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10 de setembro de 2013
Verão em Vancouver: Sol, praia e muita diversão
Vancouver foi eleita uma das melhores cidades com praia do mundo, botando muita gente para pensar: "Praia, no Canadá?! E lá não só tem neve?". Sim, o forte do país são mesmo as atividades de inverno, mas o verão é quente e bota muitas mochileiras brasileiras para suar (apesar de durar apenas uns poucos meses). Em dias assim, escaldantes, nada melhor do que curtir a areia à moda canadense.
16 de janeiro de 2013
#CocoeMaple: Descobertas da Commercial Drive
Mochilera Ju
Muitos hotéis e pontos turísticos de Vancouver ficam no centro. Realmente, não dá pra vir por aqui sem dar um passeio pelas ruas Robson e Granville. Mas quem quer ver uma parte da cidade menos explorada pode fazer uma viagem curta de táxi, ônibus ou metrô (o sistema de transporte público é ótimo) para chegar em minutos a Commercial Drive.
Lá, você vai encontrar menos Starbucks e mais cafés autênticos; lojinhas e boutiques charmosas em vez de redes de lojas. Para quem gosta de compras, a rua é um ótimo lugar para garimpar uns achados diferentes. É, a Commercial pode não ser tão charmosa quanto as ruas de Gastown, mas tem muito mais do que souvenires a oferecer.
Todas as nacionalidades se encontram por ali, fazendo da área um lugar multicultural. A comunidade italiana está presente em peso e, por isso, dá pra tomar um gelatto maravilhoso na Gelateria Dolce Amore e comer uma pizza feita no forno à lenha diferentão da Marcello Pizzeria.
A refeição mais deliciosamente deliciosa que comi até agora no Canadá foi em outro desses restaurantes italianos, o Federico's Supper Club. A bistecca de lá é de fazer encher a boca só de lembrar. Vá preparado para gastar mais (bem mais) do que o normal, mas vai valer a pena.
À noite, a rua oferece opções de restaurantes e bares para todos os gostos. Não espere a badalação da rua Augusta, em São Paulo, e nem das boates de Boa Viagem, no Recife. O clima aqui é outro, mais "canadense" - por falta de uma melhor descrição. Minha dica é se engajar num bom pub crawl, ou seja, experimentar vários bares na mesma noite.
No Falconetti's, você pode experimentar um dos sanduíches com linguiça caseira que são a assinatura do lugar, enquanto toma uma cerveja ou uma sangria e curte o som de uma banda ao vivo, com couvert opcional. Se for no verão, a varanda do andar de cima vai estar aberta, oferecendo um ambiente relaxado e uma paisagem bonita.
Do outro lado da rua, fica o The Charlatan, um pouco mais arrojado e com um cardápio de bebidas diferente. As opções de chopp, por exemplo, são várias. Se quiser seembebedar aventurar, pode tomar uma dose de licor de absinto e ter a experiência completa, com o cubo de açúcar em chamas e tudo.
A poucos metros de lá fica do The Dime, a opção mais econômica e relaxada de todas. O cardápio oferece vários pratos simples a $5, que você vai ter que pedir para ajudar a absorver todos os shots que puder provar. São vários, cada um com um nome mais indecente do que o outro, como pornstar, liquid cocaine ou slippery nipple. Todos eles são deliciosos, por sinal.
Se você ainda estiver conseguindo andar, siga para o The Libra Room, um dos meus preferidos. Todas as noites duas bandas tocam no pequeno palco para animar o público, com couvert opcional. Você pode experimentar coquetéis diferentes, todos batizados com nomes de signos do zodíaco. Acredite ou não, Aquarius é uma versão da nossa caipirinha, com cachaça e tudo.
Claro, existem bares, restaurantes e lojas na Commercial que ainda não conheci. O divertido é sair descobrindo lugares novos!
Muitos hotéis e pontos turísticos de Vancouver ficam no centro. Realmente, não dá pra vir por aqui sem dar um passeio pelas ruas Robson e Granville. Mas quem quer ver uma parte da cidade menos explorada pode fazer uma viagem curta de táxi, ônibus ou metrô (o sistema de transporte público é ótimo) para chegar em minutos a Commercial Drive.
Lá, você vai encontrar menos Starbucks e mais cafés autênticos; lojinhas e boutiques charmosas em vez de redes de lojas. Para quem gosta de compras, a rua é um ótimo lugar para garimpar uns achados diferentes. É, a Commercial pode não ser tão charmosa quanto as ruas de Gastown, mas tem muito mais do que souvenires a oferecer.
