(Picography/Pixabay)
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12 de junho de 2015
9 melhores destinos para viajar a dois
Viajar é sempre uma boa ideia. Se é a dois, melhor ainda. Isso porque dividir as experiências de uma viagem com quem ama faz dela única e especial. Você até pode repetir o roteiro sozinha ou acompanhada por amigos, mas não será a mesma. Pode acreditar! Por isso, sempre nos perguntamos quais destinos são perfeitos para uma viagem romântica. Apostar no roteiro traducional ou dar aquela inovada? Para resolver essa dúvida, perguntamos às nossas leitoras mochileiras (super apaixonadas!). Elas indicaram os lugares ideais para viajar com o seu amor, além de sugerir alguns passeios e contar com detalhes o que tem de tão especial nos locais por onde passaram.
Marcando:
Alagoas,
Barbados,
Califórnia,
Caribe,
Chile,
Deserto do Atacama,
Dia dos Namorados,
EUA,
França,
Genebra,
Itália,
Lençóis Maranhenses,
Maranhão,
Natal,
Paris,
Rio Grande do Norte,
romance,
Suíça,
Veneza
3 de junho de 2015
Intercâmbio: 10 melhores escolas do mundo para estudar moda
Quando decidimos arrumar a mochila e desbravar um lugar, naturalmente ganhamos ferramentas para ir moldando o nosso próprio estilo. Por isso, viagens e moda estão tão conectadas. Quando viajamos, experimentamos, aprendemos e até absorvemos a cultura daquele lugar. Isso nos faz abrir a mente para outras possibilidades e criar algo novo. Então, se você é uma mochileira que busca por isso, ou seja, ama moda e já sonhou em estudar no exterior, precisa conferir a nossa lista das melhores escolas de moda do mundo para ajudar você a se inspirar.
(University of Derby/Flickr)
1 de junho de 2015
Paris: Trancar o seu amor com um cadeado e jogar a chave fora é ilegal
Paris (França) é considerada como um das cidades mais romântica para viajar a dois. Mas a partir de agora vai perder um dos seus mais conhecidos santuários entre os apaixonados. O governo parisiense decidiu retirar definitivamente os cadeados do amor da famosa Pont des Arts. Isso porque o peso dos objetos estava cedendo as grades da ponte do século 19, podendo causar situações de riscos aos pedestres e embarcações locais. Com a medida, trancar o amor com um cadeado e jogar a chave fora no Rio Sena é ilegal.
(stokpic/Pixabay)
15 de maio de 2015
10 capitais mundiais da moda
(Christopher Macsurak/Flickr)
26 de junho de 2014
Por que Paris é a cidade das luzes?
Com certeza, você já escutou a seguinte expressão por aí: Paris, a Cidade Luz ou das Luzes. Mas por que a capital francesa tem esse apelido? Provavelmente, a primeira resposta que vem a sua cabeça deve ser pela super iluminação à noite, principalmente nos seus pontos turísticos mais conhecidos, como a Torre Eiffel. Outra resposta poderia ser pelo pioneirismo da eletricidade. Na verdade, Paris ficou conhecida como a cidade das luzes porque foi iluminada de outra forma: pela arte.
Sim, muitos artistas do munto inteiro tinham (e ainda têm) uma atração louca por Paris. Pintores, músicos, bailarinos, arquitetos, escultores arrumavam as malas e se mudavam para a cidade das luzes. Isso porque, depois do Iluminismo, a capital francesa – uma das cidades europeias a abrigar o movimento no século 18 – ficou conhecida como o lugar do refinamento e bom gosto, tornando-se o centro mundial das artes.
Esse conceito foi eternizado e ainda hoje muitos mochileiros visitam Paris por essa atração. Não é apenas pelas dezenas de museus e milhares de monumentos, mas em cada esquina, na padaria, no restaurante, em uma parede ou ponte, nas pessoas e até no famoso cafezinho da tarde. Quem caminha pelas ruas da cidade respira "arte". Arriscamos a dizer que Paris não é um destino para ser apenas visitado, e sim desfrutado e vivido.
Por isso, a capital francesa também tem a fama pelo seu romantismo, pois ela é inspiradora. Os filmes que têm a cidade como cenário é uma prova disso. Então, se você tem poucos dias de férias ou pouca grana, não viaje a Paris. Espere para ir depois com mais tempo, pois valerá a pena.
Revendo os nossos arquivos, encontramos algumas declarações de amor à cidade de uma de nossas leitoras e colaboradoras especiais:
- #Ficaadica: Passeando por Paris com carteira de jornalista
- Paris para apaixonados... por cinema
Mas isso não quer dizer que Paris não seja, de fato, a cidade das luzes. Basta fazer um passeio pela capital francesa durante a noite para comprovar a arte da iluminação usando a energia elétrica.
Sim, muitos artistas do munto inteiro tinham (e ainda têm) uma atração louca por Paris. Pintores, músicos, bailarinos, arquitetos, escultores arrumavam as malas e se mudavam para a cidade das luzes. Isso porque, depois do Iluminismo, a capital francesa – uma das cidades europeias a abrigar o movimento no século 18 – ficou conhecida como o lugar do refinamento e bom gosto, tornando-se o centro mundial das artes.
(Crédito: Pinteret/internet)
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| Paris, cidade iluminada pela arte |
Esse conceito foi eternizado e ainda hoje muitos mochileiros visitam Paris por essa atração. Não é apenas pelas dezenas de museus e milhares de monumentos, mas em cada esquina, na padaria, no restaurante, em uma parede ou ponte, nas pessoas e até no famoso cafezinho da tarde. Quem caminha pelas ruas da cidade respira "arte". Arriscamos a dizer que Paris não é um destino para ser apenas visitado, e sim desfrutado e vivido.
Por isso, a capital francesa também tem a fama pelo seu romantismo, pois ela é inspiradora. Os filmes que têm a cidade como cenário é uma prova disso. Então, se você tem poucos dias de férias ou pouca grana, não viaje a Paris. Espere para ir depois com mais tempo, pois valerá a pena.
Revendo os nossos arquivos, encontramos algumas declarações de amor à cidade de uma de nossas leitoras e colaboradoras especiais:
- #Ficaadica: Passeando por Paris com carteira de jornalista
- Paris para apaixonados... por cinema
Mas isso não quer dizer que Paris não seja, de fato, a cidade das luzes. Basta fazer um passeio pela capital francesa durante a noite para comprovar a arte da iluminação usando a energia elétrica.
14 de janeiro de 2014
Pesquisa: as cidades mais badaladas do mundo
Baladas. Tem gente que, quando programa a viagem de férias, já pensa em curtir a noite do lugar. Tomar “bons drinques”, cair na gandaia e despertar pela manhã sem saber como chegou no hostel ou hotel. Bom, não é para menos, pois algumas cidades do mundo são conhecidas internacionalmente pelas festas que oferecem aos visitantes e, claro, nativos. Recebemos uma pesquisa realizada, em 2013, pelo Hoteis.com e gostaríamos de saber se você está de acordo.
O estudo aponta que Nova York é a cidade mais badalada e preferida entre os viajantes que desfrutam a noitada. Não podemos falar muito sobre ela, mas não é à toa que, em 2013, os quatro aeroportos da sua região metropolitana – uma das mais populosas do mundo – bateram um número recorde de 111,6 milhões de passageiros. Além disso, tem a Time Square, os teatros da Broadway, o metrô de segunda a segunda – 24 horas por dia –, o Central Park, muita arte, entretenimiento, cerca de 800 idiomas diferentes falados em seu território... Ufa! Ok, estamos convencidas.
Mas para poder se jogar na noite nova-iorquina, o turista precisa desembolsar uma boa grana. Considerada a cidade mais badalada, é lógico que as diárias dos hotéis são bem salgados: mais de R$ 500. Mesmo assim, acho que vale super a pena gastar todos os dólares guardados com suor na cidade que não dorme! Mais um motivo para considerar Nova York como o lugar dos Estados Unidos na top lista de destinos que é preciso conhecer.
Por outro lado, tem uma informação na pesquisa que não concordamos muito: Paris ser a 4° e estar na frente de Madrid e, principalmente, Barcelona. Conhecemos as três e podemos dizer que a noite francesa não pareceu tão empolgante à primeira vista, como a madrileña e catalán. Pedimos desculpas antecipadas aos amantes parisienses, mas aproveitamos muito mais as baladas espanholas, que oferecem boates e festas das mais diversas tribos e bolsos. Resumindo: festa de cum força, potente! Tivemos a sensação das noitadas parisienses serem mais "frias".
E você, o que acha? Já badalou pelas outras cidades apontadas pela pesquisa?
Na verdade, queremos ouvir a sua opinião. Acendemos a fogueira e, agora, alguém ai precisa colocar mais lenha para começar o debate!
O estudo aponta que Nova York é a cidade mais badalada e preferida entre os viajantes que desfrutam a noitada. Não podemos falar muito sobre ela, mas não é à toa que, em 2013, os quatro aeroportos da sua região metropolitana – uma das mais populosas do mundo – bateram um número recorde de 111,6 milhões de passageiros. Além disso, tem a Time Square, os teatros da Broadway, o metrô de segunda a segunda – 24 horas por dia –, o Central Park, muita arte, entretenimiento, cerca de 800 idiomas diferentes falados em seu território... Ufa! Ok, estamos convencidas.
Mas para poder se jogar na noite nova-iorquina, o turista precisa desembolsar uma boa grana. Considerada a cidade mais badalada, é lógico que as diárias dos hotéis são bem salgados: mais de R$ 500. Mesmo assim, acho que vale super a pena gastar todos os dólares guardados com suor na cidade que não dorme! Mais um motivo para considerar Nova York como o lugar dos Estados Unidos na top lista de destinos que é preciso conhecer.
