(David Almeida/Flickr)
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28 de novembro de 2012
Uruguai: Para ir a Colonia del Sacramento, não tem apenas Buquebus
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7 de junho de 2011
#DiadosNamorados: A cidade onde os suspiros viraram até nome de rua
Continuamos inspiradas...vejam o segundo roteiro romântico que escolhemos para apresentar a vocês:
Mochilera Sabri
Pequenina, costeira, tranquila, acolhedora e com ares de uma ilha isolada do mundo moderno. Colonia del Sacramento, no Uruguai é assim. Uma cidade cheia de encantos e detalhes que compõem um cenário perfeito para momentos a dois. Só a chegada à cidade, pelo Rio la Plata, já deixa o lugar com clima especial.
Limpa, bem cuidada, amistosa e voltada para o turismo, Colonia mantém um sítio histórico muito bem preservado, desde a época da colonização. A cidade é tombada pelo Patrimônio da Humanidade. O lugar foi alvo de disputas entre Portugal e Espanha e terminou sendo colônia portuguesa do século 17, e a primeira cidade uruguaia. A Ciudad Vieja (ou bairro histórico) é, sem dúvida, a parte mais bela da cidade. Ali, é possível ver as ruínas de fortes, igrejas e contemplar o casario antigo, que abriga restaurantes intimistas com o melhor da gastronomia local.
(Crédito: Sabrina Medeiros)
| Colonia faz lembrar a cidade de Paraty, no Rio de Janeiro |
Um dos melhores e mais simples prazeres da cidade é andar pelas pacatas ruelas de pedras. A mais famosa delas é a Calle de Los Suspiros, parada obrigatória no roteiro. Isolada por correntes, com casinhas coloridas, candeeiros e muito verde é realmente de suspirar quando se está lá, principalmente pela paz que representa. Um beijo sempre finaliza o percurso de casais que conhecem a rua. A sensação é como se você estivesse dentro de uma pintura arcadista.
Se perder por essas ruas estreitas, é sempre uma surpresa, pois muitas delas levam aos mirantes ou piers de paisagens estonteantes para o rio. As mais antigas e visitadas estão preservadas para o turismo e não há moradores. Em Colonia, assim que você chega, seja na frente da rodoviária ou do terminal fluvial, há opções de aluguel de bicicletas e carrinhos de golfe. Alugando um dos dois (principalmente o carrinho), dá para conhecer a cidade inteira em um dia.
(Crédito: Daniel Thul / niel.seyanim.com)
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| A romântica Calle de Los Suspiros. Ai, ai... |
O que conhecer
Uma vez em Colonia, você não pode deixar de visitar: Portón del Campo, Bastión de San Miguel, Calle de los Suspiros, Plaza Mayor, Ruinas del Convento de San Francisco y Faro, Bastión de San Pedro, Paseo de San Gabriel, Bastión del Carmen e não perder de admirar o pôr do sol no Bastión de Santa Rita ou no Muelle 1866. Se tiver de carro ou bicicleta, vale a pena esticar para a parte nova, conhecer a orla, admirar os condomínios (que nessa parte parecem com as casas dos EUA), ver de perto as ruínas da Plaza de Toros e entrar no Museu dos Naufrágios.
Tudo isso dá para fazer em um dia. Mas se você quiser passar a noite lá, verá a cidade ainda mais romântica, iluminada por candeeiros e embalada por música ambiente dos barzinhos e restaurantes. Para entrar no clima, o ideal é se hospedar em pousadas cheias de charme e perfeitas para casais em lua de mel. A El Capullo é uma dessas, onde o estresse não tem como entrar. Lá, você pode se hospedar em quartos quentinhos ou em cabanas no meio da isolada área verde, com direito a piscina e café da manhã caseiro.