Imagem: DailyXY
| Um pedacinho da Commercial Drive |
Todas as nacionalidades se encontram por ali, fazendo da área um lugar multicultural. A comunidade italiana está presente em peso e, por isso, dá pra tomar um gelatto maravilhoso na Gelateria Dolce Amore e comer uma pizza feita no forno à lenha diferentão da Marcello Pizzeria.
A refeição mais deliciosamente deliciosa que comi até agora no Canadá foi em outro desses restaurantes italianos, o Federico's Supper Club. A bistecca de lá é de fazer encher a boca só de lembrar. Vá preparado para gastar mais (bem mais) do que o normal, mas vai valer a pena.
À noite, a rua oferece opções de restaurantes e bares para todos os gostos. Não espere a badalação da rua Augusta, em São Paulo, e nem das boates de Boa Viagem, no Recife. O clima aqui é outro, mais "canadense" - por falta de uma melhor descrição. Minha dica é se engajar num bom pub crawl, ou seja, experimentar vários bares na mesma noite.
Comece a noite no Storm Crow, uma taverna declaradamente "nerd" onde a recepcionista usa orelhinhas de elfo e a decoração consiste em espadas, brasões e armaduras. Lá, além de tomar uma cervejinha, dá para jogar um dos vários jogos de tabuleiro e de cartas disponibilizados para os clientes. O lugar lota rápido e dá para perder a noção do tempo com tanta diversão. Então, vá cedo.
No Falconetti's, você pode experimentar um dos sanduíches com linguiça caseira que são a assinatura do lugar, enquanto toma uma cerveja ou uma sangria e curte o som de uma banda ao vivo, com couvert opcional. Se for no verão, a varanda do andar de cima vai estar aberta, oferecendo um ambiente relaxado e uma paisagem bonita.
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| Jogos e ambiente medieval no Storm Crow, delícias e música ao vivo no Falconetti's. |
Do outro lado da rua, fica o The Charlatan, um pouco mais arrojado e com um cardápio de bebidas diferente. As opções de chopp, por exemplo, são várias. Se quiser se
A poucos metros de lá fica do The Dime, a opção mais econômica e relaxada de todas. O cardápio oferece vários pratos simples a $5, que você vai ter que pedir para ajudar a absorver todos os shots que puder provar. São vários, cada um com um nome mais indecente do que o outro, como pornstar, liquid cocaine ou slippery nipple. Todos eles são deliciosos, por sinal.
Se você ainda estiver conseguindo andar, siga para o The Libra Room, um dos meus preferidos. Todas as noites duas bandas tocam no pequeno palco para animar o público, com couvert opcional. Você pode experimentar coquetéis diferentes, todos batizados com nomes de signos do zodíaco. Acredite ou não, Aquarius é uma versão da nossa caipirinha, com cachaça e tudo.
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| Drinks no The Charlatan, drinks no The Dime, drinks no The Libra Room. Não tem escolha errada. |
Claro, existem bares, restaurantes e lojas na Commercial que ainda não conheci. O divertido é sair descobrindo lugares novos!
#FicaaDica:
- Last call for alcohol, a última oportunidade de pedir bebida alcoólica. É por volta de 2h (da manhã). Como não dá pra virar a noite na farra, comece cedo.
- Não leve sua bebida para tomar fora do bar, é proibido por lei nacional beber na rua.
- Para não receber olhares assassinos, não esqueça da gorjeta do garçom ou do bartender: de 10% a 15%, hein!
- Para saber mais sobre a Commercial Drive e descobrir lugares legais, acesse: The Drive
Bônus:
Um amigo meu fez um vídeo sobre a Commercial Drive há alguns anos. Está um pouco desatualizado, mas dá pra sentir o clima:
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22 de agosto de 2012
#CocoeMaple: Um lugar chamado Gastown
Mochilera Ju
Toda cidade tem uma parte histórica, de prédios antigos e ruas mais estreitas, facilmente identificáveis pela arquitetura que mistura passado e presente. Em Vancouver, essa área se chama Gastown.
Foi passeando por lá num dia de sol que eu passei pela vitrine da Salmagundi West, com seus pôsters antigos de 'freak shows' de circo. Eu, claro, tive que entrar. Conversando com Fred, que toma conta da loja, descobri que o antiquário está lá desde o fim fos anos 70, uma época em que Gastown ainda era bem negligenciada. Ele acredita que a abertura da Salmagundi (palavra diferentinha que significa "miscelânea") foi um dos fatores que ajudou a área a se transformar no lugar descolado e charmoso que é hoje. Não é para menos: a loja é uma festa para os olhos. Não vende abajours da época vitoriana (pelo menos não que eu tenha visto), mas tem bijus, brinquedinhos e quinquilharias vintage mil.