Por outro lado, tem uma informação na pesquisa que não concordamos muito: Paris ser a 4° e estar na frente de Madrid e, principalmente, Barcelona. Conhecemos as três e podemos dizer que a noite francesa não pareceu tão empolgante à primeira vista, como a madrileña e catalán. Pedimos desculpas antecipadas aos amantes parisienses, mas aproveitamos muito mais as baladas espanholas, que oferecem boates e festas das mais diversas tribos e bolsos. Resumindo: festa de cum força, potente! Tivemos a sensação das noitadas parisienses serem mais "frias".
E você, o que acha? Já badalou pelas outras cidades apontadas pela pesquisa?
Na verdade, queremos ouvir a sua opinião. Acendemos a fogueira e, agora, alguém ai precisa colocar mais lenha para começar o debate!
Marcando:
Amsterdã,
Bangkok,
Barcelona,
Berlim,
entretenimento,
hospedagem,
Las Vegas,
Londres,
Los Angeles,
Madri,
Nova York,
Paris
11 de abril de 2013
Museu do Louvre: Um olho na Mona Lisa e outro na mochila
Ir a Paris (França) e não entrar no Museu do Louvre é o mesmo que não ter ido à capital francesa. A passagem por lá é obrigatória por todo turista que visita a cidade. Tanto que para entrar é preciso enfrentar filas e ter muita paciência para circular pelo museu. Por isso, as mochileiras que colocam o Louvre no roteiro devem estar atentas aos batedores de carteira que circulam por lá. Sim, você paga uma bagatela de euros para entrar em um lugar com algumas das mais importantes obras de arte do mundo e não está segura.
(alexandria/Pixabay)
26 de novembro de 2012
Mochilando no sofá
Mochilera Ju
Ultimamente ando semgrana tempo para turistar. Mas não é por isso que minha sede de viagens se aquietou, então tenho dado um jeito de conhecer novos lugares através de outro vício meu: o cinema.
Fiz uma lista rápida de filmes que fazem a gente viajar por cidades diferentes e me surpreendi ao perceber que dá mesmo para conhecer muitos cantinhos do mundo dessa forma, mesmo que não seja lá a mesma coisa de passear pelas ruas de verdade. Você pode conferir uma playlist com todos os trailers dos filmes citados no nosso canal do Youtube: http://bit.ly/V7pdIO
Nova York
Filmes que se passam em Nova York são muitos, mas Nova York, eu te amo é especial. Nesse, a cidade é praticamente um personagem do filme.
Outro legal pra viajar é Encantada,porque Patrick Dampsey é lindo porque mostra a cidade sob a ótica de Giselle, uma personagem de contos de fadas que passa por um portal e se encontra em Manhattan. Mais turista do que ela, impossível.
Paris
Vou ser clichê e indicar Meia-Noite em Paris. A cidade também é personagem nesse filme e é, sem dúvida, o meu preferido do diretor Woody Allen.
Tem ainda Paris, eu te amo, que veio antes do similar nova-iorquino e também é lindo de morrer.
Roma
A princesa e o Plebeu é um clássico com Audrey Hepburn, daqueles gostosos de assistir em domingos chuvosos. Também, claro, cheio deitalianos cenários maravilhosos.
Irlanda
P.S. Eu Te Amo é o filme perfeito pra conhecer os campos verdejantes salpicados de ovelhas da Irlanda, saborear o lindo sotaque irlandêse admirar a beleza máscula de Gerard Butler... Mas estejam avisadas, meninas: se estiverem na TPM, tenham muitos lenços de papel e brigadeiro a mão. Vão precisar.
Barcelona
Woody Allen adora esses filmes de cidade-personagem. Além de Meia-Noite em Paris, são dele A Roma com Amor e Vicky Cristina Barcelona, que tem uma temática menos inocente do que os dois primeiros mas que mostra lindamente a cidade de Gaudí.
Falando em Barcelonae em safadeza, outro que vale a pena conferir e é divertidíssimo é Albergue Espanhol. Veja também Bonecas Russas, a sequência que se passa em São Petesburgo.

Buenos Aires
Medianeras mostra o dia a dia solitário de dois moradores de Buenos Aires ao mesmo tempo que analisa a arquitetura eclética da cidade.
Austrália
Austrália, o filme, é capaz de botar um para dormir de tédio. Melhor assistir o muito mais animado Priscilla, a Rainha do Deserto para passear pelo Outback e se divertir e se emocionar com Drag Queens fabulosas.
Essa listinha está longe de ser completa e definitiva. A gente quer mesmo é saber o que mais vocês indicam para dar uma mochilada sem sair do sofá!
Ultimamente ando sem
Fiz uma lista rápida de filmes que fazem a gente viajar por cidades diferentes e me surpreendi ao perceber que dá mesmo para conhecer muitos cantinhos do mundo dessa forma, mesmo que não seja lá a mesma coisa de passear pelas ruas de verdade. Você pode conferir uma playlist com todos os trailers dos filmes citados no nosso canal do Youtube: http://bit.ly/V7pdIO
Nova York
Filmes que se passam em Nova York são muitos, mas Nova York, eu te amo é especial. Nesse, a cidade é praticamente um personagem do filme.
Outro legal pra viajar é Encantada,
Paris
Vou ser clichê e indicar Meia-Noite em Paris. A cidade também é personagem nesse filme e é, sem dúvida, o meu preferido do diretor Woody Allen.
Tem ainda Paris, eu te amo, que veio antes do similar nova-iorquino e também é lindo de morrer.
Roma
A princesa e o Plebeu é um clássico com Audrey Hepburn, daqueles gostosos de assistir em domingos chuvosos. Também, claro, cheio de
Irlanda
P.S. Eu Te Amo é o filme perfeito pra conhecer os campos verdejantes salpicados de ovelhas da Irlanda, saborear o lindo sotaque irlandês

Woody Allen adora esses filmes de cidade-personagem. Além de Meia-Noite em Paris, são dele A Roma com Amor e Vicky Cristina Barcelona, que tem uma temática menos inocente do que os dois primeiros mas que mostra lindamente a cidade de Gaudí.
Falando em Barcelona


Buenos Aires
Medianeras mostra o dia a dia solitário de dois moradores de Buenos Aires ao mesmo tempo que analisa a arquitetura eclética da cidade.
Austrália
Austrália, o filme, é capaz de botar um para dormir de tédio. Melhor assistir o muito mais animado Priscilla, a Rainha do Deserto para passear pelo Outback e se divertir e se emocionar com Drag Queens fabulosas.
Essa listinha está longe de ser completa e definitiva. A gente quer mesmo é saber o que mais vocês indicam para dar uma mochilada sem sair do sofá!
Marcando:
Austrália,
Barcelona,
Buenos Aires,
cinema,
Irlanda,
Nova York,
Paris,
Roma,
São Petesburgo
9 de outubro de 2012
Paris: Uma cinemateca para os apaixonados por cinema
Paris é uma cidade apaixonante e que atrai muitos apaixonados. E não estamos falando só dos (muitos) casais que passeiam pela cidade. A capital francesa tem de tudo para satisfazer sua paixão. Se você é louco por arte digital, cinema, literatura e música, encontrará um cantinho onde se sentirá mais feliz. Estamos falando da Cinémathèque Française.
9 de julho de 2012
#Ficaadica: Passeando por Paris com carteira de jornalista
Mochilera Rafa
Paris (França) - Todo mundo sabe que viajar para Paris é preciso guardar uma graninha extra para poder fazer aqueles passeios culturais e turísticos que tanto a cidade tem a oferecer. Então, o post de hoje traz uma convidada especial (e sempre colabora com a gente), Dulce Reis (@dulcereis), que vai deixar um #Ficaadica muito importante para a nossa categoria profissional, lê-se jornalistas! Sim, a informação com que ela nos brinda, depois de alguns dias de férias na Cidade Luz, é de extrema importância aos estudantes (futuros jornalistas) e àqueles que já passaram por longas primaveras profissionais. Como alguns podem até não saber, então vale compartilhar o benefício (?) que a categoria favorece: a carteira de jornalista.
Bom, como não sou rica, sou jornalista, peguei a dica da minha tia – que mora em Paris há mais de 40 anos – e solicitei a minha carteira de identidade profissional internacional à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). O documento custou 40 euros e chegou super rápido. Segundo a minha tia, eu poderia entrar em vários museus e outros locais turísticos da capital francesa apresentando a identidade sem pagar nada! Ótimo, já que eu iria passar 20 dias na Cidade Luz e queria aproveitar ao máximo e visitar tudo! Após as férias, digo que valeu a pena demais ter o documento!
Para mostrar que vale a pena fazer a carteira, fiz esta listinha de locais que visitei e não paguei entrada:
Arco do Triunfo
Catedral Notre Dame – Acesso às torres.
Centro Georges Pompidou – Visitei três vezes.
Château de Versailles – Castelo principal, jardins e Le Grand Trianon e Le Domaine de Marie-Antoinette.
Cinemateca Francesa – Exposição temporária sobre Tim Burton e a permanente.
Cité de la Mode et du Design – Duas exposições temporárias em cartaz. Tem texto sobre as mostras da Comme des Garçons e de Cristóbal Balenciaga, lá no Alvoroçadas. ;)
Cité de La Musique – Exposição temporária sobre Bob Dylan e a permanente.
Jeu de Paume – Três exposições temporárias.
Le Bal
Museu D’Orsay
Museu de Cluny
Museu do Louvre – Visitei duas vezes.