(Crédito: Sabrina Medeiros)
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| A tranquila orla do Río de La Plata no lado uruguaio |
Se gosta de agitação, não vá
Confesso que pensei, muitas vezes, antes de ir à Colonia desde de Buenos Aires. Pensava que ia perder tempo e que lá seria como uma cidade de interior. Mas a cidade uruguaia tem muito mais encantos que os relatos que havia lido. É aquela coisa: casais que não curtem história e gostam de agitação não vão gostar do ritmo preguiçoso e pacato do lugar. Então, podem optar ir para Punta del Este, também no Uruguai. Já os românticos, que sonham em fugir dessa agonia da cidade grande, esses sim: vão até querer se mudar pra lá.
30 de maio de 2011
Que avião que nada, vá de barco!
Mochileira Sabri
Quando estava organizando minha última viagem para a Argentina, uma das minhas maiores dúvidas era qual a segunda cidade que eu poderia conhecer num espaço de oito dias. Como eu já conhecia Buenos Aires, queria aproveitar para conhecer outro país também. Decidi pensar em algo mais perto como o Uruguai e aproveitar a facilidade de chegar lá rapidinho: de barco! As cidades escolhidas foram: Colônia Del Sacramento e a capital, Montevidéu (depois dedicarei um post para cada uma, aguardem!)
Para comprar as passagens para meus próximos destinos, fui à loja do Buquebus (Buque = barco + bus = ônibus), que fica em Puerto Madero, dentro do terminal fluvial. Como era dia de semana, o movimento não estava tão grande. Mas se você pretende fazer a viagem durante o final de semana, se programe para comprar com mais antecedência, pois corre o risco de não encontrar lugar (pode comprar pela internet: www.buquebus.com). As empresas Ferry Turismo e Cacciola fazem esse serviço, mas não as conheci.
O lugar me surpreendeu! Lindo, moderno e extremamente organizado. Melhor que muito aeroporto brasileiro. Dentro, tem uma agência de viagem que oferece muitas combinações de roteiros para diversos destinos, inclusive para o Sul do Brasil. Comprei minhas passagens do ferry rápido, que em uma hora está em Colônia (tem também o ferry lento - três horas para chegar) e preferi ficar por lá um dia para depois comprar uma passagem à parte para Montevidéu (sai ônibus a cada meia hora na rodoviária de Colônia).
A volta comprei o combinado ferry rápido + ônibus de Montevidéu para Buenos Aires. Existem também a opção de ferry rápido direto de lá para a capital argentina (três horas de viagem), que dá o mesmo tempo de viagem, mas sai um pouquinho mais caro e não tem todos os horários. O lado bom é que você compra as passagens em peso e, dependendo do câmbio, o preço sai bom. Hoje, fiz a simulação nos mesmos dias e horários que fiz e ficou R$100 ($254,99) a ida para Colônia e a volta sai por R$119,93 ($305,78), na opção de ferry + ônibus de Montevidéu.
O embarque
É preciso chegar uma hora antes para o check-in. A bagagem de mão passará por um raio-x e – com estamos saindo do país – você também passa por uma imigração. Como em qualquer país da América do Sul, você pode apresentar o passaporte ou carteira de identidade (atualizada, por favor!). Também é preciso entregar aquele papel que a imigração argentina te dá quando você entra no país (que você preenche no avião). Você só sai com ele, assim como só volta para o Brasil com ele. Então, pela Nossa Senhora das Boas Viagens, não o percam!!
A viagem
Confesso que subestimei a qualidade do ferry que faz essa travessia pelo Rio de La Plata. Achei que seria como aquelas balsas que fazem a travessia do Rio para Niterói. Assim como o terminal fluvial parecia um aeroporto, o “barquinho” parecia um avião. As poltronas eram iguais, telões que passavam filmes, comissários e vídeos que explicam como usar o salva-vidas em caso de acidentes. Tinha ainda lanchonete e uma área com mesinhas. Lá embaixo, era a "garagem", pois esse ferry funcionava como balsa para transportar veículos de um país por outro. Excelente estrutura!
A única coisa negativa que achei foi o fato de não ter lugar marcado! Se você não chega cedo, não consegue ficar na janela. Mas pode andar, tirar foto em pé, comer em pé e o melhor: aproveitar ao free shop! Uhuuu! Sim, isso mesmo, tem um dentro do barco só pra você! O ferry é bem grande e a viagem não balança quase nada. É rápida, tranquila e passa a sensação de ser bem segura. Na chegada lá do outro lado, você faz a imigração novamente e recebe outro papel (também não perca esse!), que será recolhido na sua volta à Argentina ou a qualquer outro país.