Destaque para o gaveteiro que fica no subsolo, que pertenceu a um herbalista chinês. A cada gaveta aberta, descobre-se um mundo diferente de cacarecos a preços acessíveis.
Descobrir coisas diferentes lá já é uma delícia, mas a designer em mim babou mesmo é com a coleção de tipos móveis de metal e madeira disponíveis para compra, que pertenceram ao falecido marido da dona da loja, que era tipógrafo. Para quem não sabe, é com esses objetos pouco práticos que se imprimiam livros, revistas e pôsters na era pré-computador.
Não resisti e comprei pra mim o item mais charmoso que encontrei, um ornamento de metal com a imagem de um sapo andando de bicicleta. Não é um mimo?
Então #FicaaDica: quando for visitar Gastown, confira o Steam Clock (o relógio a vapor que toca a cada 15 minutos e está lá desde 1977), visite a estátua de Gassy Jack, mas não esqueça de conferir a Salmagundi West e as outras lojas que dão personalidade ao lugar!
Salmagundi West: 321 Cordova Street W, Vancouver
Toda cidade tem uma parte histórica, de prédios antigos e ruas mais estreitas, facilmente identificáveis pela arquitetura que mistura passado e presente. Em Vancouver, essa área se chama Gastown.
Um pouquinho de história: curiosamente, Gastown foi batizada assim em homenagem a John 'Gassy Jack', um cara visionário (ou doido) o suficiente para abrir um em 1867 em um local que ainda estava dando os primeiros passos para se tornar uma cidade. O negócio deu certo e hoje pode-se dizer que é ali que começa Vancouver.
O bairro agora é uma área turística, claro, cheia de charme com suas ruas calçadas com pedra, prédios históricos e muitas, muitas lojas de souvenir. Parada obrigatória para comprar aquela camiseta para o ser cunhado por um preço mais acessível do que em Granville Island, por exemplo.Além dessa lojas bem turísticas, tem ainda muitas outras vendendo todo tipo de coisa, geralmente bem originais.
Foto: Scott L. Robertson
| Gastown é cheia de charme, com suas ruas floridas e cara de século passado. |
Foi passeando por lá num dia de sol que eu passei pela vitrine da Salmagundi West, com seus pôsters antigos de 'freak shows' de circo. Eu, claro, tive que entrar. Conversando com Fred, que toma conta da loja, descobri que o antiquário está lá desde o fim fos anos 70, uma época em que Gastown ainda era bem negligenciada. Ele acredita que a abertura da Salmagundi (palavra diferentinha que significa "miscelânea") foi um dos fatores que ajudou a área a se transformar no lugar descolado e charmoso que é hoje. Não é para menos: a loja é uma festa para os olhos. Não vende abajours da época vitoriana (pelo menos não que eu tenha visto), mas tem bijus, brinquedinhos e quinquilharias vintage mil.
Fotos: Juliana Sauvé
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| Caixinhas de música, corações humanos e fotografias antigas: de tudo tem na Salmagundi. |
Destaque para o gaveteiro que fica no subsolo, que pertenceu a um herbalista chinês. A cada gaveta aberta, descobre-se um mundo diferente de cacarecos a preços acessíveis.
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| Cada gaveta, um mundo |
Descobrir coisas diferentes lá já é uma delícia, mas a designer em mim babou mesmo é com a coleção de tipos móveis de metal e madeira disponíveis para compra, que pertenceram ao falecido marido da dona da loja, que era tipógrafo. Para quem não sabe, é com esses objetos pouco práticos que se imprimiam livros, revistas e pôsters na era pré-computador.
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| Tipos de todo tipo, pra endoidar qualquer designer |
Não resisti e comprei pra mim o item mais charmoso que encontrei, um ornamento de metal com a imagem de um sapo andando de bicicleta. Não é um mimo?
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| Um sapo andando de bicicleta: dessas excentricidades que se encontram em Gastown. |
Então #FicaaDica: quando for visitar Gastown, confira o Steam Clock (o relógio a vapor que toca a cada 15 minutos e está lá desde 1977), visite a estátua de Gassy Jack, mas não esqueça de conferir a Salmagundi West e as outras lojas que dão personalidade ao lugar!
Salmagundi West: 321 Cordova Street W, Vancouver
18 de julho de 2012
#CocoEMaple: Ponte suspensa de Capilano
Mochilera Ju
Uma das grandes atrações turísticas de British Columbia fica em North Vancouver (que é uma cidade à parte coladinha em Vancouver, é só atravessar uma ponte pra chegar lá). Aproveitei um dia lindo verão, a disponibilidade de uma ótima companhia e fui ver o que há de bom na Capilano Suspension Bridge pra mostrar a vocês.