Museu l’Orangerie
Palais de Tokyo
Para entrar nos locais com a carteira, o procedimento varia. Em alguns, bastou apresentar o documento na hora em que eu deveria entregar o ingresso. Isso aconteceu no Louvre e no Pompidou, por exemplo. Já em outros locais, como na Cinemateca e no Palais de Tokyo, era preciso entrar na fila da bilheteria e pegar um tíquete gratuito. Por isso, é sempre bom perguntar antes.
Outras informações sobre a carteira de jornalista: Fenaj e Sinjope.
Então, vamos dar um “passeio” que preparamos especialmente para vocês por esses lugares?
Paris (França) - Todo mundo sabe que viajar para Paris é preciso guardar uma graninha extra para poder fazer aqueles passeios culturais e turísticos que tanto a cidade tem a oferecer. Então, o post de hoje traz uma convidada especial (e sempre colabora com a gente), Dulce Reis (@dulcereis), que vai deixar um #Ficaadica muito importante para a nossa categoria profissional, lê-se jornalistas! Sim, a informação com que ela nos brinda, depois de alguns dias de férias na Cidade Luz, é de extrema importância aos estudantes (futuros jornalistas) e àqueles que já passaram por longas primaveras profissionais. Como alguns podem até não saber, então vale compartilhar o benefício (?) que a categoria favorece: a carteira de jornalista.
Bom, como não sou rica, sou jornalista, peguei a dica da minha tia – que mora em Paris há mais de 40 anos – e solicitei a minha carteira de identidade profissional internacional à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). O documento custou 40 euros e chegou super rápido. Segundo a minha tia, eu poderia entrar em vários museus e outros locais turísticos da capital francesa apresentando a identidade sem pagar nada! Ótimo, já que eu iria passar 20 dias na Cidade Luz e queria aproveitar ao máximo e visitar tudo! Após as férias, digo que valeu a pena demais ter o documento!
(Crédito: Dulce Reis)
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| A cidade oferece várias opções de atividades culturais em que a carteira é válida |
Para mostrar que vale a pena fazer a carteira, fiz esta listinha de locais que visitei e não paguei entrada:
Arco do Triunfo
Catedral Notre Dame – Acesso às torres.
Centro Georges Pompidou – Visitei três vezes.
Château de Versailles – Castelo principal, jardins e Le Grand Trianon e Le Domaine de Marie-Antoinette.
Cinemateca Francesa – Exposição temporária sobre Tim Burton e a permanente.
Cité de la Mode et du Design – Duas exposições temporárias em cartaz. Tem texto sobre as mostras da Comme des Garçons e de Cristóbal Balenciaga, lá no Alvoroçadas. ;)
Cité de La Musique – Exposição temporária sobre Bob Dylan e a permanente.
Jeu de Paume – Três exposições temporárias.
Le Bal
Museu D’Orsay
Museu de Cluny
Museu do Louvre – Visitei duas vezes.
Museu l’Orangerie
Palais de Tokyo
Para entrar nos locais com a carteira, o procedimento varia. Em alguns, bastou apresentar o documento na hora em que eu deveria entregar o ingresso. Isso aconteceu no Louvre e no Pompidou, por exemplo. Já em outros locais, como na Cinemateca e no Palais de Tokyo, era preciso entrar na fila da bilheteria e pegar um tíquete gratuito. Por isso, é sempre bom perguntar antes.
Outras informações sobre a carteira de jornalista: Fenaj e Sinjope.
Então, vamos dar um “passeio” que preparamos especialmente para vocês por esses lugares?
23 de fevereiro de 2012
#Ficaadica: Restaurante Kong
Mochilera Sabrina
O restaurante é pequeno e muito procurado, por isso não tem chance de chegar lá e conseguir entrar sem reserva. Também é importante chegar cedo, senão sua reserva é cancelada (confira os horários no site). Chegando lá, um hostess te leva para o quinto andar onde há um lounge e o bar com música bem animada, que já é de encher os olhos. Nunca tinha visto uma decoração tão arrojada! É ali que você aguarda ser chamado pelo nome para subir por uma escada verde limão para sua mesa no sexto e fabuloso andar, panorâmico.
Serviço:
Kong | Bar Restaurant
Rue du Pont Neuf, 75001 Paris
Tél. 01 40 390 900 Fax. 01 40 390 910
Paris, França - Observar Paris, por si só, já é um dos programas mais fantásticos para se fazer numa viagem pra lá. Mas você já deve ter ouvido dezenas de pessoas falarem da atmosfera romântica que envolve a cidade, da moda vanguardista e encantadora, da culinária francesa e suas combinações de temperos e sabores.
Para quem se identifica com tudo que falei acima, vai amar o Kong! Um restaurante deslumbrante que deve entrar no seu roteiro. Localizado na esquina das Rue De La Monnaie e Rue Du Pont-Neuf, no 5º e 6º andar do prédio da marca Kenzo, o restaurante fica numa espécie de cúpula de vidro com vista privilegiada para a cidade, de frente para Ponte Neuf (de onde saem os passeio de barco no Rio Sena).
O lugar é incrível não só pela vista, mas pela linda decoração de requinte e modernismo.
É tão bonito e chique que já foi cenário de um dos episódios do Sex in The City, gravado em Paris. Sim, lá é caro, mas não achei nada exorbitante não. Um jantar normal (sem bebidas tão caras) não ultrapassa os três dígitos. E, acredite, vale a visita.
(Foto: internet)
(Foto: internet)
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| O bar do Kong, onde os clientes esperam pelas mesas no restaurantes |
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| O Kong foi cenário da chiquérrima série Sex in The City |
O restaurante é pequeno e muito procurado, por isso não tem chance de chegar lá e conseguir entrar sem reserva. Também é importante chegar cedo, senão sua reserva é cancelada (confira os horários no site). Chegando lá, um hostess te leva para o quinto andar onde há um lounge e o bar com música bem animada, que já é de encher os olhos. Nunca tinha visto uma decoração tão arrojada! É ali que você aguarda ser chamado pelo nome para subir por uma escada verde limão para sua mesa no sexto e fabuloso andar, panorâmico.
Lá, pode apostar, você vai esquecer até de olhar o cardápio. O visual é lindo, a decoração incrível, a música envolvente (nada de música calma!) e o teto traz estampado uma foto gigante de uma gueixa, que arremata o encanto do lugar. O ambiente foi criado pelo designer francês Philippe Starck, que se inspirou na "gueixa moderna".
A culinária acompanha o tema: é contemporânea e há opções para todos os gostos. Mas, mesmo se você usar o seu melhor inglês para perguntar o garçom (com aquela simpatia que é peculiar ao francês), não conseguirá entender direito o que compõem os pratos de verdade. Escolha o que mais te agradar e deixe-se surpreender pelos novos sabores. Pedi o Sole française à la plancha, haricots verts, um peixe bem saboroso grelhado com um purê de batatas e salada (confesso, não entendi que era ao pedir kkkk).
A culinária acompanha o tema: é contemporânea e há opções para todos os gostos. Mas, mesmo se você usar o seu melhor inglês para perguntar o garçom (com aquela simpatia que é peculiar ao francês), não conseguirá entender direito o que compõem os pratos de verdade. Escolha o que mais te agradar e deixe-se surpreender pelos novos sabores. Pedi o Sole française à la plancha, haricots verts, um peixe bem saboroso grelhado com um purê de batatas e salada (confesso, não entendi que era ao pedir kkkk).
(Foto: internet)
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| O deslumbrante restaurante Kong, visto pelo lado de fora |
(Foto: arquivo pessoal)
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| Como não podia usar flash, minhas fotos saíram péssimas :( |
Pontos negativos - esqueça a câmera! (saco!) Tudo tem que ficar registrado apenas na sua memória. Toda vez que pegava a câmera lá vinha o garçom. Eles explicam que é uma forma de preservar a privacidade dos clientes, que não querem ser importunados pelos flashes. E vigiavam mesmo. Mas, brasileiro que é brasileiro não desiste fácil e consegui tirar algumas sem flash, escondido, claro!
Tempo cronometrado. Ao comer, aproveite, mas não dá para relaxar tanto como nos restaurantes daqui, onde ficamos horas conversando. Assim que você acaba de comer já vem a conta. Mais uma vez por conta do restaurante ser pequeno, a rotatividade ser intensa e também por outra surpresa que vem no final: após o último cliente ser servido, o restaurante fecha e o bar vira uma boate! Aí, compensa tudo né???
Kong | Bar Restaurant
Rue du Pont Neuf, 75001 Paris
Tél. 01 40 390 900 Fax. 01 40 390 910
Site: www.kong.fr
Marcando:
França,
gastronomia,
Paris,
restaurantes
21 de setembro de 2011
#Estásdebroma: Não basta decorar, tem que entender
Você já teve a oportunidade de viajar para um país estrangeiro e levar um guia de conversação para não passar por apuros? Pois é, nosso “Estás de broma?” de hoje é justamente sobre a experiência que o jornalista pernambucano Marco Bahé adquiriu com esses livrinhos. Num mochilão para Europa com amigos, eles perceberam que se comunicar numa língua desconhecida não é tão fácil como esses guias prometem...
"Fomos eu, Eduardo Machado (jornalista também) e Bruno (um amigo nosso que é fiscal da Receita) pras Zoropa. O roteiro incluiu: Madri, Barcelona, Paris, Londres, Amsterdã, Viena, Praga, Budapeste, Berlim, Frankfurt e outras cidades mais.... A primeira parte da viagem foi beleza total. Arranhando inglês e “portunhol” nos viramos bem. Mas, quando chegamos à França... percebemos que estávamos completamente analfabetos. Nos deparamos com a notória má vontade dos parisienses (os franceses de outras regiões são bem mais simpáticos) em falar inglês. Nossa esperança era Bruno!