A volta
Como falei acima, na volta preferi pegar o ferry rápido + bus por conta do horário, pois precisava estar em Buenos Aires às 12h e o primeiro ferry direito entre as cidades, aos sábados, sai depois do meio-dia. Na rodoviária de Montevidéu, procurei a fila do Buquebus (fica alguém fardado chamando os passageiros e na frente do portão de embarque). Na hora exata, começou o embarque para o ônibus, numa viagem que duraria quase três horas até Colônia. Só sugiro que programem essas viagens para chegar antes do anoitecer, pois como passamos por vários trechos de favelas, acho mais seguro.
Quando descer, pergunte direitinho qual é o seu, para não perdê-lo, pois, quando você desce do ônibus, se mistura com as dezenas de turistas que chegaram e que vão embarcar em vários horários. Lembre-se que você vai fazer outro embarque. Peguei um outro tipo de ferry na volta e era ainda mais bonito que o outro. Parecia um cruzeiro, com escadas douradas, um enorme free shop e opções de primeira classe luxuosa, no primeiro andar. O ponto negativo é que se não chegar logo podem correr o risco de viajar em pé.
A chegada foi tranquila e é lindo ver Buenos Aires se aproximando. Depois de pegar as malas e fazer a imigração, fui atrás de um câmbio para trocar o peso uruguaio. O único do terminal estava fechado, pois, aos sábados, só funciona até meio-dia. Acreditam?!? Então, vai outra dica: se der tempo, troque logo na saída, pois se acontecer de você chegar sem peso argentino e o câmbio estiver fechado, você não vai ter como pagar o táxi. Querem saber o que fiz? Guardei minhas malas no locker de lá (que é super caro, $15 por volume!) e fui andando até a Florida trocar dinheiro. Ufa! Tudo é experiência, né?
Quer ver mais fotos? Visite o nosso álbum Argentina - Buenos Aires, no Flickr.
*Post solicitado por leitor. Você também pode pedir! Quer ver algum serviço ou dica aqui? Comente abaixo ou escreva para gente: lasmochileras@gmail.com!
Quando estava organizando minha última viagem para a Argentina, uma das minhas maiores dúvidas era qual a segunda cidade que eu poderia conhecer num espaço de oito dias. Como eu já conhecia Buenos Aires, queria aproveitar para conhecer outro país também. Decidi pensar em algo mais perto como o Uruguai e aproveitar a facilidade de chegar lá rapidinho: de barco! As cidades escolhidas foram: Colônia Del Sacramento e a capital, Montevidéu (depois dedicarei um post para cada uma, aguardem!)
Para comprar as passagens para meus próximos destinos, fui à loja do Buquebus (Buque = barco + bus = ônibus), que fica em Puerto Madero, dentro do terminal fluvial. Como era dia de semana, o movimento não estava tão grande. Mas se você pretende fazer a viagem durante o final de semana, se programe para comprar com mais antecedência, pois corre o risco de não encontrar lugar (pode comprar pela internet: www.buquebus.com). As empresas Ferry Turismo e Cacciola fazem esse serviço, mas não as conheci.
(Crédito: Mochileras de Tacón)
| Terminal fluvial do Buquebus (Puerto Madero) |
A volta comprei o combinado ferry rápido + ônibus de Montevidéu para Buenos Aires. Existem também a opção de ferry rápido direto de lá para a capital argentina (três horas de viagem), que dá o mesmo tempo de viagem, mas sai um pouquinho mais caro e não tem todos os horários. O lado bom é que você compra as passagens em peso e, dependendo do câmbio, o preço sai bom. Hoje, fiz a simulação nos mesmos dias e horários que fiz e ficou R$100 ($254,99) a ida para Colônia e a volta sai por R$119,93 ($305,78), na opção de ferry + ônibus de Montevidéu.