O parque fica pertinho do centro, mas é uma área de conservação de floresta fantástica. A atração principal, é claro, é a ponte suspensa construída em 1889 que passa por cima do rio Capilano, a 70 metros de altura, e tem 137 metros de comprimento. A gente pensa logo no infame jogo do Domingão do Faustão, "A Ponte do Rio que Cai". A sensação, claro, é totalmente diferente. Pra começar, a ponte balança, sim, mas nem tanto. Nem dá medinho, não, no máximo um friozinho na barriga às vezes. Até vi uma senhorinha que chegou no fim da ponte se acabando de chorar, mas acho que ela tinha mesmo é muito medo de altura. Ou um trauma de infância, quem sabe. Como era um sábado de sol, tinha bastante gente por lá, mas nada que incomodasse.
Imagino como seria atravessar essa ponte com menos gente, mais vento e talvez um pouco de chuva, num dia mais típico daqui (sim, aqui chove muuuito!). Provavelmente seria uma travessia mais intensa, não acham?
Além da ponte suspensa, o parque oferece mais algumas atrações. Dá pra fazer um pouco de arvorismo por uma trilha pelas árvores que inclui mais sete pontes suspensas e descobrir a paisagem e os cheiros de uma floresta bem canadense, alimentar os peixes em um laguinho, aprender sobre a fauna e a flora do lugar com as visitas guiadas. É um programa bem família sim, mas também vale muito a pena pra turistas de todas as idades.
O parque oferece mapas que você pode ir carimbando em estaçõezinhas que ficam todos os pontos-chave. A gente foi na doida e não pegou mapa, se garantindo só nas placas de direcionamento. Resultado: nos perdemos e andamos em círculo um bocado. Mas dizem que se perder é a melhor forma de conhecer bem um local, então tudo bem.
Outra atração legal é a Cliffwalk, uma trilha bem estreitinha construída no penhasco em um dos lados da ponte suspensa, a vários metros de altura. Interessante é observar como a estrutura da trilha dá a impressão de que tudo pode desabar facinho, o que não é verdade, é claro.
Pra completar a tarde no parque, dá pra comprar souvenirs, tirar fotos com roupas de época, tomar um sorvete ou comer nos restaurantes que ficam logo em frente.
Surpresa boa que tivemos na hora de pagar o ingresso: os moradores da província de British Columbia, onde fica Vancouver, pagam a primeira entrada e ganham passe livre para o parque por um ano, além de direito a dar desconto a um acompanhante de fora. Pra garantir o benefício, basta mostrar a carteira de identidade ou de motorista da província depois que já tiver entrado mo parque. Quem for de fora mesmo pode me chamar quando estiver planejando ir por lá! Hehehe!
Uma das grandes atrações turísticas de British Columbia fica em North Vancouver (que é uma cidade à parte coladinha em Vancouver, é só atravessar uma ponte pra chegar lá). Aproveitei um dia lindo verão, a disponibilidade de uma ótima companhia e fui ver o que há de bom na Capilano Suspension Bridge pra mostrar a vocês.O parque fica pertinho do centro, mas é uma área de conservação de floresta fantástica. A atração principal, é claro, é a ponte suspensa construída em 1889 que passa por cima do rio Capilano, a 70 metros de altura, e tem 137 metros de comprimento. A gente pensa logo no infame jogo do Domingão do Faustão, "A Ponte do Rio que Cai". A sensação, claro, é totalmente diferente. Pra começar, a ponte balança, sim, mas nem tanto. Nem dá medinho, não, no máximo um friozinho na barriga às vezes. Até vi uma senhorinha que chegou no fim da ponte se acabando de chorar, mas acho que ela tinha mesmo é muito medo de altura. Ou um trauma de infância, quem sabe. Como era um sábado de sol, tinha bastante gente por lá, mas nada que incomodasse.
Fotos: divulgação e Juliana Sauvé
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| A ponte suspensa foi construída há 123 anos. E aí, quem encara? |
Além da ponte suspensa, o parque oferece mais algumas atrações. Dá pra fazer um pouco de arvorismo por uma trilha pelas árvores que inclui mais sete pontes suspensas e descobrir a paisagem e os cheiros de uma floresta bem canadense, alimentar os peixes em um laguinho, aprender sobre a fauna e a flora do lugar com as visitas guiadas. É um programa bem família sim, mas também vale muito a pena pra turistas de todas as idades.
Foto: divulgação
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| A Treewalk é programa pro filhinho, pro papai e pro vovô. |
Fotos: Juliana Sauvé
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| As paisagens lindas são a atração verdadeira do parque |
Outra atração legal é a Cliffwalk, uma trilha bem estreitinha construída no penhasco em um dos lados da ponte suspensa, a vários metros de altura. Interessante é observar como a estrutura da trilha dá a impressão de que tudo pode desabar facinho, o que não é verdade, é claro.