Desde a nossa chegada em Lisboa, ele comprou um livrinho daqueles de aeroporto que ensinava como falar tudo de francês em viagens. Empenhando em correr contra o tempo, Bruno passou a viagem toda lendo o tal livro e aprendeu a perguntar onde ficam as coisas, o que comer, etc. Perfeito! Já em Paris, marcamos com nosso amigo Alberto Lima, que trabalha na Embaixada Brasileira de lá, para nos encontrarmos num barzinho do bairro Quartier Latin. Acabamos nos perdendo e lá foi Bruno pôr em ação o tal livro! Paramos várias pessoas e, finalmente, uma conhecia o tal lugar. De tanto treinar, deu certo: Bruno falou perfeitamente e o francês entendeu a pergunta dele.
Quando ele começou a explicação, nos lembramos de um detalhe: não entendíamos francês. Ele gesticulava pra todos os lados, dava instruções precisas sobre como chegar e Bruno só balançava a cabeça afirmativamente ao final das orientações. Quando o cara foi embora, perguntamos a Bruno: “e aí, como a gente chega?". E ele respondeu: "Não faço a menor ideia!". Kkkkkkkkkkkkkkkkkk Continuamos perdidos!
Moral da história: livrinho de idiomas de aeroporto não serve pra nada, porque só ensina as perguntas e não como entender as respostas. Quando voltamos, a primeira coisa que fiz foi me matricular em aulas de francês. Agora que já acabei o curso, não vejo a hora de voltar lá e me vingar! "
Desde a nossa chegada em Lisboa, ele comprou um livrinho daqueles de aeroporto que ensinava como falar tudo de francês em viagens. Empenhando em correr contra o tempo, Bruno passou a viagem toda lendo o tal livro e aprendeu a perguntar onde ficam as coisas, o que comer, etc. Perfeito! Já em Paris, marcamos com nosso amigo Alberto Lima, que trabalha na Embaixada Brasileira de lá, para nos encontrarmos num barzinho do bairro Quartier Latin. Acabamos nos perdendo e lá foi Bruno pôr em ação o tal livro! Paramos várias pessoas e, finalmente, uma conhecia o tal lugar. De tanto treinar, deu certo: Bruno falou perfeitamente e o francês entendeu a pergunta dele.
Quando ele começou a explicação, nos lembramos de um detalhe: não entendíamos francês. Ele gesticulava pra todos os lados, dava instruções precisas sobre como chegar e Bruno só balançava a cabeça afirmativamente ao final das orientações. Quando o cara foi embora, perguntamos a Bruno: “e aí, como a gente chega?". E ele respondeu: "Não faço a menor ideia!". Kkkkkkkkkkkkkkkkkk Continuamos perdidos!
Moral da história: livrinho de idiomas de aeroporto não serve pra nada, porque só ensina as perguntas e não como entender as respostas. Quando voltamos, a primeira coisa que fiz foi me matricular em aulas de francês. Agora que já acabei o curso, não vejo a hora de voltar lá e me vingar! "
(Foto: Arquivo pessoal)
| Bahé, Eduardo e o falante Bruno: mapa ainda é a melhor opção |
Marcando:
#EstásdeBroma,
França,
Paris
10 de agosto de 2011
#Estasdebroma: Smirnoff Ice gigante, você me paga!
Depois de passarmos um período cuidando das novidades do blog e da super promoção em parceria com o Instituto Candela (ainda dá tempo de participar!!), o #Estásdebroma? está de volta! =D
A história de hoje é do jornalista pernambucano Eduardo Amorim nosso primeiro mochilero (êêêê!). Ele foi para a Europa passar o melhor Réveillon da sua vida: em Paris com os amigos! Já imaginou?!? Mas ele não contava com os imprevistos que estavam no caminho e que a "festa" dele seria num lugar bem diferente dos amigos...
Se essas festas de Réveillon em Paris falassem... Esta não é a primeira vez que contamos situações inusitadas e divertidas do Ano Novo na cidade luz. Lembra do perrengue que a mochilera Rafa passou também por lá? Pois bem, qualquer semelhança é mera coincidência.
"Tenho família na França. Então, minha primeira viagem a Paris foi super estruturada. Fiquei, a maior parte do tempo, com dois amigos em um apartamento que a minha família aluga na Rue Oberckampf: lugar super estruturado, perto de tudo e ótimo também para sair à noite. Só que no Réveillon ele não estava disponível.
No dia 31, resolvi que ia encontrar vários amigos em Montmartre. A felicidade era enorme de finalmente estar conhecendo Paris no Réveillon e passá-lo com Clara, Julio (ambos vindos de Recife), Mateus (São Paulo), João (Barcelona), Pedro (meu irmão, que nessa época morava no subúrbio de Paris). O metrô era gratuito na noite de Réveillon. Pegamos o trem de Nanteuil Le Hadoin (uma cidade que fica a uma hora ao norte de Paris, onde mora a mãe do meu irmão), fizemos conexão com o metrô e fomos sabendo que a noite seria longa. Depois da festa, teríamos que esperar até amanhecer para voltar, pois o primeiro trem só sairia às 8h da manhã do dia seguinte. Mas, em noite de réveillon, tudo bem.
Eu e Pedro encontramos com Mateus ainda na descida do metrô e começamos a festa ali mesmo. Rapidamente, estávamos todos juntos e passamos numa lojinha para comprar champanhe e vinhos nacionais. Eu tinha uma garrafa de cachaça e João tinha outra. Pedro, que tinha uns 17 anos, preferiu comprar uma garrafa de Smirnoff Ice. Lembro que achei engraçado, porque lá eles têm garrafas de 1,5 litro. Mas achei que assim ele não daria trabalho.
Enfim, subimos Montmartre no trenzinho e a festa foi deliciosa. Nosso grupo de brasileiros competia em barulho com os italianos na escadaria, que estavam em muito maior número. O clima era de total integração entre as nações ali representadas.
Após a meia-noite, todos nós já devidamente bêbados, depois de estourar as champagnes, começamos a nos reagrupar para tentar chegar à festa que tínhamos planejado como meta final. Fomos descendo as escadarias a pé e, quando chegamos lá embaixo, alguém se deu conta de que meu irmão tinha passado da conta na bebida e estava vomitando uma espécie de “neve parisiense”. Meus amigos foram na frente para a festa e eu resolvi entrar em um bar para dar uma Coca-Cola ao meu irmão. Pedro dormiu na mesa até que o dono do estabelecimento pedir para que a gente saísse. Sem ter como voltar, andando a coisa piorava e Pedro voltava a vomitar. Resolvi entrar novamente no metrô para aguardar a hora do trem.
O grito foi dado pela única pessoa que ocupava o mesmo vagão que eu e Pedro. O trem parou e os policiais entraram batendo em todo mundo novamente. Com os cacetetes, a polícia francesa parecia a PM afastando briga de torcida organizada: quem tivesse na frente levava uma cacetada! E acabaram prendendo o homem que gritou e foi levado para fora do RER.
Por sorte, eu e Pedro estávamos algumas cadeiras à frente dele e os policiais nos deixaram em paz. Ufa! Foi nessa hora que eu desisti. Bastava de Réveillon francês.
- Pedro. Liga pra tua mãe e pede para ela pegar a gente na última estação.A festa, que naquela hora deveria estar no final, já não tinha tanta importância.."
No outro dia, fui comprar um pãozinho na padaria de Nanteuil Le Hadoin. Já estava adaptado à França.
A história de hoje é do jornalista pernambucano Eduardo Amorim nosso primeiro mochilero (êêêê!). Ele foi para a Europa passar o melhor Réveillon da sua vida: em Paris com os amigos! Já imaginou?!? Mas ele não contava com os imprevistos que estavam no caminho e que a "festa" dele seria num lugar bem diferente dos amigos...
Se essas festas de Réveillon em Paris falassem... Esta não é a primeira vez que contamos situações inusitadas e divertidas do Ano Novo na cidade luz. Lembra do perrengue que a mochilera Rafa passou também por lá? Pois bem, qualquer semelhança é mera coincidência.
"Tenho família na França. Então, minha primeira viagem a Paris foi super estruturada. Fiquei, a maior parte do tempo, com dois amigos em um apartamento que a minha família aluga na Rue Oberckampf: lugar super estruturado, perto de tudo e ótimo também para sair à noite. Só que no Réveillon ele não estava disponível.
No dia 31, resolvi que ia encontrar vários amigos em Montmartre. A felicidade era enorme de finalmente estar conhecendo Paris no Réveillon e passá-lo com Clara, Julio (ambos vindos de Recife), Mateus (São Paulo), João (Barcelona), Pedro (meu irmão, que nessa época morava no subúrbio de Paris). O metrô era gratuito na noite de Réveillon. Pegamos o trem de Nanteuil Le Hadoin (uma cidade que fica a uma hora ao norte de Paris, onde mora a mãe do meu irmão), fizemos conexão com o metrô e fomos sabendo que a noite seria longa. Depois da festa, teríamos que esperar até amanhecer para voltar, pois o primeiro trem só sairia às 8h da manhã do dia seguinte. Mas, em noite de réveillon, tudo bem.
Eu e Pedro encontramos com Mateus ainda na descida do metrô e começamos a festa ali mesmo. Rapidamente, estávamos todos juntos e passamos numa lojinha para comprar champanhe e vinhos nacionais. Eu tinha uma garrafa de cachaça e João tinha outra. Pedro, que tinha uns 17 anos, preferiu comprar uma garrafa de Smirnoff Ice. Lembro que achei engraçado, porque lá eles têm garrafas de 1,5 litro. Mas achei que assim ele não daria trabalho.
