2 no tour que a banda fez na América do Sul. A turnê começou por Santiago (Chile), no dia 25 de março, seguiu para Buenos Aires (Argentina), onde realizou três apresentações com sucesso de público, e chegou ao Brasil no último dia 9. Na capital portenha, porém, dias antes do show ainda era possível conseguir ingressos para assistir a última apresentação no dia 3 de abril, diferente do Brasil, onde os bilhetes para o espetáculo promovido pela banda irlandesa se esgotaram poucas horas depois de serem colocados à disposição.
Impressionante, impactante, pós-moderno, intrigante, gigantesco e emocionante são algumas das palavras que definem o show 360º Tour, que, pela primeira vez, fez a banda rodar por estádios com um palco fantástico, de 50 metros de altura e cerca de 250 toneladas de peças em sua estrutura, que para serem transportadas são necessários 120 caminhões. Em forma de garra, mas que para muitos também se parece com uma aranha, o “The Claw” custou algo em torno de US$ 32 milhões. Só para ter uma ideia: é preciso três dias para desmontar tudo e o custo diário da produção é estimado em US$ 750 mil.
Informações técnicas à parte, posso dizer que o show causa mais do que aquela sensação de euforia que temos ao escutar ao vivo uma banda que gostamos muito. Tive a oportunidade de ver a superprodução no Estádio Único de La Plata, na Argentina. Juntei o necessário (férias) ao agradável (show sem muvuca) e consegui um dos melhores lugares para ver o Bono de pertinho. Garanto que foi a melhor coisa que fiz, pois foi estresse zero desde a compra, que aqui, no Brasil, foi um verdadeiro parto para conseguir entrar no site e comprar um ingresso. Em Buenos Aires, comprei dois meses antes por telefone, onde fui muito bem atendida e achei super prático. A ânsia de comprar com muita antecedência, típica de brasileiro, nem precisava porque lá achei com facilidade ingressos para todas as áreas (menos Red Lounge).
Acesso e estádio, grande diferença
O acesso ao estádio, que fica a 60 quilômetros de distância do centro de Buenos Aires, foi tranquilo e muito organizado. Por toda a parte víamos policiais e pessoas sinalizando que caminho seguir. Chegamos uma hora antes do show e não pegamos nenhum trânsito absurdo. Também achei seguro, pois, nas ruas próximas ao estádio, se via policiais por toda a parte e apesar de ter muita gente, não tinha aperto nem muvuca! Thanks, Argentina! =)
Perto do local, as pequenas casinhas se transformaram em bares improvisados, que vendiam muito churrasco, cerveja, empanadas (comida típica) e alguns drinks. Era possível ver também muita gente vendendo camisas, pôsteres da banda, mas nada desorganizado. A entrada foi super fácil, sem grandes filas, e um fator que me morgou: não era permitido o consumo de bebida alcoólica lá dentro. Mas, refrigerante, água e guloseimas - como aqueles hot dogs bem americanos - podiam ser comprados em lanchonetes internas.
O estádio, novinho em folha (inaugurado em 2003 e reinaugurado em fevereiro deste ano), é coisa de cinema. Lindo, limpo e bem projetado, é considerado o mais moderno da América Latina. Com capacidade para mais de 50 mil pessoas, sendo quase 357 desses lugares voltados para deficiente. Ainda possui dois restaurantes, um para 400 e outro para 150 pessoas; 12 cafeterias; 5,5 mil vagas para carros; 100 vagas para ônibus, etc.
Um lugar que fez o show do U2 ficar ainda mais bonito!
O show por lá
Após várias ondas na espera do grupo irlandês, o Estádio de La Plata delirou com a entrada triunfal da banda. E o espetáculo não poderia começar melhor: após gritarem nomes de pontos famosos da cidade e terminarem com um sonoro “Buenos Aires” carregado de sotaque, os músicos iniciarem o espetáculo com a música Beautiful Day. Após muitas emoções com as melhores músicas, o U2 prestou sua homenagem ao país - como fazem em todo show. Enquanto aqui, no Brasil, eles homenagearam as vítimas de Realengo (RJ), lá, na Argentina, foi o músico e compositor argentino Gustavo Cerati, que está em coma há um ano. “Vamos enviar amor, amor, amor e respeito e ele escutará suas vozes esta noite", disse o vocalista. Lindo, lindo, lindo. Uma das músicas quem finalizou este dia memorável foi a que eu mais amo: With or Without You. Perfeito!
FLAGRA
Os fanáticos pela banda podem pular esta observação ou não me responsabilizo pelas consequências. Na quinta-feira antes do show (31 de março), foi possível ver Bono a dois palmos, em Puerto Madero. Como imaginar que ele ia estar numa típica churrascaria? Simpático, ele sorriu e tirou fotos com muitas fãs. Ai, ai, ai... Vejam aí a foto que fizemos.
Confira outras fotos e vídeos do show no nosso álbum Buenos Aires - Argentina, lá no Flickr.