Foto: divulgação
| Cliffwalk: essa estrutura, sim, dá mais medinho |
Pra completar a tarde no parque, dá pra comprar souvenirs, tirar fotos com roupas de época, tomar um sorvete ou comer nos restaurantes que ficam logo em frente.
Surpresa boa que tivemos na hora de pagar o ingresso: os moradores da província de British Columbia, onde fica Vancouver, pagam a primeira entrada e ganham passe livre para o parque por um ano, além de direito a dar desconto a um acompanhante de fora. Pra garantir o benefício, basta mostrar a carteira de identidade ou de motorista da província depois que já tiver entrado mo parque. Quem for de fora mesmo pode me chamar quando estiver planejando ir por lá! Hehehe!
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31 de maio de 2012
#CocoEMaple: Granville Island, a não-ilha
Mochilera Ju
Um dos meus lugares preferidos de Vancouver (carisonhosamente apelidada de Van) é a linda da Granville Island. Pra falar a verdade, o lugar não é uma ilha coisa nenhuma. Se um dia já foi, isso eu não sei dizer, o que sei é que ela está à beira do False Creek (que realmente não é um lago, mas um braço de mar) e é onde se encontra uma mistura de estabelecimentos espetacular.
Lojas, lojas e lojas, pra começar. Artesanato local? Souvenirs? Objetos de decoração? Roupas? Material artístico? Brinquedos? Aqui tem. Mas a sensação que se tem não é a de estar num shopping ou numa galeria.
Um dos meus lugares preferidos de Vancouver (carisonhosamente apelidada de Van) é a linda da Granville Island. Pra falar a verdade, o lugar não é uma ilha coisa nenhuma. Se um dia já foi, isso eu não sei dizer, o que sei é que ela está à beira do False Creek (que realmente não é um lago, mas um braço de mar) e é onde se encontra uma mistura de estabelecimentos espetacular.
Lojas, lojas e lojas, pra começar. Artesanato local? Souvenirs? Objetos de decoração? Roupas? Material artístico? Brinquedos? Aqui tem. Mas a sensação que se tem não é a de estar num shopping ou numa galeria.
Porque por ali também tem teatros, galerias de arte. Até uma universidade de arte de design, a Emily Carr. É um lugar cultural. Tem gente tocando nas esquinas por algumas moedas, fazendo apresentações de humor na praça.
Crédito: Google Images
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| Tudo em Vancouver é meio condensado. Por isso, todas essa maravilhas cabem na mesma foto! |
Chega uma hora em que bate a fome, claro. Não faltam pubs e restaurantes em Granville Island, oferecendo todo tipo de comida. Tem até uma cervejaria instalada lá.
| Restaurantes? Claro que tem! Indianos, franceses, mexicanos, chineses. |
Ainda mais legal, em Granville Island tem um mercado público onde todos esses produtos podem ser encontrados juntos: artesanato, restaurantes, artistas. E ainda mais: frutas e verduras frescas, flores naturais, peixes, aquelas coisas de mercado. Só que tudo lindamente impecável. Dá até pra achar umas coisinhas bem brasucas.
Crédito: Juliana Sauvé
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| Carambola, pitomba, pinha, coco, goiaba, caqui? No Granville Market tem. |
Como está à beira do False Creek, também tem mais coisas: barcos barcos e mais barcos. Dá pra fazer uns passeios legais partindo dali também.
Se apesar de tudo nada disso encantar, tem Granville Island tem um elemento que com certeza vai marcar: a vista. Do outro lado do braço de mar está o centro da cidade, visto de uma posição privelegiada. Num dia de sol, você pode sentar-se por ali com um cafezinho, admirar a paisagem e ver a vida passando.
Chegar lá é super fácil. Se você vem do centro, pode pegar um barquinho na margem norte do False Creek. É baratinho e ainda por cima uma experiência legal, ver a cidade dali, apesar de o trajeto ser bem curto. Outra opção também é pegar o ônibus 50 saindo da rua Granville, que vai te deixar na entrada do lugar. Você pode se sentir tentado a atravessar a ponte a pé e ir andando também. Dá pra fazer tranquilamente, mas quem avisa amigo é: você vai caminhar muito mais do que imagina.
#FicaaDica: Resista à tentação de comprar souvenir bestas por aqui. Sabe, chaveirinhos, camisetas, essas coisas que a gente estoca pra dar quando voltar. Existem outros lugares mais baratos para esse tipo de coisa. Dou o endereço num próximo post. Mas fica o teaser: Gastown!