Enfim, subimos Montmartre no trenzinho e a festa foi deliciosa. Nosso grupo de brasileiros competia em barulho com os italianos na escadaria, que estavam em muito maior número. O clima era de total integração entre as nações ali representadas.
Após a meia-noite, todos nós já devidamente bêbados, depois de estourar as champagnes, começamos a nos reagrupar para tentar chegar à festa que tínhamos planejado como meta final. Fomos descendo as escadarias a pé e, quando chegamos lá embaixo, alguém se deu conta de que meu irmão tinha passado da conta na bebida e estava vomitando uma espécie de “neve parisiense”. Meus amigos foram na frente para a festa e eu resolvi entrar em um bar para dar uma Coca-Cola ao meu irmão. Pedro dormiu na mesa até que o dono do estabelecimento pedir para que a gente saísse. Sem ter como voltar, andando a coisa piorava e Pedro voltava a vomitar. Resolvi entrar novamente no metrô para aguardar a hora do trem.
(Foto: Divulgação/Google imagens)
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| Ice de 1,5 litro? Quem disse que é bebida de menina?!? |
Enquanto meu irmão dormia/passava mal, vi que policiais e diferentes grupos de franceses brigavam dentro da estação do metrô. Tentava entender o que se passava, mas meu pouco conhecimento de gírias em francês não ajudava. Lembro apenas até de ficar feliz de ver tantos negros em Paris. Achei que aquilo fazia parte daqueles protestos em que os franceses colocavam fogo nos carros.
Lembro dos movimentos em formas de ondas, que via no metrô. Ondas de pancadaria na minha frente. E nós, sentados no banquinho, assistindo. Depois de muitos arrastões de policiais contra os grupos de negros, consegui me informar sobre a saída de um RER que passaria por aquela estação.
(Só para explicar a quem vai a Paris. No sistema de trens urbanos de Paris as pessoas viajam com os seus bilhetes e fazem integrações variadas entre diversos tipos de veículos. Além do metrô normal, algumas vezes os turistas costumam pegar o RER para trechos um pouco mais longos e, raramente, vão se arriscar no Train do Bainlieu. Exatamente o que nós precisaríamos para chegar em Nanteuil Le Hadoin, uma cidadezinha próxima a Chantilly. Lembram? Onde Ronaldo "Fenômeno" se casou com.... Eu também não lembramos. Eu também não lembro.)
Com pouco mais de meia-hora de atraso, conseguimos entrar no RER. A ideia era ir para a última estação na direção do Norte. Pedro já balbuciava algumas respostas nessa hora, então eu conseguia juntar meu pouco conhecimento geográfico com as informações que acabava entendendo dele para me localizar. Então, o trem começou a andar. Até que ouvimos: “Seu bando de viado. Esqueceram de me pegar aqui. Se fu#&*!”
Lembro dos movimentos em formas de ondas, que via no metrô. Ondas de pancadaria na minha frente. E nós, sentados no banquinho, assistindo. Depois de muitos arrastões de policiais contra os grupos de negros, consegui me informar sobre a saída de um RER que passaria por aquela estação.
(Só para explicar a quem vai a Paris. No sistema de trens urbanos de Paris as pessoas viajam com os seus bilhetes e fazem integrações variadas entre diversos tipos de veículos. Além do metrô normal, algumas vezes os turistas costumam pegar o RER para trechos um pouco mais longos e, raramente, vão se arriscar no Train do Bainlieu. Exatamente o que nós precisaríamos para chegar em Nanteuil Le Hadoin, uma cidadezinha próxima a Chantilly. Lembram? Onde Ronaldo "Fenômeno" se casou com.... Eu também não lembramos. Eu também não lembro.)
Com pouco mais de meia-hora de atraso, conseguimos entrar no RER. A ideia era ir para a última estação na direção do Norte. Pedro já balbuciava algumas respostas nessa hora, então eu conseguia juntar meu pouco conhecimento geográfico com as informações que acabava entendendo dele para me localizar. Então, o trem começou a andar. Até que ouvimos: “Seu bando de viado. Esqueceram de me pegar aqui. Se fu#&*!”
O grito foi dado pela única pessoa que ocupava o mesmo vagão que eu e Pedro. O trem parou e os policiais entraram batendo em todo mundo novamente. Com os cacetetes, a polícia francesa parecia a PM afastando briga de torcida organizada: quem tivesse na frente levava uma cacetada! E acabaram prendendo o homem que gritou e foi levado para fora do RER.
Por sorte, eu e Pedro estávamos algumas cadeiras à frente dele e os policiais nos deixaram em paz. Ufa! Foi nessa hora que eu desisti. Bastava de Réveillon francês.
- Pedro. Liga pra tua mãe e pede para ela pegar a gente na última estação.A festa, que naquela hora deveria estar no final, já não tinha tanta importância.."
No outro dia, fui comprar um pãozinho na padaria de Nanteuil Le Hadoin. Já estava adaptado à França.
(Foto: Arquivo pessoal)
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| Eduardo (de cachecol), os amigos e o irmão:que Réveillon, hein?!? |
Marcando:
#EstásdeBroma,
Ano Novo,
França,
Paris
2 de agosto de 2011
#Ficaadica: O lugar pra trancar seu amor de cadeado e jogar a chave fora!
Mochilera Sabri
Paris, França - A cidade luz é encantadora em qualquer época do ano, com sol ou chuva, com greve ou sem greve, sozinho ou em grupo. Mas, vamos combinar: Paris é ainda melhor quando se está apaixonado e o seu amor tá ali, andando do seu ladinho por aquelas pontes, parques e charmosas ruelas. Ai, ai...
Não é exagero, a cidade é mesmo o roteiro preferido dos amantes. Em cada esquina, banco, bistrô: lá estão eles, como se todos ao redor não existissem. Se você ainda não foi à capital francesa, pode ter ideia dessa atmosfera ao assistir a última obra de Woody Allen, Meia-noite em Paris.
Mas só as demostrações de carinho em público, as frases de amor em árvores e as fotos apaixonadas não bastam. Amor que é amor, tem que trancar de cadeado e jogar a chave longe, lá no fundo do Rio Sena, para ele nunca mais escapar! Não, isso não foi uma tentativa frustrada de poesia. "Trancar o amor" é prática corriqueira pelas pontes de Paris, quando amantes prendem nos cadeados decorados com as iniciais dos nomes do casal, corações e até votos de amor sem fim.
A preferida dos amantes é a Pont des Arts, que muitos já passaram a chamar de "Ponte do Amor". Ali, é possível encontrar centenas de cadeados que selam a aliança de muitos apaixonados do mundo inteiro. De todas as cores e formatos, os cadeados ficam presos às grades de proteção da ponte e, durante o dia, vários casais passam por ali e fazem o mesmo ritual. O local já virou, inclusive, parada obrigatória de tours românticos preparados por agências e cenário obrigatório de fotos de casamento. Não se sabe como essa história começou e nem o motivo, mas dizem que o casal que o fizer estará unindo pra sempre!
Uma vez lá com seu amor, vai arriscar de não trancá-lo? Em se tratando da fantasia que está presente nessa cidade, perfeitamente representada no filme de Woody Allen, em Paris tudo é possível.
E você, pregaria seu cadeado aí? :)
Paris, França - A cidade luz é encantadora em qualquer época do ano, com sol ou chuva, com greve ou sem greve, sozinho ou em grupo. Mas, vamos combinar: Paris é ainda melhor quando se está apaixonado e o seu amor tá ali, andando do seu ladinho por aquelas pontes, parques e charmosas ruelas. Ai, ai...
Não é exagero, a cidade é mesmo o roteiro preferido dos amantes. Em cada esquina, banco, bistrô: lá estão eles, como se todos ao redor não existissem. Se você ainda não foi à capital francesa, pode ter ideia dessa atmosfera ao assistir a última obra de Woody Allen, Meia-noite em Paris.
Mas só as demostrações de carinho em público, as frases de amor em árvores e as fotos apaixonadas não bastam. Amor que é amor, tem que trancar de cadeado e jogar a chave longe, lá no fundo do Rio Sena, para ele nunca mais escapar! Não, isso não foi uma tentativa frustrada de poesia. "Trancar o amor" é prática corriqueira pelas pontes de Paris, quando amantes prendem nos cadeados decorados com as iniciais dos nomes do casal, corações e até votos de amor sem fim.
(Foto: http://aviagemcerta.com.br)
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| Declarações, iniciais e corações decoram os cadeados |
A preferida dos amantes é a Pont des Arts, que muitos já passaram a chamar de "Ponte do Amor". Ali, é possível encontrar centenas de cadeados que selam a aliança de muitos apaixonados do mundo inteiro. De todas as cores e formatos, os cadeados ficam presos às grades de proteção da ponte e, durante o dia, vários casais passam por ali e fazem o mesmo ritual. O local já virou, inclusive, parada obrigatória de tours românticos preparados por agências e cenário obrigatório de fotos de casamento. Não se sabe como essa história começou e nem o motivo, mas dizem que o casal que o fizer estará unindo pra sempre!
Uma vez lá com seu amor, vai arriscar de não trancá-lo? Em se tratando da fantasia que está presente nessa cidade, perfeitamente representada no filme de Woody Allen, em Paris tudo é possível.
(Foto: Flirck de Rafaella Italiano)
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| Presos e unidos pra sempre à Paris, simbolizam o amor eterno |
E você, pregaria seu cadeado aí? :)
Marcando:
França,
lua de mel,
Paris
16 de junho de 2011
Uma é 3, duas é 5. Vai levar?