(Crédito: Mochileras de Tacón)
| Limpo, funcional e moderno, o Buquebus tem até espelho d´água |
O embarque
É preciso chegar uma hora antes para o check-in. A bagagem de mão passará por um raio-x e – com estamos saindo do país – você também passa por uma imigração. Como em qualquer país da América do Sul, você pode apresentar o passaporte ou carteira de identidade (atualizada, por favor!). Também é preciso entregar aquele papel que a imigração argentina te dá quando você entra no país (que você preenche no avião). Você só sai com ele, assim como só volta para o Brasil com ele. Então, pela Nossa Senhora das Boas Viagens, não o percam!!
Confesso que subestimei a qualidade do ferry que faz essa travessia pelo Rio de La Plata. Achei que seria como aquelas balsas que fazem a travessia do Rio para Niterói. Assim como o terminal fluvial parecia um aeroporto, o “barquinho” parecia um avião. As poltronas eram iguais, telões que passavam filmes, comissários e vídeos que explicam como usar o salva-vidas em caso de acidentes. Tinha ainda lanchonete e uma área com mesinhas. Lá embaixo, era a "garagem", pois esse ferry funcionava como balsa para transportar veículos de um país por outro. Excelente estrutura!
A única coisa negativa que achei foi o fato de não ter lugar marcado! Se você não chega cedo, não consegue ficar na janela. Mas pode andar, tirar foto em pé, comer em pé e o melhor: aproveitar ao free shop! Uhuuu! Sim, isso mesmo, tem um dentro do barco só pra você! O ferry é bem grande e a viagem não balança quase nada. É rápida, tranquila e passa a sensação de ser bem segura. Na chegada lá do outro lado, você faz a imigração novamente e recebe outro papel (também não perca esse!), que será recolhido na sua volta à Argentina ou a qualquer outro país.
(Crédito: Mochileras de Tacón)
| Mesinhas para quem quer ir comendo ou tomando um café |
A volta
Como falei acima, na volta preferi pegar o ferry rápido + bus por conta do horário, pois precisava estar em Buenos Aires às 12h e o primeiro ferry direito entre as cidades, aos sábados, sai depois do meio-dia. Na rodoviária de Montevidéu, procurei a fila do Buquebus (fica alguém fardado chamando os passageiros e na frente do portão de embarque). Na hora exata, começou o embarque para o ônibus, numa viagem que duraria quase três horas até Colônia. Só sugiro que programem essas viagens para chegar antes do anoitecer, pois como passamos por vários trechos de favelas, acho mais seguro.
Quando descer, pergunte direitinho qual é o seu, para não perdê-lo, pois, quando você desce do ônibus, se mistura com as dezenas de turistas que chegaram e que vão embarcar em vários horários. Lembre-se que você vai fazer outro embarque. Peguei um outro tipo de ferry na volta e era ainda mais bonito que o outro. Parecia um cruzeiro, com escadas douradas, um enorme free shop e opções de primeira classe luxuosa, no primeiro andar. O ponto negativo é que se não chegar logo podem correr o risco de viajar em pé.
A chegada foi tranquila e é lindo ver Buenos Aires se aproximando. Depois de pegar as malas e fazer a imigração, fui atrás de um câmbio para trocar o peso uruguaio. O único do terminal estava fechado, pois, aos sábados, só funciona até meio-dia. Acreditam?!? Então, vai outra dica: se der tempo, troque logo na saída, pois se acontecer de você chegar sem peso argentino e o câmbio estiver fechado, você não vai ter como pagar o táxi. Querem saber o que fiz? Guardei minhas malas no locker de lá (que é super caro, $15 por volume!) e fui andando até a Florida trocar dinheiro. Ufa! Tudo é experiência, né?
(Crédito: Mochileras de Tacón)
| Barquinho?!? Não substime o ferry boat do Buquebus |
Quer ver mais fotos? Visite o nosso álbum Argentina - Buenos Aires, no Flickr.
*Post solicitado por leitor. Você também pode pedir! Quer ver algum serviço ou dica aqui? Comente abaixo ou escreva para gente: lasmochileras@gmail.com!
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