#FicaaDica: Resista à tentação de comprar souvenir bestas por aqui. Sabe, chaveirinhos, camisetas, essas coisas que a gente estoca pra dar quando voltar. Existem outros lugares mais baratos para esse tipo de coisa. Dou o endereço num próximo post. Mas fica o teaser: Gastown!
Quando vier por aqui, não deixe de visitar esse lugar tão legal. E, quando for, me chama pra eu ir também!
Atualização: O barquinho que leva até Granville Island chama-se Aquabus e tem alguns pontos de parada. Pra mais informações, basta entrar no site: http://www.theaquabus.com/
Atualização: O barquinho que leva até Granville Island chama-se Aquabus e tem alguns pontos de parada. Pra mais informações, basta entrar no site: http://www.theaquabus.com/
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15 de maio de 2012
#CocoEMaple: Show de Arctic Monkeys: Round 2
Mochilera Ju
Vancouver é uma cidade muito importante do Canadá, principalmente no aspecto cultural. Por isso, atrai muitos shows de artistas que vão causar inveja: esse ano, a cidade vai receber/recebeu shows de Coldplay, Madonna, Nickelback, Jason Mraz, Red Hot Chili Peppers... Pra citar alguns.
Vancouver é uma cidade muito importante do Canadá, principalmente no aspecto cultural. Por isso, atrai muitos shows de artistas que vão causar inveja: esse ano, a cidade vai receber/recebeu shows de Coldplay, Madonna, Nickelback, Jason Mraz, Red Hot Chili Peppers... Pra citar alguns.
Semana passada eu estava agoniadinha, doida pra ir para o show de Arctic Monkeys e Black Keys, mas me segurando por uma questão monetária. Até porque, vi AM há menos de um mês no Lollapalooza, como já comentei com vocês. Mas quando um amigo diz que tem um ingresso extra que não está conseguindo vender, você se compadece da situacão dele e compra, não é mesmo?
Tudo bem, tudo bem, admito: sucumbi à minha vontade de ir pra o evento.
A experiência de assitir a um grande show aqui é completamente diferente, e é isso que quero compartilhar. Pra começar, as bandas tocaram em um estadio de hockey devidamente aquecido e provido de banheiros limpos e lanchonetes caríssimas ($8.50 por uma cerveja é de lascar) e tudo mais. Ou seja: estrutura não falta. Os ingressos mais caros são para a pista, enquanto que assitir da arquibancada, com lugar marcado, é mais barato, o que contradiz muitas das minhas experiências brasileiras.
Minha gente, assistir a um show de Arctic Monkeys sentada, quietinha para não incomodar o coleguinha desconhecido ao lado é um negócio frustrante. Até porque, eu estava lá pelo show de AM, enquanto a grande maioria estava lá por Black Keys, o que pra mim também é uma inversão meio absurda. Enfim, lá estava eu, me balançando sentada e cantando sozinha enquanto o resto do estádio estava, no máximo, morno. Pelo menos eu pude ver o show muito mais de pertinho do que no Lolla...
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| Perdoem a foto meio ruim, mas dá pra sentir por ela como é o esquema do show |
Beeem de pertinho:
O show de Black Keys, por outro lado, foi muito mais animado, mais cheio de firulas e luzes. Era, afinal, a banda principal da noite, e o público sabia disso. Todo mundo de pé, lotando as arquibancadas, pulando na pista, interagindo com a banda, gritando e assoviando: muito mais parecido com o que se espera de um show de rock.
Crédito: The Vancouver Sun Blog
| The Black Keys estão podendo muito mais no Canadá, com certeza! |
De toda forma, foi uma experiência ótima, apesar de meio diferente do que eu esperava. Quando vierem por aqui, lembrem de olhar a agenda de shows, principalmente na Rogers Arena (esse estádio de Hockey do time local, o famoso Canucks). É bem provável que vá estar rolando alguma coisa muito legal!
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10 de maio de 2012
#CocoEMaple: Canada, eh?
Mochilera Ju
Aqui estamos finalmente, no meu post canadense de estreia. Demorei pra escrever sobre minha experiência aqui não por falta de tempo, mas porque não sabia bem por onde começar. Apesar de o Canadá ser o destino de muitos que, como eu vem se aventurar e tentar a vida, sei que muita gente sabe pouco sobre o país. Você sabia, por exemplo, que a capital não é Toronto, nem Montreal, mas sim Ottawa? Que aqui se fala inglês, mesmo, menos na província de Quebec, onde se fala francês? Que, assim como a Austrália, o país continua sendo um território britânico, que teoricamente ainda responde à Rainha, mas que, na verdade, tem um sistema democrático parlamentar? Pois é, muitos fatos que eu fui descobrindo durante e de forma até tardia, mesmo sendo filha de canadense.