Mochilera Sabri
Muita gente que vai para a Europa já ouviu falar de passagens para trechos internos por preços inacreditáveis! E quando eu digo inacreditável porque é tipo 2 euros da Espanha para a Noruega, por exemplo. Ou 6 euros Madrid-Marrocos (ida e volta). Isso mesmo, de avião! Esses são os chamados vôos low cost (baixo custo).
Mas, como encontrá-los? Algumas agências daqui dão dicas para você mesmo comprar por sites europeus, mas geralmente eles oferecem trechos por companhias maiores, que são um pouco mais caras. Dependendo do local, acho que vale a pena comprar uma passagem mais cara e ter mais conforto sim. Mas, se você não tem frescura, está com pouco dinheiro, tem espírito mochileiro e tempo para se planejar até a data da viagem, é possível encontrar ótimas opções de passagens para qualquer parte da Europa por companhias menores, com preços tentadores.
O segredo de achar essas promoções está em comprar com muita antecedência. E é fácil: basta acessar o site, ter um cartão de crédito internacional e o número do passaporte. Super prático! Na mesma hora, a confirmação chega no seu e-mail (só não esquece que os preços são em euros!).
#Ficaadica - Se tiver outra opção, evite viajar na sexta. É quando todos que vivem na Europa também estão fazendo isso, para curtir um fim de semana num lugar diferente. Quando é feriado, então, esqueça. Os aeroportos ficam uma loucura e a chance da sua mala não embarcar ou o voo atrasar é maior.
O lado ruim
Claro, com um preço assim não podemos exigir o conforto da primeira classe, né? O primeiro cuidado que tem que ter na compra é olhar qual o aeroporto você vai descer e correr para o Google Maps para saber onde fica. O que acontece é que os trechos mais baratos são por aeroportos muito distantes e não vale a pena o que você vai gastar no deslocamento até a cidade onde vai ficar hospedado. Nunca deixe de observar isso! Quando fui à Paris, desci em Orly. Sabia que a distância era mais ou menos a mesma do Charles de Gaulle (cerca de 25 quilômetros), mas não contava com outros contratempos.
No voo chegava por volta das 22h. Pesquisei e vi que o último transfer para a cidade (a Air France oferece um transfer Orly-Paris e você não precisa ter vindo pela companhia) sairia umas 22h30. Era só correr que dava tempo, certo? Errado!
#Ficaadica - Se não conhece o país onde vai, se não fala a idioma de lá, evite viajar à noite. Tudo fica mais complicado para se resolver e, até em Paris, mais perigoso.
Não contava que a companhia pela qual viajei, a Aigle Azur (paguei 30 euros ida + volta) iria perder uma das minhas malas e eu iria me atrasar no aeroporto. O pior é que depois das 23h o aeroporto começou a fechar, e quase que durmo lá dentro, porque ainda procurava informações sobre a minha mala. Estava fechando mesmo, não tinha essa de ficar o segurança não. A cada um que eu recorria, nem me dava bola....pegava sua bolsinha e tchau. No desespero, esqueci o transfer (que era cerca de 2 euros) e tive que pegar um táxi (quase que também não consigo um) que me custou 100 euros até o hotel! Resultado, o que era barato saiu caríssimo! Se eu soubesse que o aeroporto fechava, teria pago um pouco mais caro e descido no Charles de Gaulle, onde há mais opções de transportes e informações.
#Ficaadica - Sempre procurar saber onde é o aeroporto, qual o custo/benefício de descer lá, como vai fazer para chegar ao seu hotel e, claro, se o aeroporto funciona 24h ou não (detalhe que esqueci).
As bagagens
Outro ponto negativo das passagens low cost são o pouco espaço para as bagagens. Atenção, mulheres: elas têm que ser mínimas, às vezes só de mão. Quando é verão, ótimo! Mas e no inverno? Então, não dá para ter muita vaidade nesses voos. Os pesos das bagagens variam de acordo com a companhia aérea. A Raynair, por exemplo, só permite 10 kg. Vire-se para conseguir levar tudo aí. É bom sempre conferir o quanto você pode levar no site, antes de comprar o bilhete.
Uma vez fui à Sevilla pela Iberia já estava sabendo que ia dar sem pagar excedente (confira sempre isso também para saber se o execente não vai sair mais caro que o preço da passagem). Mas, eles implicariam com meu mochilão. Um inferno! Fizeram eu adaptá-lo num "molde" e tive que tirar um monte de coisas de dentro da mala no meio do aeroporto e colocar na mala de outra pessoa. Imagina o que abrir uma mala de uma mulher? Pensem na vergonha! A sorte foi que eu estava com a passagem eletrônica impressa comprovando o peso que eu tinha direito e, depois de muita briga, deu tudo certo no final.
Ah! E nem sonhem que vai ser servida alguma comida no voo, viu? Vai dar até saudade daquela barrinha da Gol. Assim, antes de comprar, é bom colocar tudo na ponta do lápis. Mesmo com tudo isso, esse é o modo mais barato de viajar pela Europa, e não tem que ter medo! Levem pouca roupa, cheguem na hora certa, carreguem sempre os comprovantes de pagamento e um dicionário (o aplicativo do Google tradutor para o Iphone é perfeito!). Garanto que, quando você chegar no destino final, vai esquecer qualquer perrengue.
Serviço:
Sites que comercializam passagens low cost:
http://www.easyjet.com/
http://www.rumbo.es/
http://www.atrapalo.es/
http://www.edreams.pt/
http://www.raynair.com/
http://www.vueling.com/
Muita gente que vai para a Europa já ouviu falar de passagens para trechos internos por preços inacreditáveis! E quando eu digo inacreditável porque é tipo 2 euros da Espanha para a Noruega, por exemplo. Ou 6 euros Madrid-Marrocos (ida e volta). Isso mesmo, de avião! Esses são os chamados vôos low cost (baixo custo).
Mas, como encontrá-los? Algumas agências daqui dão dicas para você mesmo comprar por sites europeus, mas geralmente eles oferecem trechos por companhias maiores, que são um pouco mais caras. Dependendo do local, acho que vale a pena comprar uma passagem mais cara e ter mais conforto sim. Mas, se você não tem frescura, está com pouco dinheiro, tem espírito mochileiro e tempo para se planejar até a data da viagem, é possível encontrar ótimas opções de passagens para qualquer parte da Europa por companhias menores, com preços tentadores.
O segredo de achar essas promoções está em comprar com muita antecedência. E é fácil: basta acessar o site, ter um cartão de crédito internacional e o número do passaporte. Super prático! Na mesma hora, a confirmação chega no seu e-mail (só não esquece que os preços são em euros!).
#Ficaadica - Se tiver outra opção, evite viajar na sexta. É quando todos que vivem na Europa também estão fazendo isso, para curtir um fim de semana num lugar diferente. Quando é feriado, então, esqueça. Os aeroportos ficam uma loucura e a chance da sua mala não embarcar ou o voo atrasar é maior.
(crédito: vooslowcost.org)
| Na Europa, tem muita companhia que faz voos low cost, é só escolher |
O lado ruim
Claro, com um preço assim não podemos exigir o conforto da primeira classe, né? O primeiro cuidado que tem que ter na compra é olhar qual o aeroporto você vai descer e correr para o Google Maps para saber onde fica. O que acontece é que os trechos mais baratos são por aeroportos muito distantes e não vale a pena o que você vai gastar no deslocamento até a cidade onde vai ficar hospedado. Nunca deixe de observar isso! Quando fui à Paris, desci em Orly. Sabia que a distância era mais ou menos a mesma do Charles de Gaulle (cerca de 25 quilômetros), mas não contava com outros contratempos.
No voo chegava por volta das 22h. Pesquisei e vi que o último transfer para a cidade (a Air France oferece um transfer Orly-Paris e você não precisa ter vindo pela companhia) sairia umas 22h30. Era só correr que dava tempo, certo? Errado!
#Ficaadica - Se não conhece o país onde vai, se não fala a idioma de lá, evite viajar à noite. Tudo fica mais complicado para se resolver e, até em Paris, mais perigoso.
(Reprodução: Googlemaps)
| Distâncias entre os aeroportos e Paris (no centro) |
Não contava que a companhia pela qual viajei, a Aigle Azur (paguei 30 euros ida + volta) iria perder uma das minhas malas e eu iria me atrasar no aeroporto. O pior é que depois das 23h o aeroporto começou a fechar, e quase que durmo lá dentro, porque ainda procurava informações sobre a minha mala. Estava fechando mesmo, não tinha essa de ficar o segurança não. A cada um que eu recorria, nem me dava bola....pegava sua bolsinha e tchau. No desespero, esqueci o transfer (que era cerca de 2 euros) e tive que pegar um táxi (quase que também não consigo um) que me custou 100 euros até o hotel! Resultado, o que era barato saiu caríssimo! Se eu soubesse que o aeroporto fechava, teria pago um pouco mais caro e descido no Charles de Gaulle, onde há mais opções de transportes e informações.
#Ficaadica - Sempre procurar saber onde é o aeroporto, qual o custo/benefício de descer lá, como vai fazer para chegar ao seu hotel e, claro, se o aeroporto funciona 24h ou não (detalhe que esqueci).
As bagagens
Outro ponto negativo das passagens low cost são o pouco espaço para as bagagens. Atenção, mulheres: elas têm que ser mínimas, às vezes só de mão. Quando é verão, ótimo! Mas e no inverno? Então, não dá para ter muita vaidade nesses voos. Os pesos das bagagens variam de acordo com a companhia aérea. A Raynair, por exemplo, só permite 10 kg. Vire-se para conseguir levar tudo aí. É bom sempre conferir o quanto você pode levar no site, antes de comprar o bilhete.
| Terror das mulheres: sua mala tem que caber aí, ó! |
Uma vez fui à Sevilla pela Iberia já estava sabendo que ia dar sem pagar excedente (confira sempre isso também para saber se o execente não vai sair mais caro que o preço da passagem). Mas, eles implicariam com meu mochilão. Um inferno! Fizeram eu adaptá-lo num "molde" e tive que tirar um monte de coisas de dentro da mala no meio do aeroporto e colocar na mala de outra pessoa. Imagina o que abrir uma mala de uma mulher? Pensem na vergonha! A sorte foi que eu estava com a passagem eletrônica impressa comprovando o peso que eu tinha direito e, depois de muita briga, deu tudo certo no final.