Nessa quarta-feira (13), foi a última oportunidade de ver o incrível espetáculo do U2 no tour que a banda fez na América do Sul. A turnê começou por Santiago (Chile), no dia 25 de março, seguiu para Buenos Aires (Argentina), onde realizou três apresentações com sucesso de público, e chegou ao Brasil no último dia 9. Na capital portenha, porém, dias antes do show ainda era possível conseguir ingressos para assistir a última apresentação no dia 3 de abril, diferente do Brasil, onde os bilhetes para o espetáculo promovido pela banda irlandesa se esgotaram poucas horas depois de serem colocados à disposição.
Impressionante, impactante, pós-moderno, intrigante, gigantesco e emocionante são algumas das palavras que definem o show 360º Tour, que, pela primeira vez, fez a banda rodar por estádios com um palco fantástico, de 50 metros de altura e cerca de 250 toneladas de peças em sua estrutura, que para serem transportadas são necessários 120 caminhões. Em forma de garra, mas que para muitos também se parece com uma aranha, o “The Claw” custou algo em torno de US$ 32 milhões. Só para ter uma ideia: é preciso três dias para desmontar tudo e o custo diário da produção é estimado em US$ 750 mil.
| Mochilera Sabrina cantou até ficar sem voz |
Informações técnicas à parte, posso dizer que o show causa mais do que aquela sensação de euforia que temos ao escutar ao vivo uma banda que gostamos muito. Tive a oportunidade de ver a superprodução no Estádio Único de La Plata, na Argentina. Juntei o necessário (férias) ao agradável (show sem muvuca) e consegui um dos melhores lugares para ver o Bono de pertinho. Garanto que foi a melhor coisa que fiz, pois foi estresse zero desde a compra, que aqui, no Brasil, foi um verdadeiro parto para conseguir entrar no site e comprar um ingresso. Em Buenos Aires, comprei dois meses antes por telefone, onde fui muito bem atendida e achei super prático. A ânsia de comprar com muita antecedência, típica de brasileiro, nem precisava porque lá achei com facilidade ingressos para todas as áreas (menos Red Lounge).
Acesso e estádio, grande diferença
O acesso ao estádio, que fica a 60 quilômetros de distância do centro de Buenos Aires, foi tranquilo e muito organizado. Por toda a parte víamos policiais e pessoas sinalizando que caminho seguir. Chegamos uma hora antes do show e não pegamos nenhum trânsito absurdo. Também achei seguro, pois, nas ruas próximas ao estádio, se via policiais por toda a parte e apesar de ter muita gente, não tinha aperto nem muvuca! Thanks, Argentina! =)
Perto do local, as pequenas casinhas se transformaram em bares improvisados, que vendiam muito churrasco, cerveja, empanadas (comida típica) e alguns drinks. Era possível ver também muita gente vendendo camisas, pôsteres da banda, mas nada desorganizado. A entrada foi super fácil, sem grandes filas, e um fator que me morgou: não era permitido o consumo de bebida alcoólica lá dentro. Mas, refrigerante, água e guloseimas - como aqueles hot dogs bem americanos - podiam ser comprados em lanchonetes internas.
| O jeito era beber do lado de fora, já que dentro não podia |
O estádio, novinho em folha (inaugurado em 2003 e reinaugurado em fevereiro deste ano), é coisa de cinema. Lindo, limpo e bem projetado, é considerado o mais moderno da América Latina. Com capacidade para mais de 50 mil pessoas, sendo quase 357 desses lugares voltados para deficiente. Ainda possui dois restaurantes, um para 400 e outro para 150 pessoas; 12 cafeterias; 5,5 mil vagas para carros; 100 vagas para ônibus, etc.
Um lugar que fez o show do U2 ficar ainda mais bonito!
O show por lá
Após várias ondas na espera do grupo irlandês, o Estádio de La Plata delirou com a entrada triunfal da banda. E o espetáculo não poderia começar melhor: após gritarem nomes de pontos famosos da cidade e terminarem com um sonoro “Buenos Aires” carregado de sotaque, os músicos iniciarem o espetáculo com a música Beautiful Day. Após muitas emoções com as melhores músicas, o U2 prestou sua homenagem ao país - como fazem em todo show. Enquanto aqui, no Brasil, eles homenagearam as vítimas de Realengo (RJ), lá, na Argentina, foi o músico e compositor argentino Gustavo Cerati, que está em coma há um ano. “Vamos enviar amor, amor, amor e respeito e ele escutará suas vozes esta noite", disse o vocalista. Lindo, lindo, lindo. Uma das músicas quem finalizou este dia memorável foi a que eu mais amo: With or Without You. Perfeito!
| Bono mostrando o caminho da feliciadade! |
FLAGRA
Os fanáticos pela banda podem pular esta observação ou não me responsabilizo pelas consequências. Na quinta-feira antes do show (31 de março), foi possível ver Bono a dois palmos, em Puerto Madero. Como imaginar que ele ia estar numa típica churrascaria? Simpático, ele sorriu e tirou fotos com muitas fãs. Ai, ai, ai... Vejam aí a foto que fizemos.
Confira outras fotos e vídeos do show no nosso álbum Buenos Aires - Argentina, lá no Flickr.
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