Aqui estamos finalmente, no meu post canadense de estreia. Demorei pra escrever sobre minha experiência aqui não por falta de tempo, mas porque não sabia bem por onde começar. Apesar de o Canadá ser o destino de muitos que, como eu vem se aventurar e tentar a vida, sei que muita gente sabe pouco sobre o país. Você sabia, por exemplo, que a capital não é Toronto, nem Montreal, mas sim Ottawa? Que aqui se fala inglês, mesmo, menos na província de Quebec, onde se fala francês? Que, assim como a Austrália, o país continua sendo um território britânico, que teoricamente ainda responde à Rainha, mas que, na verdade, tem um sistema democrático parlamentar? Pois é, muitos fatos que eu fui descobrindo durante e de forma até tardia, mesmo sendo filha de canadense.
Crédito: Google Images
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| Quem sabe qual dessas cidades é a capital canadense? |
Pra piorar minha indecisão, Vancouver é uma cidade fascinante. À beira do Oceano Pacífico, tem uma densidade demográfica bem alta e muitos - muitos! - imigrantes. Às vezes, acho até que tem mais imigrantes do que nativos por aqui, e eu mesma aumento ainda mais o número.
O estado, British Columbia, tem o mar de um lado e as Montanhas Rochosas de outro. E, apesar de ser uma cidade importantíssima, Vancouver não é a capital do estado. O título pertence a Victoria, a poucos quilômetros de distância.
Crédito: Google Images
| Na paisagem de Vancouver, não faltam montanhas e água |
Não quero me estender na aula de geografia, então digo logo que, com o tempo, vou levando vocês para passear pela cidade para a gente descobri-la juntos. Vou ser mesmo breve por hoje, porque mal posso esperar pra começar a mostrar o que já conheço de Vancouver a vocês!
PS: Mudei o nome da seção. Adorava Maple Syrup e Queijo Coalho, mas ficou impossível fazer um ícone com essas referências... :p
10 de abril de 2012
Later, aligator!
Mochilera Ju
Mal a gente se acostuma com algumas mudanças dessa vida, as outras já chegam pra atropelar a gente. Pois é, mal deu tempo de a mochilera Rafa esquentou o sofá porteño dela, é a vez de mais uma mochilera encarar uma aventura pelo mundo. Agora quem vai embora sou eu, pra um lugar mais distante ainda: Vancouver, no Canadá. Enquanto você está lendo isso, estou em algum lugar entre cá e lá!
Mal a gente se acostuma com algumas mudanças dessa vida, as outras já chegam pra atropelar a gente. Pois é, mal deu tempo de a mochilera Rafa esquentou o sofá porteño dela, é a vez de mais uma mochilera encarar uma aventura pelo mundo. Agora quem vai embora sou eu, pra um lugar mais distante ainda: Vancouver, no Canadá. Enquanto você está lendo isso, estou em algum lugar entre cá e lá!
Como boa descendente de canadense, tenho cidadania dupla e o direito de ir morar por lá quando quiser. Formada, descompromissada e solta na bagaceira, pensei: "por que não?"
Crédito: Daniele Torres
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| Perto, Vancouver não é. Mas continua a um clique de distância! |
Os últimos meses têm sido de organização da vida e de malas. Uma coisa é certa: pouca coisa na vida dá mais trabalho do que organizar uma viagem só de ida. Sim, porque até agora, esse é o plano: voltar, só como turista.
Vou estudar e trabalhar em Vancouver. Se essa cidade vai ser meu destino final, não sei. Mas uma coisa, prometo: não largo esse blog, nem minhas mochileras queridas, nem nossos leitores assíduos, mas nem a pau! Por isso, criamos mais uma seção especial, um cantinho para reunir todas as dicas sobre a área para vocês!
Crédito: Juliana Sauvé
| Até já já, em Vancouver! |
A seção Maple Syrup com Queijo Coalho tem um nome esdrúxulo, mas é a mistura de duas coisas que eu adoro: o sabor docinho do Canadá e a tradição com gosto de Nordeste.
Crédito: Google Images
| Maple syrup é esse melzinho aí! |
Sem mais delongas, digo ao povo que vou. Vou, mas fico com um pezinho aqui, de saudades e carinho e raízes. Ficarei um tempinho offline, pra resolver minhas coisas, arrumar casa e emprego (a gente tem que ter um teto em cima da cabeça e comida no prato, afinal), mas prometo reaparecer com informações fresquinhas e exclusivas pra vocês!
See you later!