Ah! E nem sonhem que vai ser servida alguma comida no voo, viu? Vai dar até saudade daquela barrinha da Gol. Assim, antes de comprar, é bom colocar tudo na ponta do lápis. Mesmo com tudo isso, esse é o modo mais barato de viajar pela Europa, e não tem que ter medo! Levem pouca roupa, cheguem na hora certa, carreguem sempre os comprovantes de pagamento e um dicionário (o aplicativo do Google tradutor para o Iphone é perfeito!). Garanto que, quando você chegar no destino final, vai esquecer qualquer perrengue.
(Crédito: Blog Paris a La Carte)
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| Você pode até viajar no aperto, perder mala, descer muito longe: no final, tudo compensa! |
Serviço:
Sites que comercializam passagens low cost:
http://www.easyjet.com/
http://www.rumbo.es/
http://www.atrapalo.es/
http://www.edreams.pt/
http://www.raynair.com/
http://www.vueling.com/
10 de junho de 2011
#DiadosNamorados: Uma Europa não tão romântica...
Aproveitando, quem ainda não mandou sua foto romântica de viagem tem até hoje para enviar: lasmochileras@gmail.com. Lembre-se que domingo (12) é o dia da homenagem. Fique esperto para ver se sua foto foi destaque da galeria. A concorrência está grande, pois muitas estão românticas ao extremo!
Mochilera Rafa
Viajar a dois pela Europa. Acredito que esse é o desejo de muitos dos casais apaixonados. Lá, estão concentrados os principais destinos românticos, com aquele clima bucólico do Velho Mundo que tira o fôlego de qualquer um. Pois bem, na minha última viagem pelo continente europeu, percebi isso, quer dizer vi muitos casais apaixonados andando de mãos dadas pelos parques, vielas charmosas com rosas nas sacadas das janelas e em restaurantes bem aconchegantes. Ai, chega é inspirador! Só que nem tudo são flores... É, viajar para cidades europeias tradicionalmente românticas, como Paris e Roma, pode não ser muito romântico assim.
Tenho quase certeza de que Paris é a cidade mais escolhida pelos casais em lua-de-mel. Encontrei vááários nas ruas da cidade e, principalmente, nos parques e praças. Poxa, o ambiente também proporciona isso. Imagina, só você e seu amor passeando pelo Viaduc des Arts (um jardim suspenso) ou curtindo a paisagem da Place des Vosges... Sem falar dos restaurantes flutuantes e barcos que circulam pelo la Seine... Ai, ai, ai... Também encontrei declarações de amor escritas no gelo, imagina!
(Crédito: Rafaela Aguiar)
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| Romance no Viaduct des Arts, em Paris |
Em Roma, também não foi muito diferente. As ruelas com flores e rosas nas sacadas das janelas, com Vespas paradas na frente dos edifícios bem bucólicos... Sem falar dos restaurantes com aquela arrumação tipicamente italiana, com toalhas de mesa quadriculadas e arranjos de flores dando aquele toque final!
(Crédito: Larissa Freitas)
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| Restaurantes compõem o clima romântico em Roma |
Até ai, tudo bem. O problema começa quando os casais começarem a conhecer os principais pontos turísticos das cidades. Para onde se vai, FILA. Paciência é o adjetivo que precisa, obrigatoriamente, estar na mala dos viajantes. Recomendo sempre chegar cedo nesses lugares, para evitar passar tanto tempo nas filas. Se for durante o inverno, então, essa dica vale ser destacada com marca-texto verde limão!! Na Tour Eiffel, demorei mais de 1h na fila para comprar o ingresso, depois mais não sei quantos minutos para pegar o elevador MEGA lotado e precisei ter paciência em dobro para circular lá por cima, pois, quanto mais alto, mais pequeno é o espaço.
A situação se repetiu no Coliseum. Fila gigantesca e turistas nervosos com a desorientação para chegar até o caixa e comprar o ingresso. Bati boca com um turista que reclamou por minha prima ter “furado” fila. Na verdade, nos dividimos e a minha vez estava chegando. Ela só se aproximou de mim para esperar. Imagina, o cara nos xingando em italiano e nós em português/espanhol. Foi estressante! Lá dentro, mais paciência... espaço para tirar foto só na base da luta para poder tentar tirar o melhor ângulo.
(Crédito: Rafaela Aguiar)
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| Passar mais de 1h na fila e no frio não é lá muito romântico |
Ah, mas como esquecer dos restaurantes? Impossível! O meu bolso lembra até hoje. Jantares românticos na Europa não são muito recomendados. Lembre-se: lá é em EUROS, ok? Só teve uma vez que jantei em um bom restaurante francês, aqueles de "verdade" com direito a vinho e bons pratos. Foi uma ocasião especial, em que oferecemos jantar a uma amiga francesa que conseguiu hospedagem gratuita para nós (eu e minha prima). Foi um vinho, três pratos e duas sobremesas. Total 170 euros! Repetindo: 170 EUROS!!!! A dica é ir a pelo menos um e, depois, rodar atrás dos mais baratos ou comer na rua mesmo. Rola até um piquenique no parque, barato e romântico!
Veja mais fotos do destino nos álbuns Paris - França e Roma - Itália na galeria do nosso Flickr.
#Ficaadica
Recife, PE/BR - Por falar em destinos tradicionais, que tal aproveitar o domingo (12) para comemorar o Dia dos Namorados de um jeito diferente. Uma boa opção é o passeio de catamarã pelo Rio Capibaribe, onde você conhecerá a capital pernambucana de um ângulo bem diferente, passando pelas três ilhas que formam o centro do Recife e pelas principais pontes que as ligam. Para o dia, o pessoal do Catamaran Tour fará um passeio romântico, com direito a jantar e música ao vivo logo após. A saída está marcada para às 20h.
(Crédito: Rafaela Aguiar)
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| Passeio de catamarã no fim de tarde |
Outra sugestão seria um fim de tarde com direito a piquenique no Parque da Jaqueira, Zona Norte do Recife, onde tem um belo jardim com os traços do paisagista Burle Marx na Capela de Nossa Senhora da Conceição das Barreiras (1766). Curtir a dois o sol se pondo no rio Capibaribe e sem gastar quase nada?!? Quer melhor do que isso? Só dois disso! =)
Serviço:
Catamaran Tours
81 3424.2845 / 9973.4077 (ligue antes para reservar, ok?)
www.catamarantours.com.br
Marcando:
Brasil,
Dia dos Namorados,
França,
Itália,
Paris,
Pernambuco,
Recife,
Roma
1 de junho de 2011
#Estásdebroma?: Um “bonne année” inesquecível!
Mochilera Rafa
Ficar de fora do #Estásdebroma? nem pensar! Então, a história desta semana será minha. Espero que gostem (apesar de grande, mas vale a pena), pois foi a mais louca e tosca de toda a minha vida. Boa leitura e risadas!
31 de dezembro de 2010. Esta data ficará marcada para sempre não só para mim, mas também para minha querida “prima” Lala. Inventamos de ser finas e resolvemos passar o Réveillon de 2011 em Paris. O combinado era, após nossa programação turística pela cidade, jantar e sair para a virada na Tour Eiffel, com um casal de amigos que lá morava. Até então, tudo mais do que certo e perfeito! Só não imaginávamos que, no último dia do ano, tudo poderia dar errado. Na verdade, até hoje, não acreditamos que tantos imprevistos poderiam acontecer em um único dia com duas pessoas.
Tudo começou na saída do Musée du Louvre, onde passamos uma manhã e o início de tarde andando para cima e para baixo. Durante esse período, minha “prima” reclamava um pouco do seu joelho esquerdo, mas nada grave. Só que o bicho pegou quando estávamos andando pelos Jardin du Carrousel e Jardin des Tuileries. O joelho dela piorou e não conseguia dobrá-lo direito, chorando de dor. Decidimos ir a um hospital. Ligamos para o casal amigo, no qual o marido nos acompanhou, pois ele falava espanhol e francês. Foi a melhor coisa que fizemos, porque, ao chegar no hospital, NINGUÉM falava espanhol ou inglês. Apenas uma residente arranhava no espanhol. Como dizer em francês: “Meu joelho está doendo!”
Passamos horas e horas no hospital, entre a burocracia do seguro saúde, demora do atendimento e liberação. Minha “prima” só teve alta por volta das 18h (nada grave!). Corremos que nem loucas para nossa “casa francesa”. No caminho, fizemos uma pequena compra para o último jantar do ano. Enquanto tomávamos banho, colocamos a roupa para lavar na máquina e esquentar a ceia congelada (!). De repente, o apartamento se APAGOU todo! Lala no banheiro, toda molhada, e eu terminando de me maquiar. CAOS e DESESPERO reinaram naquela hora, pois já passava das 20h. A rua tinha luz, o restante do prédio também... ou seja, destruímos o apartamento emprestado (!), pensamos.