18 de novembro de 2011
Bonito como cenário de filme
Mochilera Sabri
Destino de centenas de brasileiros, é cada vez mais comum a gente ouvir por aí o interesse em viajar para o Canadá. De fato, mesmo com o rigoroso inverno, o país tem lugares fantásticos para se descobrir e natureza exuberante para explorar.
Em Vancouver, na parte Oeste do país, o Lynn Canyon Park é um desses lugares que tem que conhecer antes de morrer. Com um lindo lago e uma ponte no estilo “Indiana Jones”, o parque atrai pela paisagem de tirar o fôlego e pelo contato direto com a natureza da região, que faz do passeio um momento especial, inesquecível e revigorante. E sabe o melhor? É aberto ao público, ou seja, você não pagar nada para entrar.
(Crédito: Internet)
A jornalista Vanessa Cortez, de Pernambuco, nos dá detalhes do que vamos encontrar no Lynn Canyon, com a propriedade de quem já morou no país. Confiram e tomem nota das dicas para curtir o lugar:
“Há quase três anos, resolvi me aventurar em um intercâmbio nas terras geladas do Canadá. 'Friorenta' de carteirinha, levei (muito) em consideração o clima para escolher a cidade onde passaria seis meses estudando a língua inglesa. Depois de um longo período de pesquisa, elegi Vancouver, que fica na província de British Columbia. Por ser uma cidade litorânea, as temperaturas são mais amenas, bem diferente de outras localidades do Canadá. No inverno, dificilmente as temperaturas chegam a -10 C, -8C. E isso é ótimo, viu?
Eleger o que falar da cidade não é fácil. São muitos os lugares interessantes para conhecer. Uma grande vantagem é que a cidade é litorânea, mas rodeada por montanhas. São diversas as opções de lazer ao ar livre, e o melhor: a grande maioria de graça. Um lugar que me encantou e acho que quem for a Vancouver não pode deixar de conhecer é o parque florestal Lynn Canyon.
(Crédito: Hiker175)
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| Miragem? |
Localizado em North Vancouver, o lugar tem fácil acesso e fica a apenas 30 minutos de Downtown (centro). É fácil chegar de ônibus. O parque tem trilhas, locais para piquenique, mas a maior atração é mesmo a ponte Lynn Canyon Bridge. Suspensa a 50 metros de altura, tem uma maravilhosa vista do cânion. Lá de cima, é possível vislumbrar uma grande queda d’água à sua esquerda e dá um leve frio na barriga, pois, como toda ponte suspensa, balança um pouco. Mas vale a pena!
(Crédito: Vanessa Cortez)
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| Na ponte que balança mas não cai, não passa só um por vez. É todo mundo junto! |
Passando a ponte, começa a trilha que leva até o Lake Rice, de uma beleza sem igual. A água límpida de cor verde-esmeralda é convidativa, porém, dependendo da época da sua visita, é muito fria! As corredeiras brotam das montanhas geladas de Noth Vancouver. Alguns se arriscam no banho, que é permitido. Sem problemas. O bom mesmo é sentar na beira do lago e desfrutar da vista e ar puro. Revigorante! Afinal, é preciso recarregar as energias e o fôlego para voltar todo o percurso.
(Crédito: Vanessa Cortez)
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| O encantador Lake Rice. Tenho certeza que você tá vendo a foto e pensando: o que estou fazendo nesse escritório? |
Na saída (que também é a entrada), tem uma loja de souvenir e uma lanchonete, mas recomendo levar uma garrafa de água e lanche na mochila. Assim, você pode desfrutar com mais tranquilidade do passeio e passar mais tempo imerso nos 600 hectares do parque.
Uma curiosidade é que o Lynn Canyon já foi palco de gravações hollywoodianas. Cenas de luta do filme X-Men 3 foram filmadas na floresta centenária do lugar. Então, não esqueçam: uma vez em Vancouver, incluam o Lynn Canyon no roteiro e bom passeio!"
(Crédito: Vanessa Cortez)
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| Vista da ponte suspensa dá frio na barriga |
*Quer ver mais Canadá por aqui? Fica esperto que vem novidade por aí...
Serviço:
Lynn Canyon Park
http://lynncanyon.ca/
Como chegar?
Lynn Canyon Park
http://lynncanyon.ca/
Como chegar?
Tem duas linhas de ônibus que saem do Lonsdale Quay Terminal, em North Vancouver:
228 – LYNN VALLEY/LONSDALE QUAY (desce na Lynn Valley Rd e caminha 10 min) 229 – WESTLYNN/PHIBBS EXCH/LONSDALE QUAY (desce na porta do parque)
228 – LYNN VALLEY/LONSDALE QUAY (desce na Lynn Valley Rd e caminha 10 min) 229 – WESTLYNN/PHIBBS EXCH/LONSDALE QUAY (desce na porta do parque)
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