O frio aumentava e, no escuro, tentamos encontrar o disjuntor. Encontramos o local, mas não sabíamos qual era o tal botão. Sem saber falar francês para pedir ajuda, recorremos ao nosso amigo. Fizemos uma ligação internacional (com 20 minutos de duração) e NADA! O jeito foi bater na porta do vizinho, sem saber falar uma vírgula de francês. Sorte que a jovem vizinha ainda estava em casa (?) e sabia falar um pouco de espanhol. Resolvido! O problema era que TUDO na casa era elétrico e, como ligamos PRATICAMENTE TUDO, a rede (antiga) não aguentou. Ah, o drama todo para resolver a energia era que confundimos o botão do disjuntor com o regulador do aquecedor. Bonito, né?
Com energia de volta (e quase congelando!), Lala voltou para o banho e eu tive que espremer TODAS as roupas GELADAS na mão. Uma tortura! Estendi tudo perto do aquecedor, pois em menos de dois dias partiríamos. Quase 22h, conseguimos jantar, nas carreiras, claro! Depois, saímos pela rua em disparada até o metrô. Rá, sem necessidade, pois lá embaixo estava um DOIDERA. Para entrar em um, esperamos que só e quando chegou, era uma briga. Parecia a Estação da Sé (SP) às 18h (!). TUDO LOTADO! Para completar, em cada estação, o condutor ficava parado mais de cinco minutos. Demoramos quase uma hora para completar um percurso que duraria no máximo 20 minutos.
No aperto, olhava o relógio e me desesperava. 23h30 e ainda estávamos na metade. De repente, uma moça ao nosso lado passa mal e desmaia. Minha “prima” médica a socorre no meio do tumulto. 23h35. 23h50. 23h57... Estamos paradas na estação La Fayette e ouvimos gritos de BONNE ANNÉE!! Foi quando me dei conta que era a hora da virada. Bêbados queriam abrir garrafas de champagne dentro do metrô. Uma LOUCURA! Ah, o condutor ainda parou uns cinco minutos para dar um discurso de “bonne année”... Para completar, a estação que deveríamos descer estava fechada. Saímos na seguinte, mas era melhor ter ficado lá dentro. Sabe as ladeiras de Olinda (PE) em pleno carnaval? Estava PIOR! Ninguém andava, pois o povo era levado pelo fluxo de gente que saia da estação.
Na rua, era uma LOUCURA total. Pessoas bêbadas gritando “bonne année” para qualquer estranho e pessoas estranhas esperavam alguém dar bobeira... Bem fim de festa mesmo. Ah, o casal? Fomos para um telefone público e conseguimos marcar um local para o encontro. Eu fiquei mal porque tinha perdido a “queima de fogos” na Tour Eiffel. Fogos, que fogos? Apenas luzes piscando na torre, que conseguimos fotografar lá pelas 1h e pouca. Sim, e o champagne!?! Só em um bar lá pelas 3h da madrugada, após andar quilômetros atrás de um que fosse interessante.
Confira as fotos desse Ano Novo muito louco no nosso álbum Paris - França, lá no Flickr.
Tem uma história legal que aconteceu durante uma viagem? Conta para nós! Basta mandar um email para lasmochileras@gmail.com.
Ficar de fora do #Estásdebroma? nem pensar! Então, a história desta semana será minha. Espero que gostem (apesar de grande, mas vale a pena), pois foi a mais louca e tosca de toda a minha vida. Boa leitura e risadas!
31 de dezembro de 2010. Esta data ficará marcada para sempre não só para mim, mas também para minha querida “prima” Lala. Inventamos de ser finas e resolvemos passar o Réveillon de 2011 em Paris. O combinado era, após nossa programação turística pela cidade, jantar e sair para a virada na Tour Eiffel, com um casal de amigos que lá morava. Até então, tudo mais do que certo e perfeito! Só não imaginávamos que, no último dia do ano, tudo poderia dar errado. Na verdade, até hoje, não acreditamos que tantos imprevistos poderiam acontecer em um único dia com duas pessoas.
Tudo começou na saída do Musée du Louvre, onde passamos uma manhã e o início de tarde andando para cima e para baixo. Durante esse período, minha “prima” reclamava um pouco do seu joelho esquerdo, mas nada grave. Só que o bicho pegou quando estávamos andando pelos Jardin du Carrousel e Jardin des Tuileries. O joelho dela piorou e não conseguia dobrá-lo direito, chorando de dor. Decidimos ir a um hospital. Ligamos para o casal amigo, no qual o marido nos acompanhou, pois ele falava espanhol e francês. Foi a melhor coisa que fizemos, porque, ao chegar no hospital, NINGUÉM falava espanhol ou inglês. Apenas uma residente arranhava no espanhol. Como dizer em francês: “Meu joelho está doendo!”
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| Não tínhamos ideia do que Paris havia preparado para nós |
Passamos horas e horas no hospital, entre a burocracia do seguro saúde, demora do atendimento e liberação. Minha “prima” só teve alta por volta das 18h (nada grave!). Corremos que nem loucas para nossa “casa francesa”. No caminho, fizemos uma pequena compra para o último jantar do ano. Enquanto tomávamos banho, colocamos a roupa para lavar na máquina e esquentar a ceia congelada (!). De repente, o apartamento se APAGOU todo! Lala no banheiro, toda molhada, e eu terminando de me maquiar. CAOS e DESESPERO reinaram naquela hora, pois já passava das 20h. A rua tinha luz, o restante do prédio também... ou seja, destruímos o apartamento emprestado (!), pensamos.
O frio aumentava e, no escuro, tentamos encontrar o disjuntor. Encontramos o local, mas não sabíamos qual era o tal botão. Sem saber falar francês para pedir ajuda, recorremos ao nosso amigo. Fizemos uma ligação internacional (com 20 minutos de duração) e NADA! O jeito foi bater na porta do vizinho, sem saber falar uma vírgula de francês. Sorte que a jovem vizinha ainda estava em casa (?) e sabia falar um pouco de espanhol. Resolvido! O problema era que TUDO na casa era elétrico e, como ligamos PRATICAMENTE TUDO, a rede (antiga) não aguentou. Ah, o drama todo para resolver a energia era que confundimos o botão do disjuntor com o regulador do aquecedor. Bonito, né?
Com energia de volta (e quase congelando!), Lala voltou para o banho e eu tive que espremer TODAS as roupas GELADAS na mão. Uma tortura! Estendi tudo perto do aquecedor, pois em menos de dois dias partiríamos. Quase 22h, conseguimos jantar, nas carreiras, claro! Depois, saímos pela rua em disparada até o metrô. Rá, sem necessidade, pois lá embaixo estava um DOIDERA. Para entrar em um, esperamos que só e quando chegou, era uma briga. Parecia a Estação da Sé (SP) às 18h (!). TUDO LOTADO! Para completar, em cada estação, o condutor ficava parado mais de cinco minutos. Demoramos quase uma hora para completar um percurso que duraria no máximo 20 minutos.
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| Tive que espremer tudo isso mega ensopado e frio na mão |
No aperto, olhava o relógio e me desesperava. 23h30 e ainda estávamos na metade. De repente, uma moça ao nosso lado passa mal e desmaia. Minha “prima” médica a socorre no meio do tumulto. 23h35. 23h50. 23h57... Estamos paradas na estação La Fayette e ouvimos gritos de BONNE ANNÉE!! Foi quando me dei conta que era a hora da virada. Bêbados queriam abrir garrafas de champagne dentro do metrô. Uma LOUCURA! Ah, o condutor ainda parou uns cinco minutos para dar um discurso de “bonne année”... Para completar, a estação que deveríamos descer estava fechada. Saímos na seguinte, mas era melhor ter ficado lá dentro. Sabe as ladeiras de Olinda (PE) em pleno carnaval? Estava PIOR! Ninguém andava, pois o povo era levado pelo fluxo de gente que saia da estação.
| "Bonne année" na estação "La Fayette". Bem fina! |
Na rua, era uma LOUCURA total. Pessoas bêbadas gritando “bonne année” para qualquer estranho e pessoas estranhas esperavam alguém dar bobeira... Bem fim de festa mesmo. Ah, o casal? Fomos para um telefone público e conseguimos marcar um local para o encontro. Eu fiquei mal porque tinha perdido a “queima de fogos” na Tour Eiffel. Fogos, que fogos? Apenas luzes piscando na torre, que conseguimos fotografar lá pelas 1h e pouca. Sim, e o champagne!?! Só em um bar lá pelas 3h da madrugada, após andar quilômetros atrás de um que fosse interessante.
Confira as fotos desse Ano Novo muito louco no nosso álbum Paris - França, lá no Flickr.
Tem uma história legal que aconteceu durante uma viagem? Conta para nós! Basta mandar um email para lasmochileras@gmail.com.
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28 de janeiro de 2011
Paris tem muamba? Tem, sim senhor!
É fácil ouvir por aí gente comparando o Brasil com outros países da Europa. Dizem que o Velho Continente é primeiro mundo, tudo é mais organizado, as pessoas são mais educadas, que não existe pobreza ou violência. No Brasil, então, não existe respeito e tem o tal “jeitinho brasileiro” que todo mundo conhece e faz. Quando arrumamos as malas e viajamos mundo afora, é quando percebemos que os brasileiros estão muito bem, obrigada.
(Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)
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| Paris também tem o seu lado B |
22 de janeiro de 2011
Gastronomia: Vitrines dos doces pecados pela Europa
Praticamente toda mulher, quando está passando pela rua, sempre dá uma paradinha na frente de uma vitrine para espiar algo. Pode ser promoção ou porque aquela é a loja de consumo dos sonhos. Mas tem uma em especial que enlouquece a mulherada: a vitrine das docerias. Sim, acreditem se quiser, pois é possível encontrar pelos países da Europa umas bem produzidas com doces, bolos, tortas, chocolates, enfim todas as delícias que nos deixam com uns quilinhos a mais.
(fontaine/Pixabay)
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